Presidente palestino Mahmud Abbas volta a ser hospitalizado
Domingo, 20 Maio 2018 15:25:35 -0000

Essa é a terceira vez que o presidente palestino é hospitalizado na última semana. Mahmud Abbas fala a jornalistas na cidade de Ramallah, na Cisjordânia, em imagem de arquivo ABBAS MOMANI / AFP O presidente palestino, Mahmud Abbas, voltou neste domingo (20) a um hospital da Cisjordânia ocupada, após ter sido submetido a uma operação na semana passada. Segundo uma fonte próxima ao dirigente, Abbas foi ao hospital com febre alta. Esta fonte, que pediu anonimato, não deu mais detalhes sobre a situação de Abbas, que tem 83 anos e permanece no Istishari Arab Hospital, em Ramallah. Essa é a terceira vez que o presidente palestino é hospitalizado na última semana. Na terça-feira, Abbas deu entrada neste hospital de Ramallah para "uma pequena operação em uma orelha", segundo a agência palestina Wafa. No sábado, voltou ao hospital para fazer uma série de exames, e voltou para casa meia hora depois. De acordo com a Wafa, os exames foram "excelentes". Após voltar ao centro médico neste domingo, esta mesma agência afirmou, citando o diretor do hospital, que o estado de saúde de Abbas é "tranquilizador" e seus exames são "bons". A saúde de Abbas, famoso por ser um fumante incorrigível, é muitas vezes objeto de boatos, como no final de fevereiro, quando se submeteu a vários exames em um hospital, durante uma visita aos Estados Unidos. Abbas reeleito O veterano político foi reeleito no início de maio à frente da Organização para a Libertação da Palestina (OLP), a organização histórica reconhecida internacionalmente como representante dos palestinos dos Territórios e da diáspora. Sua reeleição coincidiu com um aumento das tensões entre palestinos e israelenses, avivadas pela transferência, na segunda-feira, da embaixada americana de Tel Aviv para Jerusalém. Abbas foi eleito presidente da Autoridade Palestina em 2005 por um período de quatro anos, mas continua no cargo já que não puderam realizar outra eleição por conta das divisões internas com o Hamas, movimento islamita que governa a Faixa de Gaza.


Irã diz que apoio da UE é insuficiente para manter acordo nuclear
Domingo, 20 Maio 2018 14:36:39 -0000

Após início de retirada de empresas europeias do país, ministro iraniano sugere que Europa não está se empenhando em manter acordo. EUA deixaram pacto no início do mês.   Em foto de 26 de setembro de 2017, o secretário de Estado dos EUA, John Kerry (esquerda) se reúne com o ministro das Relações Exteriores do Irã, Mohammad Javad Zarif, na sede da ONU AP Photo/Craig Ruttle O ministro das Relações Exteriores do Irã, Mohammad Javad Zarif, disse neste domingo (20) que as ações da União Europeia para preservar o acordo nuclear firmado em 2015 com o Irã são insuficientes. Zarif sugeriu que esperava mais do bloco no contexto político atual -- principalmente após a saída dos Estados Unidos do pacto no início do mês. A informação é da agência Reuters. O pronunciamento do ministro iraniano ocorre ainda meio a outro cenário que pode minar o acordo: o anúncio da saída de empresas europeias. Uma das primeiras a sair foi a dinamarquesa A.P. Moller-Maersk, uma das maiores empresas de transportes de contêineres do mundo. Outra a anunciar a saída foi a gigante petroleira francesa Total. Com essa sinalização de empresas, o Irã está entendendo que o cenário não é consistente com o discurso europeu de se esforçar para manter o acordo. "O anúncio da possível retirada das principais empresas européias de sua cooperação com o Irã não é consistente com o compromisso da União Européia em implementar (o acordo nuclear)", disse Zarif. O ministro iraniano sugeriu ainda que, após a saída dos EUA, a expectativa do Irã era que a UE se empenhasse um pouco mais com o acordo -- mas o apoio não está sendo suficiente. "Com a retirada da América, as expectativas públicas (do Irã) sobre União Européia aumentaram, mas, no contexto atual, o apoio político europeu ao acordo não é suficiente", disse Mohammad Javad Zarif. Da esquerda: Federica Mogherini (representante de assuntos exteriores da UE), Mohammad Javad Zarif (ministro do extereior iraniano), Philip Hammond (secretário do exterior britânico) e John Kerry (secretário de Estado americano) AP O acordo nuclear e a saída dos EUA O acordo nuclear com o Irã foi alcançado em julho de 2015 após quase 20 meses de negociações entre o governo da República Islâmica e um grupo de potências internacionais. O pacto foi liderado pelos EUA sob o comando de Obama. Para as potências ocidentais, o acordo tinha a vantagem de frear as intenções do Irã com uma bomba nuclear; para o Irã, os benefícios do acordo se centravam sobre ganhos econômicos e a retirada de sanções. De fato, bilhões de dólares de bens congelados de iranianos foram liberados após o pacto. Uma das pontas "soltas" do acordo, principalmente no olhar dos EUA de Trump, era que ele permitia que o Irã prosseguisse no desenvolvimento de seu programa nuclear para fins comerciais, médicos e industriais. O presidente dos EUA, Donald Trump, mostra sua assinatura oficializando a retirada do país do acordo nuclear com o Irã, retomando as sanções contra o país. Trata-se de uma das mais contundentes decisões de política externa do americano em seus 15 meses de governo Jonathan Ernst/Reuters Por isso, após Trump, o acordo foi duramente criticado. O presidente americano atual disse que o Irã é o principal financiador do terrorismo e que o acordo de 2015, ao invés de proteger os EUA e seus aliados, permitiu que o Irã continuasse enriquecendo urânio. No dia 8 de maio, assim, o país deixou o acordo. Após a decisão de Trump, Federica Mogherini, chefe da diplomacia da União Europeia, disse que o restante da comunidade internacional apoiaria o pacto. "A União Europeia está determinada a agir de acordo com seus interesses de segurança e a proteger seus investimentos econômicos", disse Mogherini. “O acordo nuclear com o Irã é o ponto culminante de 12 anos de diplomacia. Ele pertence a toda a comunidade internacional ”, continuou.


Estilista diz que Harry lhe agradeceu pelo vestido de Meghan: 'absolutamente maravilhosa'
Domingo, 20 Maio 2018 14:34:00 -0000

Duquesa de Sussex procurou diretora criativa da maison francesa Givenchy em janeiro.  A estilista britânica Clare Waight Keller com desenhos do vestido que fez para Meghan Markle se casar com o príncipe Harry Hannah McKay/Pool/Reuters A estilista britânica Clare Waight Keller reconheceu neste domingo (20) o "orgulho" que sente por ter sido a escolhida por Meghan Markle para criar seu vestido de noiva e revelou que o príncipe Harry se aproximou dela após a cerimônia e lhe agradeceu pela criação do vestido. O príncipe britânico e a atriz americana, que agora tem o título de duquesa de Sussex, casaram-se neste sábado (19) na Capela de São Jorge, no castelo de Windsor, em uma cerimônia que uniu tradição e modernidade. Em entrevista à emissora britânica ITV, Clare Waight Keller, diretora criativa da maison francesa Givenchy, disse que o comentário de Harry foi: "Meu Deus, obrigado, ela está absolutamente maravilhosa". Principe Harry e Meghan Markle deixando a igreja em Windsor Ben STANSALL / AFP / POOL Waight Keller contou que no começo de janeiro, pouco mais de um mês depois que o casal anunciou o compromisso matrimonial, foi quando Meghan a escolheu para desenhar o seu vestido. "Foi um momento extraordinário quando ela me contou", declarou Keller, ressaltando que o processo de criação foi "colaborativo" com a noiva. "Acredito que ela tinha visto muito do meu trabalho e sabia o que queria", opinou a estilista, natural de Birmingham e para quem o fato de ser inglesa agradou Meghan. Initial plugin text Keller também desenvolveu o véu usado por Meghan, com cinco metros de comprimento e feito de tule de seda com flores bordadas à mão em fios de seda e organza. As flores representavam os 53 países do Commonwealth. Para a recepção oferecida pelo príncipe Charles que aconteceu depois da cerimônia religiosa e contou com 200 convidados na Frogmore House, Meghan usou outro vestido, também assinado por uma britânica, Stella McCartney. Initial plugin text


Extremistas do Estado Islâmico começam a deixar o sul de Damasco, diz ONG
Domingo, 20 Maio 2018 13:06:00 -0000
Imprensa estatal nega que governo tenha chegado a acordo com jihadistas. Os extremistas do grupo Estado Islâmico (EI), entrincheirados em um último bolsão de resistência ao sul de Damasco, capital da Síria, começaram a ser transportados neste domingo (20) para o deserto, informou a ONG Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH). O OSDH, com sede em Londres, conta com uma ampla rede de informantes no território sírio. A imprensa estatal síria negou, no entanto, qualquer acordo com o grupo extremista para retirá-los do local. "Seis ônibus entraram durante a madrugada na zona sob controle do EI para transportar os combatentes do grupo e suas famílias, antes de partir de madrugada para o deserto sírio, onde o movimento islâmico radical ainda mantém alguns territórios", afirmou à AFP o diretor do OSDH, Rami Abdel Rahmane. "Os ônibus estão agora na altura da cidade de Palmira (centro)", disse. O destino final é a região leste do país. Cessar-fogo As primeiras saídas acontecem após a entrada em vigor, no sábado, de um cessar-fogo entre o regime de Bashar al-Assad - que executou uma ampla ofensiva de um mês contra este último reduto extremista na capital - e o grupo EI, segundo o OSDH. A medida afeta sobretudo os combatentes do EI presentes no acampamento palestino de Yarmuk, que se transformou em um bairro de Damasco, e em Tadamun, destacou a ONG. Ofensiva O regime sírio iniciou em 19 de abril uma grande ofensiva contra o último reduto do EI no sul de Damasco, com o objetivo de retomar os bairros de Tadamun, Hajar al-Aswad, Qadam e o acampamento palestino de Yarmuk. Os confrontos deixaram 62 mortos entre os civis e 484 entre os combatentes, incluindo 251 vítimas nas forças leais ao regime, segundo o OSDH. Se conseguir retomar os últimos territórios dominados pelo Estado Islâmico em Damasco, o regime controlará a capital e seus arredores pela primeira vez desde 2012.


'Expelliarmus!': como Harry Potter influencia a visão política dos millenials
Domingo, 20 Maio 2018 12:53:48 -0000

Resistir a tiranias e questionar autoridades são algumas das 'lições' que estariam sendo pescadas de livros de J. K. Rowling; nos protestos recentes contra porte de armas nos EUA, vários jovens exibiam cartazes com referências à série. Harry Potter Divulgação Após 21 anos da publicação do primeiro livro da série Harry Potter, parece que a realidade se aproximou da ficção da escritora J.K. Rowling. Na Marcha Pelas Nossas Vidas, um protesto contra o porte de armas que teve mais de 800 manifestações nos Estados Unidos e em outros países em março de 2018, diversos cartazes faziam referência à saga de Harry Potter. "Quando disse que queria que o mundo real fosse mais como o de Harry Potter, eu me referia às coisas mágicas, não ao enredo inteiro do livro cinco, em que o governo se recusa a fazer qualquer coisa a respeito de uma ameaça de morte levando os adolescentes a se organizar para revidar", dizia um cartaz em Worcester, no Estado de Massachusetts. Revidar. Essa é a parte importante, já que o universo de Harry Potter não é mais só um refúgio - ou um mundo que oferece conforto e escapismo. Agora, esse universo está mobilizando e motivando uma legião de fãs. Outros cartazes presentes nas manifestações diziam "Expelliarmus". Mas o que é isso? "'Expelliarmus' é o feitiço de desarmamento (da saga Harry Potter), o feitiço da moda entre as crianças de Hogwarts", tuitou Charlotte Alter, jornalista da revista Time. "O desarmamento é a estratégia da #MarchaPelasNossasVidas, tanto literária quanto retoricamente". E os cartazes não paravam por aí: "O exército de Dumbledore está recrutando", "Lufa-lufas pelo controle de armas!", "Hermione usa conhecimento, não armas", "Se os alunos de Hogwarts podem derrotar os comensais da morte, nossos estudantes podem derrotar o NRA" - a sigla NRA refere-se ao nome em inglês da Associação Nacional do Rifle, principal grupo defensor de armas nos Estados Unidos. "Essa não é apenas a geração que cresceu com tiroteios em escolas, é também a geração que cresceu lendo Harry Potter", continuou Alter. Como escreveu Neil Gaiman em 2002, "os contos de fada vão além da verdade: não porque nos dizem que dragões existem, mas porque nos dizem que dragões podem ser derrotados". Gaiman é o criador da série de histórias em quadrinho Sandman. É uma lembrança de que, por baixo da açucarada iconografia da série Harry Potter, a narrativa aborda temas pesados, como limpeza étnica, desigualdade, escravidão, governos corruptos e tortura. Em sua essência, os livros Harry Potter são sobre o bem contra o mal. O centro da narrativa fala da tentativa do vilão Lorde Voldemort e seus capangas de exterminarem os "trouxas", como são chamadas na história as pessoas sem poderes mágicos, e os "sangues-ruins", os filhos dos trouxas nascidos com poderes mágicos. Se isso teve ressonância quando os livros foram lançados pela primeira vez, agora tem efeito dobrado sobre a geração de estudantes que participaram dos protestos contra massacres em escolas em um mundo cada vez mais tenso. Mas o uso dos memes de Harry Potter não é, como dizem os mais críticos, sobre uma esperança ingênua de que um assunto como o controle de armas possa ser resolvido com um passe de mágica, metaforicamente ou não. Como os fãs de Harry Potter bem sabem, o bruxo e seus companheiros enfrentam problemas típicos do mundo real quando combatem Voldemort. Lições do mundo real Um exemplo: o vilão, apoiado pelos seus servos, os comensais da morte, é obcecado por pureza racial, com uma sensibilidade niilista claramente nietzschiana. "Não há bem e mal", diz um dos seus soldados. "Há apenas poder e os que são fracos demais para buscá-lo"'. Ainda assim, há uma miríade de tons de cinza na série. Como o padrinho de Harry, Sirius Black, lhe diz, "o mundo não está dividido entre pessoas do bem e os comensais da morte. Todos nós temos luz e sombra dentro de nós. O que importa é com qual parte decidimos agir". Outra lição crucial que os livros nos ensinam é sobre complacência. O mundo da escola de Hogwarts, onde Harry estuda magia, foi construído usando escravidão, graças ao serviço dos elfos domésticos. Quando Hermione tenta ficar ao lado deles ao fazer uma campanha pela libertação de todos os elfos domésticos, ela é ridicularizada por seus colegas. A injustiça social é facilmente normalizada, a ponto de alguns elfos ficarem ofendidos com ofertas de recompensa pelos seus serviços. A questão sobre quem deve ser respeitado também tem suas nuances. Apesar de os estudantes de hoje marcharem sob a bandeira de Albus Dumbledore, o diretor da escola de Harry, sabe-se que até ele tem manchas em sua reputação. Sim, há a turma do mal, como Dolores Umbridge, a professora e, depois, diretora da escola que praticava bullying. Mas, e quanto a Cornelius Fudge, o ministro da Magia, que parecia tão bem intencionado, mas depois se recusou a enfrentar o perigo mortal que ameaçava o mundo dos magos e não-magos? Mais uma vez, a autoridade é vista como algo que não deve ser respeitada sem questionamentos. E há também a importância de uma imprensa livre e o incentivo à ação direta - pequenas atitudes sempre contam, às vezes de maneira grandiosa. Apesar da magia ajudar e de o amor ser a arma derradeira de Harry, Voldemort é vencido principalmente pela cooperação e organização. Essa lição específica é promovida desde 2005 pela Aliança Harry Potter, uma ONG criada para mobilizar fãs a se manifestarem contra os males do mundo real, como intolerância e mudanças climáticas. "Nós sabemos que a fantasia não é apenas uma fuga do nosso mundo, mas um convite a ir mais fundo nele", diz o grupo em seu site. A própria J. K. Rowling disse que seus romances são imbuídos de mensagens de resistência a qualquer tipo de tirania. "Os livros de Potter são em geral um longo argumento em prol da tolerância, um apelo prolongado pelo fim da intolerância", afirmou ela em 2007. "Acho que é uma das razões pelas quais algumas pessoas não gostam dos livros, mas acho que é uma mensagem muito saudável a se passar para jovens: a de que você deve questionar a autoridade e não presumir que as instituições ou a imprensa lhe digam toda a verdade." Isso não é novidade. Desde as tragédias gregas, passando por Shakespeare, O Senhor dos Anéis e até mesmo Star Wars, a ficção inspira a luta por liberdade. O poder da imaginação - de uma mensagem imbuída em uma narrativa humana e fantástica ao mesmo tempo - sempre será um forte manifesto. Mas há ainda outra dimensão do fenômeno Harry Potter. Seu mundo sempre foi sobre pertencer e estar junto, como acontece na própria história dos livros. Os primeiros fãs da série, agora na casa dos 30 anos, faziam fila do lado de fora de livrarias toda vez que saía um novo livro da série - e viram fotos dessas filas virarem notícia. Essa enorme legião de fãs - e a dos novos jovens leitores que os seguiram - provaram o sabor do que é fazer parte de uma história maior que a sua própria. Em uma sociedade secular e atomizada, isso é poderoso. Quão poderoso? Ainda vamos descobrir.


De sanções econômicas a intervenção militar: o que os EUA poderão fazer com a Venezuela após a eleição?
Domingo, 20 Maio 2018 12:21:11 -0000

Governo de Trump disse que não ficará de braços cruzados. Venezuelanos vão às urnas neste domingo.  Presidente dos EUA, Donald Trump Carlos Barria/Reuters O governo de Donald Trump anunciou que não ficará de braços cruzados diante da "ditadura" de Nicolás Maduro na Venezuela. O que fará após as eleições presidenciais deste domingo (20) , que considera uma "fraude"? De sanções econômicas até uma intervenção militar, analistas consultados pela agência AFP avaliam as opções de Washington para lidar com o país. Mais sanções Os Estados Unidos, que desde março de 2015 consideram a Venezuela "uma ameaça para a segurança nacional", já aplicaram diversas medidas contra cerca de 60 funcionários e ex-funcionários do governo venezuelano, entre eles Maduro e outros de alto escalão, acusados de corrupção e narcotráfico. Trump também proibiu entidades americanas de negociar a dívida do Estado venezuelano ou de sua petroleira PDVSA, e de comercializar petro, a criptomoeda lançada por Caracas. "Se Maduro ganhar, como se espera, o governo americano certamente pressionará ainda mais", opinou David Smilde, do centro de pesquisa e promoção dos direitos humanos WOLA, com sede em Washington. Aumentarão "as sanções contra funcionários, em alguns casos incluindo familiares e associados", apontou Mariano de Alba, um advogado venezuelano especialista em Relações Internacionais que também vislumbra mais ações desse tipo vindas de União Europeia e Canadá, e de países latino-americanos, estimulados por Washington a presionar Caracas. O presidente Nicolás Maduro vota neste domingo (20) nas eleições presidenciais da Venezuela Carlos Garcia Rawlins/Reuters "Trump não terá outro remédio senão mostrar maior força", apontou Michael Shifter, presidente do centro de análise Diálogo Interamericano, após o anúncio dias atrás da embaixadora dos Estados Unidos na ONU, Nikki Haley, de "continuar isolando Maduro até que ele ceda". O efeito Conoco No entanto, um embargo petroleiro parece pouco provável no curto prazo, disse De Alba, depois que a americana ConocoPhillips tomou o controle dos ativos da PDVSA após ganhar um litígio de mais de US$ 2 bilhões, um duro golpe para Caracas. "Representa um duro golpe para o governo de Maduro porque nenhum petroleiro venezuelano pode sair em águas internacionais sem a ameaça de ser apreendido", disse Marczak. Smilde concordou. Mas disse que antes de um bloqueio total, Washington pode tomar medidas contra a indústria petroleira venezuelana, coluna vertebral da economia, como aplicar sanções às seguradoras dos buques petroleiros. "Uma medida mais drástica - deter as importações de petróleo vindas da Venezuela - parece agora menos provável, já que isso poderia exacerbar a crise humanitária do país, fortalecer Maduro politicamente e abrir o caminho para uma maior participação russa e chinesa na Venezuela", advertiu Shifter. Os Estados Unidos tentarão evitar "fatores externos" que agravem a "já incrível crise humanitária" e levem à migração de mais venezuelanos, disse Jason Marczak, diretor do centro sobre América Latina do centro de pensamento independente Atlantic Council. O fator militar Podem os militares ter um papel na "restauração democrática" que os Estados Unidos buscam na Venezuela? Trump sugeriu em agosto passado "uma possível" operação armada entre as "muitas opções" para forçar que Maduro deixe o poder, uma alternativa que alguns venezuelanos em Miami aplaudiram e que pareceu mais verossímil com a chegada dos "falcões" à Casa Branca: o secretário de Estado, Mike Pompeo, e o assessor de segurança nacional, John Bolton. "Há um risco claro de ação militar por parte dos Estados Unidos", disse Smilde. "Há venezuelanos expatriados pedindo há tempos e sempre há políticos e funcionários do governo interessados em uma ação militar". Shifter não concorda. "O governo disse repetidamente que 'todas as opções estão sobre a mesa', a intervenção militar americana continua sendo altamente improvável", disse. Marczak também não acredita que isso esteja no horizonte. Mas não descarta que após as eleições, o "descontentamento" se apodere cada vez mais do exército venezolano e assim muitos decidam deixar de seguir ordens do presidente eleito de maneira "ilegítima". "Será cada vez mais difícil de manter os militares alinhados à medida que a crise econômica piore", sentenciou. Palavras vs fatos Oficialmente, Washington promove una pressão externa multilateral que propicie uma solução interna pacífica na Venezuela. Assim assegurou o vice-presidente Mike Pence na Organização de Estados Americanos (OEA) na semana passada. Richard Feinberg, do Instituto Brookings, lamenta que não exista "uma política coerente e factível". "Acho que a retórica da administração Trump sobre a Venezuela, como em Cuba, está mais orientada a satisfazer as respectivas comunidades no exílio do que a obter resultados reais nesses países", disse. Victoria Gaytán, do grupo de especialistas em política externa Global Americans, espera mais pressão sobre Caracas após domingo, não somente dos Estados Unidos, mas internacional, desde o não reconhecimento do resultado eleitoral, até restrições de vistos a funcionários venezuelanos e mais sanções econômicas.


Coreia do Norte pede a Seul o retorno de garçonetes desertoras
Domingo, 20 Maio 2018 11:56:01 -0000

Segundo o governo de Pyongyang, garçonetes foram sequestradas. Já Seul diz que elas fugiram voluntariamente.  A Coreia do Norte pediu a Seul que repatrie as 12 garçonetes que supostamente fugiram para a Coreia do Sul há dois anos, poucos dias depois de ter cancelado abruptamente uma reunião intercoreana de alto nível que era parte do diálogo entre os dois países. O tema provoca polêmica: Pyongyang afirma que as mulheres foram sequestradas em um restaurante e Seul insiste que elas fugiram voluntariamente. O gerente do restaurante afirmou em uma entrevista recente que mentiu às mulheres e que elas foram chantageadas para que o seguissem, acatando ordens da agência de espionagem sul-coreana. O destino das mulheres pode colocar em perigo as relações entre os dois países, afirma um comunicado da Cruz Vermelha na Coreia do Norte, divulgado pela agência estatal de Pyongyang, KCNA. "As autoridades sul-coreanas deveriam enviar nossas cidadãs com suas famílias, sem atrasos, e mostra assim a vontade de melhorar os vínculos entre o Norte e o Sul", afirma a nota. Reunião histórica Na histórica reunião de cúpula de abril na Zona Desmilitarizada que divide a península, o líder norte-coreano Kim Jong Un e o presidente sul-coreano Moon Jae-in prometeram seguir com a desnuclearização e avançar para a paz. Após a reunião, Pyongyang aceitou libertar três americanos que estavam detidos no país e convidou a imprensa internacional a acompanhar o fechamento da área de testes nucleares, antes do encontro de cúpula previsto entre Kim Jong Un e o presidente americano, Donald Trump, em Cingapura no próximo mês. Mas após o rápido degelo, Pyongyang adiou por tempo indeterminado uma conversação de alto nível com a Coreia do Sul na semana passada, em protesto contra os exercícios militares conjuntos entre Seul e Washington, e ameaçou suspender a reunião com Trump. Mapa mostra onde será reunião de Kim e Trump Infográfico: Juliane Monteiro/G1


Como a crise da Venezuela influencia as campanhas presidenciais na Colômbia, no México e no Brasil
Domingo, 20 Maio 2018 11:13:26 -0000

Problemas econômicos, sociais e políticos venezuelanos extrapolam fronteiras e se refletem em processos eleitorais pela América Latina. Venezuelanos mostram documentos ao cruzar fronteira com Colômbia George Castellanos/AFP A crise severa que a Venezuela está sofrendo extrapola suas fronteiras. E não apenas porque há uma crise migratória. O colapso econômico do país e suas consequências sociais se tornaram argumentos para atacar a administração chavista - iniciada por Hugo Chávez há 20 anos e continuada por Nicolás Maduro – e tornaram a Venezuela um tópico de discussão em um ano de várias eleições presidenciais na América Latina. A situação venezuelana influencia tanto a discussão sobre modelos políticos quanto as campanhas presidenciais na Colômbia, no México e no Brasil. A sombra do "castrochavismo" na Colômbia A Colômbia é, sem dúvida, o país mais efetado pela crise na Venezuela. O país já recebeu mais de 750 mil migrantes venezuelanos tentando escapar da crise, segundo Christian Kruger Sarmiento, diretor do departamento de migração do Ministério da Relações Exteriores da Colômbia. Esse novo fluxo de estrangeiros, inédito para um país que durante décadas viu sua própria população migrar para outras nações, é um dos principais assuntos da campanha eleitoral colombiana. O tema tem sido recorrente antes do primeiro turno, que deve ser realizado no dia 27 de maio. Tanto que até foram realizados debates entre os candidatos exclusivamente para tratar da questão da crise venezuelana e dos seus efeitos no território colombiano. Segundo o economista Jorge Restrepo, professor da Pontifícia Universidade Javeriana, em Bogotá, os aspirantes a suceder Juan Manuel Santos na Presidência estão sendo cobrados fortemente por uma postura diante da situação da Venezuela. Em geral, diz ele, todos têm adotado um discurso de solidariedade. "O que acontece na Venezuela é tão sério em termos humanitários, econômicos e sociais que não poderia ser usado para inflamar a xenofobia na Colômbia", disse Restrepo em conversa com a BBC Mundo. A polêmica tem seguido outro caminho: a direita colombiana tem dito que há a possibilidade de o país seguir um rumo similar ao da Venezuela e ser governada pelo que chamam de "castrochavismo". A expressão faz referência ao modelo político e econômico adotado desde chegada de Chávez ao poder e influenciado pelo castrismo cubano. O termo foi um dos mais usados durante a campanha para as eleições legislativas em março do ano passado, segundo Boris Miranda, correspondente da BBC Mundo na Colômbia. "Diferentes políticos usam o termo para atacar Gustavo Petro, um dos candidatos que lideram as pesquisas", explica o correspondente. Ex-prefeito de Bogotá, Petro é candidato à presidência pelo Movimento Humano Colombiano. "São acusações que exploram o medo da classe média, dos grandes proprietários rurais e dos pequenos empresários urbanos", diz Restrepo. O uso do termo "castrochavismo" é característico principalmente do partido Centro Democrático e de seu fundador, o ex-presidente Álvaro Uribe. Gustavo Petro afirma que o "castrochavismo" não existe e que é "apenas uma estratégia para gerar desconfiança em relação a quem propõe mudanças para o país". Restrepo não considera, no entanto, que a questão venezuelana seja a chave para a atual posição dos candidatos na pesquisas – Duque está em primeiro lugar e Petro, em segundo. "Não acredito que a Venezuela até o momento tenha sido um fator determinante, mas poderia ser no futuro se a situação se agravasse", diz ele. Velhos fantasmas no México Em março, viralizou no México um vídeo em que Maduro manifestava apoio ao candidato Andrés Manuel López Obrador. O vídeo era falso, mas foi visto por mais de 20 mil pessoas. O episódio é um dos muitos exemplos de como a Venezuela está presente na campanha eleitoral mexicana. "O tema aparece desde 2006, sempre ligado ao candidato de esquerda López Obrador. Os adversários o acusam de querer transformar o México em um país parecido com a Venezuela de Chávez e Maduro", diz Alberto Nájar, colaborador da BBC Mundo na Cidade do México. Roy Campos, pesquisador da consultoria Mitofsky, diz que a campanha para comparar as propostas de López Obrador com as do governo de Chávez foi bem-sucedida há 12 anos, quando sua candidatura foi suspensa. Segundo ele, o argumento voltou com mais força agora graças aos efeito das redes sociais e pelo fato de Obrador ser o favorito para vencer o pleito em 1 de julho. Campos diz que os partidos adversários têm usado essa questão nos debates como uma referência velada, não como eixo central de seu discurso contra o candidato. "O que se pretende com isso não é desmobilizar os eleitores de Obrador, mas impedir que a preferência por ele avance em outros perfis eleitorais", diz Campos. "A comparação pode fazer que o eleitor indeciso tenha medo de escolhê-lo. Maduro e a Venezuela se tornaram uma referência do que não é desejado para o México." Campos afirma que, embora esse tipo de campanha tenha conseguido polarizar o debate político, não é possível dizer que tenha reduzido significativamente o apoio a López Obrador. "Sim, há um efeito, mas é muito limitado. Em alguns segmentos da população há preocupação com isso, mas não é algo presente em eleitores de todos os estratos", diz Francisco Abundis, diretor do instituto de pesquisa mexicano Parametría. Abundis afirma que, embora alguns colaboradores de López Obrador já tenham defendido Maduro, acusação de proximidade dele com o chavismo tem pouca credibilidade principalmente porque o próprio candidato tem moderado seu discurso. "Eu não conhecia Chávez, não conheço Maduro", disse Obrador em um comício em Guadalajara no ano passado. Debate polarizado no Brasil A próximidade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva com Hugo Chávez – os dois eram amigos pessoais – fez com que a Venezuela fosse um assunto presente em todas as campanhas eleitorais desde que o PT conquistou pela primeira vez o governo federal, em 2002. Durante a campanha eleitoral na Venezuela, em 2013, Lula gravou um vídeo de apoio a Maduro, que, segundo ele representava "a Venezuela com que Chávez sempre sonhou". Em um ambiente político extremamente polarizado nos últimos anos, a Venezuela passou a ocupar o imaginário de determinados setores da sociedade brasileira, mesmo que as semelhanças do Brasil com o vizinho sejam mínimas, afirma Paulo Velasco, professor de política internacional da UERJ. "A visão de que o Brasil se encaminhava para uma esquerda mais radical não coincide com o que de fato aconteceu durante os oito anos do governo Lula e cinco anos e meio de Dilma", diz ele. "A questão da Venezuela não é central na campanha brasileira, mas é interessante notar como partidos de direita e centro-direita souberam explorar o tema em seu benefício", diz Dawisson Belém Lopes, professor de política internacional da Universidade Federal de Minas Gerais. Segundo ele, o PSDB usou a questão venezuelana para marcar posição em relação à política externa depois de ter se tornado de oposição. "Embora o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso tenha tido uma boa relação institucional com Hugo Chávez enquanto era presidente, ao PSDB colheu dividendo políticos ao criticar, já na oposição, a aproximação de Lula como venezuelano", afirma ele. "Quando o PSDB assume o Itamaraty, com a queda do governo Dilma, há envenenamento da relação do Brasil com a Venezuela que é motivada por política eleitoral", defende Lopes. "Não vejo nenhum ganho para o Estado brasileiro, já que a Venezuela é um parceiro importante para nossa balança comercial independentemente de quem esteja no governo." Segundo Lopes, dada a assimetria de tamanho e poder política e econômico, o Brasil não precisaria usar de agressividade para conduzir as relações com o país para um caminho que seja de seu interesse – o que seria mais uma prova de que a relação com a Venezuela tem sido pensada em termos de ganho eleitoral. "É uma atitude que alguns acadêmicos chamam de populismo diplomático." Embora não seja tão relevante para o Brasil quanto para os outros países da América Latina, a questão da imigração também pode fazer parte das campanhas. "Alguns grupos acabam fomentando um discurso de xenofobia, muito baseado em informações falsas. Hoje há mais brasileiros morando fora do que estrangeiros vivendo aqui", diz Camila Asano, especialista em política internacional da Conectas, entidade de defesa dos direitos humanos. "Menos de 1% da população brasileira é imigrante. É muito pouco comparado com a Argentina, onde é 4%, e os EUA, onde os imigrantes são 14%." Crítico da aproximação do PT com a Chávez, Jair Bolsonaro já usou a crise em sua campanha, dizendo o Brasil corria o risco de ter o mesmo destino que a Venezuela. Recentemente, no entanto, foi trazida à tona novamente uma entrevista de 1999, quando era candidato pelo PSL, em que Bolsonaro definia Hugo Chávez como "uma esperança para a América Latina" e expressava o interesse de viajar ao país para conhecer o governo chavista. Questionado sobre o assunto no fim do ano passado, Bolsonaro disse que havia se equivocado. "Ora, 90% do povo venezuelano vibrou com a eleição de Chávez, assim como o Brasil vibrou com Lula. Eu gostei de ver um coronel paraquedista no governo. Seu discurso era outro. A gente se ilude com as pessoas", afirmou. * Com reportagem de Ángel Bermúdez, da BBC Mundo


Príncipe Harry e Meghan Markle se casam em Windsor
Domingo, 20 Maio 2018 10:25:22 -0000

Cerimônia foi marcada por quebra de tradições; reveja imagens: Príncipe Harry e Meghan Markle se casam em Windsor Cerimônia foi marcada por quebra de tradições; reveja imagens: Noivos receberam os títulos de Duque e Duquesa de Sussex. Meghan usou no casamento vestido da estilista Clare Waight Keller


Urnas são abertas na Venezuela para eleição presidencial 
Domingo, 20 Maio 2018 10:01:07 -0000

Em crise econômica e social, Venezuela vai às urnas neste domingo com Maduro como favorito à reeleição. Falta de adversários de peso e abstenção devem favorecer atual presidente.  O presidente Nicolás Maduro vota neste domingo (20) nas eleições presidenciais da Venezuela Carlos Garcia Rawlins/Reuters Venezuelanos votam para presidente neste domingo (20) Urnas em 14,5 mil centros de votação foram abertas na manhã deste domingo (20) para a eleição presidencial na Venezuela. Embora 20,5 milhões de pessoas estejam aptas a votar, a abstenção deve favorecer a reeleição de Nicolás Maduro para mais 6 anos de mandato. Além disso, a ausência de adversários de peso também deve contribuir para a vitória do presidente. As urnas na capital Caracas e em outras cidades venezuelanas foram abertas às 6h (7h, no Brasil), mas o pleito começou antes para cidadãos venezuelanos residentes no exterior, em países como Áustrália, China, Índia e Malásia, devido à diferença de fuso horário. A fronteira com o Brasil foi fechada neste sábado, para "resguardar a soberania territorial" da Venezuela e para que as Forças Armadas controlem todo território nacional, segundo explicou o cônsul-adjunto da Venezuela em Roraima, José Martí Uriana. A medida fez com que venezuelanos procurassem rotas clandestinas para comprar mantimentos no Brasil. Mulher deposita seu voto nas eleições presidenciais deste domingo (20) em Barquisimeto, na Venezuela Carlos Jasso/Reuters Meia hora antes da abertura das urnas, Nicolás Maduro convocou pelo Twitter os venezualanos a votarem nas eleições. "Começando um ótimo dia. Diana Carabobo toca em todos os cantos desta terra. Hoje é dia de festa, temos um encontro com a história!", escreveu, citando um hino chavista usado durante a sua campanha. Initial plugin text O presidente chegou para votar pouco antes das 6h ao colégio Miguel Antonio Caro, em Caracas, ao lado da esposa, Cilia Flores, e de vários colaboradores. "Fui o primeiro votante da pátria (...) sempre em primeiro nas batalhas pela nossa soberania, pelo direito à paz", declarou o líder chavista em entrevista coletiva depois de emitir seu voto. A eleição presidencial na Venezuela ocorre em meio à falta de reconhecimento da comunidade internacional, ao boicote pela maioria da oposição e sob forte suspeita de manipulação governamental. E, apesar de contar com um índice de rejeição de mais de 75%, o presidente Nicolás Maduro não deve enfrentar grandes dificuldades para se reeleger e continuar no cargo que ocupa desde 2013, após a morte de Hugo Chávez. Eleitores conferem salas de votação nas eleições deste domingo (10) na Venezuela Carlos Jasso/Reuters Isso se deve principalmente à ausência de competidores de grande peso político e à previsão de uma grande abstenção eleitoral. Segundo pesquisa da Atlantic Council divulgada em 5 de abril, quase a metade dos venezuelanos avalia não votar nas eleições presidenciais – o voto não é obrigatório no país. A eleição presidencial estava inicialmente prevista para o fim deste ano, mas em 23 de janeiro a Assembleia Nacional Constituinte anunciou que ela seria antecipada para uma data anterior a 30 de abril, depois fixada em 22 de abril. Mais tarde, porém, houve um adiamento para a segunda quinzena de maio. Boicote e outros candidatos Assim que as eleições foram anunciadas, a oposição avisou que iria boicotar o pleito. "Não contem com a Mesa da Unidade Democrática nem com o povo para aprovar o que, até agora, é apenas um simulacro fraudulento e ilegítimo de eleição presidencial", afirmou o coordenador político da MUD, Ángel Oropeza, em entrevista coletiva em 21 de fevereiro. Nicolás Maduro, Henri Falcon e Javier Bertucci, os três principais candidatos à presidência da Venezuela Reuters/Carlos Garcia Rawlins/File Photos De qualquer forma, os dois maiores rivais de oposição de Maduro estariam impedidos de concorrer ao cargo: Leopoldo Lopez está em prisão domiciliar e Henrique Capriles está impedido de se candidatar a qualquer cargo por um período de 15 anos por conta de acusações de má conduta quando era governador. Membros da guarda presidencial de Nicolás Maduro votam neste domingo (20) em Caracas Juan Barreto/AFP No entanto, o oposicionista Henri Falcón furou o boicote e decidiu se candidatar. Falcón, militar da reserva e dissidente chavista de 56 anos, é o candidato do Movimento ao Socialismo (MAS, esquerda). Consideramos que é imprescindível participar. Em um país onde o regime tem 80% de rejeição, é possível vencer, apesar das armadilhas e dos obstáculos", declarou. Segundo Meléndez, presidente do MAS, em 26 de fevereiro, ao anunciar a candidatura. Falcón, advogado, ex-prefeito e governador do estado de Lara entre 2008 e 2017, foi ligado ao movimento que levou Hugo Chávez ao poder em 1999, mas rompeu com o "chavismo" em 2010 mediante uma carta aberta na qual denunciou ter sido alijado por denunciar os erros da chamada "revolução bolivariana". Mulher carrega um cartaz com a mensagem ‘Não à fraude eleitoral com um Conselho Eleitoral Nacional viciado. Não vote’ durante protesto contra as eleições presidenciais em Caracas, na Venezuela, na quarta-feira (16) AP Photo/Ariana Cubillos Além de Falcón, apresentaram candidaturas à presidência o pastor evangélico Javier Bertucci e o engenheiro Reinaldo Quijada. Campanha Apesar de tudo, Maduro cumpriu uma intensa agenda de campanha eleitoral e foi cauteloso quanto a um discurso de vitória certa antes da hora. Mesmo com a grave crise econômica e política do país, o presidente participou de animados comícios diariamente, nos quais prometeu "uma revolução na economia", cantou e dançou ao lado de artistas populares na Venezuela e até do ex-jogador argentino Diego Maradona. O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, realiza evento de campanha acompanhado de sua mulher, Cilia Flores, e do ícone argentino do futebol Diego Maradona em Caracas Carlos Garcia Rawlins/Reuters Maduro confirmou oficialmente sua candidatura à reeleição em 27 de fevereiro. Naquele dia, com funcionários de sua confiança, visitou o túmulo do líder socialista Hugo Chávez (1999-2013), antes de se encaminhar para a sede do Conselho Nacional Eleitoral (CNE) para entregar os documentos de inscrição. "Este é o plano da pátria 2025, que é o aprofundamento do caminho e o legado de nosso amado comandante Hugo Chávez (...) na direção da prosperidade econômica", declarou na ocasião. Legitimidade Países como Chile, Argentina e Espanha já afirmaram que não irão reconhecer as eleições presidenciais venezuelanas, além da União Europeia. Mesmo poucos dias antes da votação, continuaram os pedidos de suspensão da eleição. Em 7 de maio, o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, falou sobre o assunto em uma sessão protocolar especial do Conselho Permanente da Organização dos Estados Americanos (OEA), em Washington. "Urgimos (ao presidente Nicolás) Maduro e a seu governo que suspenda essa fraude de eleições e organize eleições reais", disse. "Será uma eleição falsa com um resultado falso", apontou. Uma semana depois, no dia 14, o Grupo de Lima, do qual fazem parte 14 países – inclusive o Brasil – fez "um último apelo ao governo venezuelano para suspender as eleições gerais previstas para o próximo 20 de maio", disse o chanceler mexicano, Luis Videgaray, durante coletiva de imprensa celebrada após reunião do grupo na Cidade do México. Em abril, o Grupo de Lima já havia lançado uma declaração conjunta, na qual exigia na Venezuela "eleições presidenciais com as garantias necessárias para um processo livre, justo, transparente e democrático, sem presos políticos, que inclua a participação de todos os atores políticos venezuelanos, e ratificam que eleições que não cumpram com essas condições não terão legitimidade e credibilidade". Eleição na Venezuela ocorre sem participação de oposição Alexandre Mauro/Infografista/G1 Observadores internacionais Para tentar dar maior ar de legitimidade, a autoridade eleitoral venezuelana convidou a União Europeia (UE) para participar como observadora nas eleições presidenciais. A pedido dos principais candidatos - o presidente Nicolás Maduro e o opositor Henri Falcón -, em 19 de fevereiro o CNE também solicitou ao secretário-geral da ONU, António Guterres, que enviasse observadores para as eleições. "Estamos esperando a resposta das Nações Unidas, que já declarou que não pode vir porque não faz parte de seus procedimentos", assinalou a funcionária, referindo-se à falta de uma resposta formal da ONU. A oposição, além de boicotar as eleições, pediu que a ONU não participe do processo, para evitar legitimar uma eleição que diz ser manipulada. No sábado (20), Maduro pediu capacidade de entendimento após as eleições para os Estados Unidos e União Europeia. "Eu peço, não somente da UE, mas também dos EUA, uma capacidade de diálogo, de entendimento. Quero que escutem a voz e a verdade da Venezuela", disse, segundo a agência Efe. "Tomara que a UE tenha os olhos bem abertos para ver a verdade da Venezuela e abandone a intolerância ideológica contra a revolução bolivariana, que é uma revolução democrática", afirmou.


Realeza britânica agradece público que foi a Windsor para casamento
Domingo, 20 Maio 2018 09:42:00 -0000

Príncipe Harry e Meghan Markle se casaram em cerimônia que uniu tradição e modernidade. Mais de 100 mil pessoas não quiseram perder o acontecimento mais esperado do ano no Reino Unido.  Público acompanha casamento do Príncipe Harry e Meghan Markel Reprodução/Twitter/Royal Family A família real britânica agradeceu a todas as pessoas que foram no sábado (19) à cidade de Windsor para acompanhar o casamento do príncipe Harry e da americana Meghan Markle. "Obrigado a todos que vieram a Windsor e aqueles que acompanharam - o casamento - em todo o Reino Unido, a Commonwealth e o mundo", é a mensagem publicada na conta oficial do Twitter da realeza britânica. Initial plugin text Mais de 100 mil pessoas não quiseram perder o acontecimento mais esperado do ano no Reino Unido e foram ontem à pequena cidade de Windsor, a oeste de Londres, de 30 mil habitantes, para acompanhar o mais perto possível a casamento. "Parabéns mais uma vez aos recém-casados duques de Sussex", acrescentou a casa real, em mensagem acompanhada de uma foto panorâmica do passeio de Long Wolk abarrotado de gente durante a passagem da carruagem na qual Harry e Meghan Markle foram transportados depois de se casarem na capela de Saint George. Príncipe Harry e Meghan Markle se beijam depois do casamento na Capela de São Jorge em Windsor Danny Lawson/pool photo via AP Initial plugin text


Em crise econômica e social, Venezuela vai às urnas neste domingo com Maduro como favorito à reeleição
Domingo, 20 Maio 2018 03:10:17 -0000

Falta de adversários de peso e abstenção devem favorecer reeleição de Maduro na Venezuela. Diversos países e União Europeia já anunciaram que não irão reconhecer legitimidade da votação. Nicolás Maduro, Henri Falcon e Javier Bertucci, os três principais candidatos à presidência da Venezuela Reuters/Carlos Garcia Rawlins/File Photos Boicotada pela maioria da oposição, sem reconhecimento da comunidade internacional e sob forte suspeita de manipulação governamental, uma nova eleição presidencial será realizada neste domingo (20) na Venezuela. E, apesar de contar com um índice de rejeição de mais de 75%, o presidente Nicolás Maduro não deve enfrentar grandes dificuldades para se reeleger e continuar no cargo que ocupa desde 2013, após a morte de Hugo Chávez. Isso se deve principalmente à ausência de competidores de grande peso político e à previsão de uma grande abstenção eleitoral. Segundo pesquisa da Atlantic Council divulgada em 5 de abril, quase a metade dos venezuelanos avalia não votar nas eleições presidenciais – o voto não é obrigatório no país. Embora 20,5 milhões de pessoas estejam aptas a votar nos 14.500 centros que estarão abertos neste domingo, as sensações de desesperança e desconfiança são generalizadas no país. Mulher carrega um cartaz com a mensagem ‘Não à fraude eleitoral com um Conselho Eleitoral Nacional viciado. Não vote’ durante protesto contra as eleições presidenciais em Caracas, na Venezuela, na quarta-feira (16) AP Photo/Ariana Cubillos Cerca de 44,3% dos consultados porta a porta se mostraram inclinados a não participar das eleições, diante dos 28% registrados em janeiro em uma pesquisa por telefone deste centro de estudos com sede em Washington. Cerca de 49,8% consideram que os resultados anunciados pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE) não seriam críveis, 10 pontos percentuais a mais do que em janeiro. A eleição presidencial estava inicialmente prevista para o fim deste ano, mas em 23 de janeiro a Assembleia Nacional Constituinte anunciou que ela seria antecipada para uma data anterior a 30 de abril, depois fixada em 22 de abril. Mais tarde, porém, houve um adiamento para a segunda quinzena de maio. Campanha Apesar de tudo, Maduro cumpriu uma intensa agenda de campanha eleitoral e foi cauteloso quanto a um discurso de vitória certa antes da hora. "Que ninguém fique confiante a ache que já ganhamos. Claro que temos força para ganhar e vamos ganhar, mas temos que afinar nossa máquina para garantir os votos", disse o presidente em 4 de maio. E, mesmo com a grave crise econômica e política do país, o presidente participou de animados comícios diariamente, nos quais prometeu "uma revolução na economia", cantou e dançou ao lado de artistas populares na Venezuela e até do ex-jogador argentino Diego Maradona. O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, realiza evento de campanha acompanhado de sua mulher, Cilia Flores, e do ícone argentino do futebol Diego Maradona em Caracas Carlos Garcia Rawlins/Reuters Maduro confirmou oficialmente sua candidatura à reeleição em 27 de fevereiro. Naquele dia, com funcionários de sua confiança, visitou o túmulo do líder socialista Hugo Chávez (1999-2013), antes de se encaminhar para a sede do Conselho Nacional Eleitoral (CNE) para entregar os documentos de inscrição. "Este é o plano da pátria 2025, que é o aprofundamento do caminho e o legado de nosso amado comandante Hugo Chávez (...) na direção da prosperidade econômica", declarou na ocasião. Boicote e outros candidatos Assim que as eleições foram anunciadas, a oposição avisou que iria boicotar o pleito. "Não contem com a Mesa da Unidade Democrática nem com o povo para aprovar o que, até agora, é apenas um simulacro fraudulento e ilegítimo de eleição presidencial", afirmou o coordenador político da MUD, Ángel Oropeza, em entrevista coletiva em 21 de fevereiro. De qualquer forma, os dois maiores rivais de oposição de Maduro estariam impedidos de concorrer ao cargo: Leopoldo Lopez está em prisão domiciliar e Henrique Capriles está impedido de se candidatar a qualquer cargo por um período de 15 anos por conta de acusações de má conduta quando era governador. No entanto, o oposicionista Henri Falcón furou o boicote e decidiu se candidatar. Falcón, militar da reserva e dissidente chavista de 56 anos, é o candidato do Movimento ao Socialismo (MAS, esquerda). O candidato à presidência da Venezuela Henri Falcón acena durante evento de campanha em Maracay, na quarta-feira (11) Reuters/Adriana Loureiro "Consideramos que é imprescindível participar. Em um país onde o regime tem 80% de rejeição, é possível vencer, apesar das armadilhas e dos obstáculos", declarou. Segundo Meléndez, presidente do MAS, em 26 de fevereiro, ao anunciar a candidatura. Falcón, advogado, ex-prefeito e governador do estado de Lara entre 2008 e 2017, foi ligado ao movimento que levou Hugo Chávez ao poder em 1999, mas rompeu com o "chavismo" em 2010 mediante uma carta aberta na qual denunciou ter sido alijado por denunciar os erros da chamada "revolução bolivariana". Além de Falcón, apresentaram candidaturas à presidência o pastor evangélico Javier Bertucci e o engenheiro Reinaldo Quijada. Legitimidade Países como Chile, Argentina e Espanha já afirmaram que não irão reconhecer as eleições presidenciais venezuelanas, além da União Europeia. Em 2 de maio, o presidente do Chile, Sebastián Piñera, afirmou: "Vejo a experiência da Assembleia Constituinte na Venezuela, eleita de forma completamente fraudulenta, como fraudulentas serão, se forem realizadas, as eleições de maio na Venezuela, que o Chile, é claro, não vai reconhecer”. Antes, no dia 10 de abril, o presidente argentino Mauricio Macri já havia afirmado algo semelhante, durante uma entrevista coletiva ao lado do primeiro-ministro espanhol Mariano Rajoy. Eleição na Venezuela ocorre sem participação de oposição Alexandre Mauro/Infografista/G1 "Não vamos validar o resultado eleitoral de maio, ele não tem nenhum valor. Por mais que o senhor Maduro me insulte, não vamos reconhecê-lo como um presidente democrático porque nesse momento não há democracia na Venezuela”, disse Macri. Mesmo poucos dias antes da votação, continuaram os pedidos de suspensão da eleição. Em 7 de maio, o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, falou sobre o assunto em uma sessão protocolar especial do Conselho Permanente da Organização dos Estados Americanos (OEA), em Washington. "Urgimos (ao presidente Nicolás) Maduro e a seu governo que suspenda essa fraude de eleições e organize eleições reais", disse. "Será uma eleição falsa com um resultado falso", apontou. Uma semana depois, no dia 14, o Grupo de Lima, do qual fazem parte 14 países – inclusive o Brasil – fez "um último apelo ao governo venezuelano para suspender as eleições gerais previstas para o próximo 20 de maio", disse o chanceler mexicano, Luis Videgaray, durante coletiva de imprensa celebrada após reunião do grupo na Cidade do México. Em abril, o Grupo de Lima já havia lançado uma declaração conjunta, na qual exigia na Venezuela "eleições presidenciais com as garantias necessárias para um processo livre, justo, transparente e democrático, sem presos políticos, que inclua a participação de todos os atores políticos venezuelanos, e ratificam que eleições que não cumpram com essas condições não terão legitimidade e credibilidade". Observadores internacionais Para tentar dar maior ar de legitimidade, a autoridade eleitoral venezuelana convidou a União Europeia (UE) para participar como observadora nas eleições presidenciais. A pedido dos principais candidatos - o presidente Nicolás Maduro e o opositor Henri Falcón -, em 19 de fevereiro o CNE também solicitou ao secretário-geral da ONU, António Guterres, que enviasse observadores para as eleições. Manifestantes se reúnem em frente ao escritório da ONU em Caracas, na Venezuela, para pedir que o órgão não envie observadores para a eleição presidencial de maio, na segunda-feira (12) Reuters/Marco Bello "Estamos esperando a resposta das Nações Unidas, que já declarou que não pode vir porque não faz parte de seus procedimentos", assinalou a funcionária, referindo-se à falta de uma resposta formal da ONU. A oposição, além de boicotar as eleições, pediu que a ONU não participe do processo, para evitar legitimar uma eleição que diz ser manipulada.


Estudante paquistanesa e professora estão entre vítimas de atirador no Texas
Domingo, 20 Maio 2018 01:44:50 -0000

Jovem de 17 anos abriu fogo na Santa Fé High School, matando pelo menos 10 pessoas na sexta-feira. Motivo ainda é desconhecido.  Estudantes, com idades entre 15 e 17 anos, e professoras estão entre as vítimas de um jovem que entrou atirando na Santa Fé High School, no Texas, na última sexta-feira (18). O suspeito de cometer o massacre é Dimitri Pagourtzis, de 17 anos, que admitiu o crime e está preso, sem direito a fiança. Veja quem são as vítimas: Sabika Sheikh Pai de Sabika Sheikh mostra foto da filha no celular Fareed Khan/AP Filha mais velha de uma família paquistanesa que mora em Karachi, a jovem de 17 anos ganhou uma bolsa de estudos para passar um ano nos Estados Unidos, dentro de um programa de intercâmbio para jovens muçulmanos. Ela voltaria ao Paquistão no próximo mês para passar com a família os dias que marcam o final do Ramadã, o mês sagrado dos muçulmanos, informou a agência Reuters. Cynthia Tisdale Cynthia Tisdale (direita) com o marido e a sobrinha Eric Sanders/AP Era professora substituta na Santa Fé High School. Além disso, também trabalhava como garçonete em um restaurante para complementar a renda da família, depois que seu marido foi diagnosticado com uma doença incurável no pulmão. O relato foi publicado por seu cunhado John Tisdale no Facebook. Ann Perkins Também professora substituta, Ann era chamada de "Vovó Perkins" por estudantes e membros da escola, segundo informou a rede de televisão CBS. Christian Riley Garcia O jovem de 15 anos foi identificado por um pastor, que fez uma homanagem a ele no Facebook. Ele postou uma foto em que o adolescente escreveu uma passagem da bíblia no que seria a batente de seu futuro quarto, há cerca de 10 dias. Kimberly Vaughan Depois de uma busca intensa, a veterana do exército norte-americano Rhonda Hart confirmou em seu Facebook que sua filha morreu enquanto estava na aula de artes. Ela fez postagens pedindo o controle de armas de fogo no país. Shana Fisher Uma semana depois de seu 16º aniversário, Shana foi morta na escola, segundo afirmou uma tia dela no Twitter. "Ela deveria estar ganhando o primeiro carro, não um funeral", afirmou. Initial plugin text Chris Stone O estudante de 17 anos era apaixonado por futebol americano e por aventura. Sua página no Facebook tem imagens de atletas do Dallas Cowboys e de paisagens naturais, informou a agência Reuters. Angelique Ramirez A enfermeira Sylvia Pritchett, tia de Angelique, primeiro afirmou que sua sobrinha teria sido baleada na perna, mas depois informou que ela havia morrido. Jared Conard Black De acordo com o relato de um tio à rede de televisão KTRK, Black gostava de desenhar animes e tinha comemorado seu 17º aniversário dois dias atrás. Um amigo da família criou uma vaquinha virtual para comprar passagem aérea para o pai dele, que está na Califórnia. Kyle McLeod O jovem de 15 anos foi uma das vítimas, segundo afirmou a ABC News.


Com fronteira fechada, venezuelanos usam rotas clandestinas para comprar mantimentos no Brasil
Sabado, 19 Maio 2018 23:43:34 -0000

Nicolás Maduro ordenou fechamento da fronteira na véspera da eleição presidencial que ocorre neste domingo (20). Venezuelanos cruzam fronteira com o país por rotas clandestinas levando mantimentos neste sábado (19) Emily Costa/G1 RR Com a fronteira fechada às vésperas da eleição para presidente, venezuelanos estão entrando e saindo do país por rotas clandestinas. Muitos fazem um percurso em meio à mata para comprar comida e remédios no Brasil. De acordo com o Itamaraty, a fronteira da Venezuela com o Brasil foi bloqueada às 21h de sexta (18) e só será reaberta às 6h de segunda (21). O fechamento foi determinado pelo presidente Nicolás Maduro na véspera da eleição presidencial que ocorre neste domingo (20). Venezuelano percorre rota clandestina na fronteira do país: 'estou levando remédios' Emily Costa/G1 RR No início da manhã deste sábado (19), apenas o tráfego de veículos estava interrompido no lado venezuelano da BR-174, que liga os dois países. No entanto, às 10h (11h de Brasília), o fluxo de pessoas a pé entrando ou saindo da Venezuela também passou a ser vetado. Com isso, as rotas clandestinas em meio aos 2 mil quilômetros de fronteira entre Roraima e a Venezuela viram alternativa para quem foge do desabastecimento de alimentos e remédios no país governado por Maduro. O venezuelano Carlo Quintano, de 50 anos, foi a Pacaraima, município brasileiro ao Norte de Roraima, em busca de alimentos. Na volta para casa, uma fazenda na região da fronteira, atravessou a pé para a Venezuela. Consigo levou pacotes de farinha de trigo, arroz, garrafas de óleo e potes de margarina. "Precisamos de comida, e se não nos deixam passar pela fronteira, vamos por aqui. Temos que recorrer ao Brasil para não morrer de fome", disse Carlo Quintano. Carlo Quintano, 50, cruzou a pé a fronteira entre os dois países: 'Temos que recorrer ao Brasil para não morrer de fome' Emily Costa/G1 RR Um venezuelano de 23 anos que mora em Pacaraima disse que as rotas clandestinas em meio à mata costumam ser usadas sempre que a fronteira é fechada. O percurso a pé leva em média 30 minutos, não tem postos de fiscalização e fica dentro do território venezuelano. "A maioria das pessoas sempre vai pela rodovia, mas quando a fronteira fecha muito gente passa por aqui para entrar ou sair da Venezuela", explicou. Em dezembro de 2016, última vez em que a fronteira tinha sido fechada por ordem de Maduro, muitos venezuelanos e até brasileiros fizeram o mesmo percurso. Na fronteira, a 215 Km da capital Boa Vista, guardas venezuelanos impedem que pessoas cruzem a fronteira pela BR-174 em veículos ou a pé Emily Costa/G1 RR "Eu moro em Boa Vista e em Santa Elena de Uairén, e quando soube que a fronteira tinha sido fechada vim por aqui e irei ficar no Brasil até segunda", disse um brasileiro de 60 anos que também o fez o percurso para deixar a Venezuela. Segundo o cônsul-adjunto da Venezuela em Roraima, José Martí Uriana, a medida de fechar a fronteira é adotada sempre que ocorrem eleições no país como forma de segurança durante o pleito. Venezuelana com bebê de colo atravessa fronteira com o país por rota clandestina: 'ele [bebê] tem um mês" Emily Costa/G1 RR "A República Bolivariana da Venezuela, cada vez que tem um processo eleitoral, fecha a fronteira para resguardar a soberania territorial e também para que as Forças Armadas controlem todo território nacional, e isso inclui a fronteira", explicou. Eleições na Venezuela No domingo, os eleitores venezuelanos vão às urnas para eleger o presidente que vai governar o país nos próximos seis anos. Venezuela fecha fronteira com o Brasil na véspera das eleições Candidato à reeleição, Maduro lidera as pesquisas de opinião em uma eleição na qual os principais opositores não podem concorrer. O país vive uma grave crise econômica e humanitária, o que fez aumentar os fluxos migratórios de venezuelanos para outros países, como o Brasil. Pesquisas mostram liderança de Maduro, mas panorama é incerto Maduro encerra campanha em comício com Maradona Candidato presidencial promete 'ajuda humanitária' dos EUA na Venezuela Como a maior parte da oposição boicotará a votação de domingo e dois de seus líderes mais populares estão proibidos de concorrer, o presidente de esquerda Nicolás Maduro deve se reeleger apesar da crise econômica que devasta o país. Em Roraima, que recebe um crescente fluxo de venezuelanos que deixam o país natal, haverá apenas um posto de votação, que será no próprio consulado, no Centro de Boa Vista. A expectativa é que pelo menos 50 venezuelanos que se inscreveram e têm residência fixa em Roraima – ou seja, que não são solicitantes de refúgio e nem de residência temporária – votem na capital. Estima-se que há 40 mil venezuelanos vivendo em Boa Vista em razão da crise no país natal.


Iván Duque lidera pesquisas para eleições presidenciais da Colômbia
Sabado, 19 Maio 2018 23:07:40 -0000

Candidato de direita venceria o esquerdista Gustavo Petro no 2º turno, segundo a última pesquisa. Ivan Duque lidera pesquisa presidencial na Colômbia Jaime Saldarriaga/Reuters O candidato de direita Iván Duque lidera as intenções de voto entre os colombianos antes das eleições presidenciais no final do mês, com uma vantagem de 12 pontos percentuais sobre seu rival mais próximo, o esquerdista Gustavo Petro, a quem derrotaria em um segundo turno, revelou neste sábado (19) uma pesquisa.  Na pesquisa da empresa Invamer, Duque alcançou 41,5% das intenções de voto, frente a 29,5% de Petro, ex-prefeito de Bogotá.  Duque, que tem o apoio do Partido Centro Democrático do ex-presidente Álvaro Uribe, permaneceu estável em relação à pesquisa anterior da Invamer, publicada em abril, enquanto Petro perdeu 1,5 ponto percentual.  Em terceiro lugar ficou o independente Sergio Fajardo, com 16,3% das intenções, com alta de 3 pontos percentuais em relação à pesquisa anterior.  O candidato de centro-direita e ex-vice-presidente Germán Vargas Lleras ocupa o quarto lugar na corrida, com 6,6% das intenções, mais de um ponto percentual a menos que na pesquisa anterior, enquanto o aspirante do Partido Liberal Humberto De La Calle aparece em quinto com 1,9%, registrando queda de meio ponto percentual.  A pesquisa, com margem de erro de 2,83 pontos, incluiu 1.200 entrevistas e foi realizada entre 12 e 16 de maio. Todas as pesquisas realizadas até agora mostram Duque como o vencedor do primeiro turno, acompanhado por Petro em segundo lugar.  Em um eventual segundo turno entre Duque e Petro, o político de direita chegaria à Presidência com 53,5%, frente aos 43,4% do ex-prefeito de Bogotá, de acordo com o levantamento.  As eleições presidenciais da Colômbia estão marcadas para o domingo 27 de maio. Se nenhum dos candidatos conseguir mais da metade dos votos válidos, um segundo turno acontece em junho entre os dois mais votados. 


Ex-piloto fez denúncias contra companhia aérea do avião que caiu em Cuba
Sabado, 19 Maio 2018 22:06:02 -0000

Em algumas ocasiões, os motores das aeronaves falharam, e os mecânicos reclavam de falta de peças para reposição. Avião cai logo após decolar de Havana nesta sexta (18) Adalberto Roque/AFP O ex-piloto Marco Aurélio Hernández, que trabalhou para a Global Air, a companhia aérea proprietária do avião que caiu na sexta-feira (18) em Havana deixando mais de 100 mortos, tinha denunciado às autoridades que várias vezes voou em aeronaves da empresa com problemas técnicos. Em entrevista ao jornal "Milenio", Hernández disse que trabalhou para companhia aérea entre 2005 e 2013. Desde seu início na empresa, o ex-piloto disse que informou aos donos da Global Air sobre os problemas, mas não obteve resposta alguma. Hernández contou, entre outras coisas, que voou pela América do Sul sem radar. Em algumas ocasiões, os motores das aeronaves falharam, e os mecânicos reclavam de falta de peças para reposição. Avião caiu logo após decolar de Havana Infografia: Roberta Jaworski A primeira denúncia foi apresentada por ele ao diretor-geral de Aeronáutica Civil da Secretaria de Comunicações e Transportes (SCT), Alexandro Ardugín Le Roy. O documento da ação acompanha a entrevista concedida pelo ex-piloto. "Há pessoas muito capacitadas como mecânicos, mas faltam coisas como refeições leves. Falta cuidado. Que eles conseguissem para eles as peças necessárias para que os aviões ficassem, se não 100%, pelo menos 80% ou 90%", disse o ex-piloto na entrevista. Hernández pilotou três aviões diferentes, todos eles Boeing 737. Um deles, com matrícula XA-UHZ, foi o que caiu em Havana, provocando a morte de 110 pessoas, por motivos ainda desconhecidos. Bombeiros e agentes trabalham em meio a destroços da aeronave caída em Havana Alexandre Meneghini/Reuters Sobre o piloto morto no acidente, Jorge Núñez, Hernández explicou que os dois tinham trabalhado juntos por dois meses. "Era um companheiro muito capaz, preparado e sério", disse. O ex-piloto deixou o trabalho depois de ter um derrame horas antes de comandar um voo entre Juárez e Cidade do México. Ontem, a Direção Geral de Aeronáutica Civil do México informou que a empresa não fez a revisão técnica anual de suas aeronaves. A maioria dos 110 mortos no acidente é cubana, mas há também cidadãos mexicanos, argentinos e saarianos entre as vítimas. Apenas três mulheres cubanas sobreviveram à queda do avião e estão internadas em estado grave em um hospital de Havana.


Família de suspeito de tiroteio no Texas diz que está 'chocada e confusa'
Sabado, 19 Maio 2018 21:42:14 -0000

Dimitri Pagourtzis, de 17 anos, abriu fogo na Santa Fé High School, matando pelo menos 10 pessoas na sexta-feira. Motivo ainda é desconhecido. Jovem que abriu fogo numa escola do Texas e matou 10 se apresenta a juiz A família do estudante de 17 anos Dimitri Pagourtzis, que segundo autoridades matou 10 pessoas ao abrir fogo em uma escola do Texas na véspera, afirmou neste sábado (19) que está tão "chocada e confusa quanto qualquer pessoa com o que aconteceu". "Compartilhamos da mesma sede de respostas para explicar como isto aconteceu", afirmou a família em nota divulgada por advogados. Segundo eles, Dimitri é um "garoto inteligente, quieto e amoroso". Pelo menos um colega na Santa Fé High School afirmou que ele era alvo de bullying. No entanto, ele não dava sinais de violência. Autor de massacre em escola no Texas vai ficar preso sem direito à fiança Além dos nove estudantes e um professor mortos, os tiros feriram outras 13 pessoas. Após se entregar, Dimitri teria dito a policiais que tinha intenção de se matar também, mas não teve coragem. "Estendemos as nossas mais sinceras orações e condolências a todas as vítimas. Também queremos agradecer todos os que intervieram para mostrar sua ajuda e apoio", escreveram os pais do atirador. Ele ainda afirmou que tentou não atirar contra pessoas das quais gostava para que elas pudessem contar sua história. A polícia ainda não divulgou o que teria provocado o ato. Estudante Dakota Shrader é consolada por sua mãe após tiroteio em sua escola no Texas. Stuart Villanueva/AP Dia seguinte Um de seus advogados afirmou neste sábado que Dimitri parecia estar desorientado nesta manhã. Ele foi acusado de homicídio e está detido sem direito a fiança em Santa Fé. Nicholas Poehl, um dos dois advogados contratados pelos pais do suspeito para representá-lo, disse à Reuters que passaram uma hora com Pagourtzis, na noite de sexta e na manhã de sábado.  "Há aspectos que ele entende, e há aspectos que ele não entende."  Pagourtzis abriu mão de seu direito de permanecer em silêncio em fez um pronunciamento às autoridades admitindo a autoria do crime, de acordo com uma declaração juramentada antes de sua prisão.  Na manhã de sexta-feira, a Sanfa Fe High School, a sudeste de Houston, tornou-se a cena do quarto tiroteio em massa com vítimas fatais em uma escola pública norte-americana, entrando numa longa lista de estabelecimentos educacionais que foram vítimas de atiradores.  Equipes de emergência e policiais atendem feridos após tiroteio em escola de ensino médio em Santa Fe, Texas Michael Ciaglo/AP Tiros em escola no Texas Infografia: Karina Almeida/G1


Meghan Markle escolhe vestido de Stella McCartney para recepção do casamento
Sabado, 19 Maio 2018 20:12:39 -0000

Meghan e Harry deixaram o castelo de Windsor a bordo de um clássico Jaguar E-Type, mas movido a eletricidade. Meghan Markle escolheu vestido de Stella McCartney para a recepção oferecida pelo príncipe Charles Steve Parsons/Pool via REUTERS Depois da cerimônia e do almoço, os recém-casados príncipe Harry e Meghan Markle deixaram o castelo de Windsor por volta das 19h (horário local) para a recepção oferecida pelo príncipe Charles em Frogmore. Veja como foi o vestido de noiva de Meghan Markle A agora duquesa de Sussex trocou o vestido de noiva da marca francesa Givenchy por um modelo sem mangas e com os ombros de fora, feito pela estilista Stella McCartney, filha do ex-Beatle Paul McCartney. Initial plugin text Casal parte para recepção em Frogmore, outro palácio em Windsor Steve Parsons/Pool via REUTERS Harry também trocou o traje militar pelo smoking preto com a tradicional gravata borboleta. Os dois saíram sorridentes, e Harry abriu a porta do carro, um Jaguar E-Type Zero. O modelo é originalmente de 1968, mas foi convertido e agora tem motor elétrico, que não emite poluentes. Harry abre a porta do carro para Meghan Markle Steve Parsons/Pool via REUTERS No detalhe, a placa do veículo marca exatamente a data do casamento E 19-05-18. Apenas 200 pessoas foram convidadas para a recepção, relativamente mais reservada que o almoço oferecido pela rainha Elizabeth logo após a cerimônia. Meghan e Harry acenam antes de partir para a recepção Steve Parsons/Pool via REUTERS Depois da festa reservada em Frogmore, Harry e Meghan voltarão ao castelo de Windsor, onde passarão a primeira noite de casados. Diferentemente do costume brasileiro, eles não saem em lua de mel logo após a cerimônia. Ainda não se sabe qual será o destino da viagem, mas algum país na África é a maior aposta. No domingo, o casal deve voltar ao palácio de Kensington em Londres, e na terça-feira eles têm seu primeiro compromisso oficial em Buckingham, o local de trabalho da rainha Elizabeth. Casal deixou Windsor a bordo de um Jaguar E-Type Zero Steve Parsons/Pool via REUTERS Harry e Meghan vão para a recepção em um Jaguar E-Type elétrico Steve Parsons/PA Wire/Pool via REUTERS Initial plugin text


Caixa-preta de avião que caiu em Cuba é recuperada 'em boas condições', diz ministro
Sabado, 19 Maio 2018 19:17:48 -0000

Informação foi dada pelo ministro dos Transportes do país à TV estatal cubana; 110 pessoas morreram no acidente.  Especialistas cubanos recuperam caixa preta de avião que caiu após decolar Especialistas cubanos conseguiram recuperar neste sábado (19) uma das caixas-pretas do avião que caiu na véspera depois de decolar do aeroporto internacional de Havana, matando 110 das 113 pessoas a bordo. O ministro de Transportes de Cuba, Adel Yzquierdo, disse à emissora estatal cubana que os investigadores estão trabalhando intensamente no local do acidente, perto do terminal 1 do aeroporto, e que a caixa-preta localizada está em "boas condições". "Já temos uma caixa-preta em mãos, em boas condições, bom estado de conservação, e devemos conseguir a outra nas próximas horas. Elas irão para a comissão criada para analisar as causas do acidente", explicou o ministro na entrevista à imprensa oficial. O ministro afirmou que todos os corpos das vítimas, a maior parte delas cubanas, já foram levados para o Instituto de Medicina Legal de Havana. Parentes já estão no local para oferecer amostras genéticas para facilitar o processo de identificação. "Já temos a lista de passageiros, vamos publicá-la nas próximas horas", disse o ministro. Até o momento, apenas dez corpos foram identificados. O avião transportava 102 cubanos, seis tripulantes mexicanos e cinco passageiros estrangeiros: dois argentinos, um mexicano e dois saarauís. Avião cai logo após decolar de Havana nesta sexta (18) Adalberto Roque/AFP O primeiro vice-presidente de Cuba, Salvador Valdés, destacou o esforço, a dedicação e o prossionalismo das equipes que atuaram após o acidente e dos funcionários do Instituto de Medicina Legal. O Boeing 737 da companhia aérea mexicana Global Air, operado pela Cubana de Aviación, caiu pouco depois de decolar em Havana. As três únicas sobreviventes, todas mulheres e cubanas, permanecem internadas em estado grave no Hospital Calixto García, em Havana. Uma delas está consciente. Obsoleto e barulhento A aeronave que caiu em Cuba voava havia quase 40 anos. O modelo, o 737-200, é barulhento e obsoleto, e começou a perder espaço, já no início dos anos 1990, para aviões mais modernos e espaçosos, como a continuação da família 737 (-300, 400 e 500), que levavam mais passageiros e tinham motores mais silenciosos e econômicos. Desde meados dos anos 2000, nenhuma grande companhia aérea no mundo voa os 737-200 - em razão de legislações que exigem que as aeronaves tenham nível de ruido menor. Entre os operadores estão empresas de Uganda, Paquistão, Quênia, Congo, Filipinas e Venezuela. Atualmente, nenhum voa regularmente dentro da Europa e dos Estados Unidos. O mesmo ocorre no Brasil. Em grandes companhias, o fim se deu em 2005, com Varig e Vasp, ambas extintas. Em 2010, o Boeing 737-200 usado pela Rico Linhas Aéreas, do Amazonas, foi o último a voar regularmente em voos domésticos no país. Avião caiu logo após decolar de Havana Roberta Jaworski/G1


Estrela da NFL pagará por funeral de mortos no massacre em escola do Texas
Sabado, 19 Maio 2018 18:51:30 -0000

Tiroteio em Santa Fe, na sexta-feira, deixou 10 mortos. O jogador da NFL J.J. Watt, do Houston Texans Mike Blake/Reuters A estrela do futebol americano J.J. Watt, do Houston Texans, irá arcar com as despesas dos funerais dos mortos no massacre na escola de ensino médio de Santa Fe, anunciaram dirigentes da liga de futebol americano (NFL). Segundo a imprensa do país, dois professores e oito alunos perderam suas vidas durante o ataque, realizado por um adolescente de 17 anos, que entrou em uma sala de aulo e abriu fogo, na sexta-feira (18) em Santa Fe, no Texas. Outras 10 pessoas ficaram feridas. "Absolutamente horrível", escreveu Watt em sua conta no Twitter pouco após a tragédia. Watt, uma das maiores estrelas do futebol americano, é famoso por seus projetos sociais desde que foi escolhido para defender o Houston Texans no Draft de 2011. No ano passado, o jogador de 29 anos, considerado um dos melhores defensores da liga, recebeu o prêmio da NFL de Homem do Ano após arrecadar mais de US$ 37 milhões para ajudar famílias desalojadas pelo furacão Harvey, que causou destruição no Texas. Policiais atendem ao chamado depois de tiroteio em escola em Santa Fe, região de Houston, no Texas. Xerife do Condado de Harris/Reuters


Sobrevivente de acidente aéreo em Cuba está consciente, diz médico
Sabado, 19 Maio 2018 18:19:43 -0000

Três mulheres sobreviveram à queda do Boeing 737-200 em Havana; mais de 100 pessoas morreram.  Sobrevivente do acidente com um avião em Cuba é socorrida por paramédicos na sexta-feira (18) Marcelino Vazquez Hernandez/ACN/Handout via Reuters Uma das três sobreviventes do acidente aéreo de sexta-feira (18) em Havana, que causou a morte de 110 pessoas, está consciente, mas segue em estado crítico. "As três foram oficialmente identificadas e suas famílias estão presentes. Elas têm ferimentos graves e correm risco de morte. Estão em estado crítico extremo devido à complexidade de seus ferimentos", declarou neste sábado o médico Carlos Martinez, diretor do hospital Calixto García. As sobreviventes foram identificadas como as cubanas Mailen Díaz Almaguer, de 19 anos; Grettel Landrovell Font, de 23 anos; e Emiley Sanchez de la O, de 39. "Destas três, a última está consciente e comunicativa", disse o médico, sem dar mais detalhes sobre o estado das outras duas pacientes. O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, esteve no hospital para saber sobre o estado de saúde das feridas, segundo a TV oficial. O Dr. Martinez indicou que as sobreviventes foram submetidas a várias cirurgias, apresentam traumatismo craniano e múltiplas fraturas nos membros inferiores. Os boletins detalhados serão fornecidos apenas aos familiares. "Eu não tinha coração para chegar até aqui, mas estou tranquila. Minha pressão subiu, sou diabética e hipertensa, mas estou tranquila, com a mente positiva de que vai melhorar", declarou Esther de la O, mãe de Emiley. Sua filha estava de férias em Havana. "Ela sabe que eu estou aqui, que o filho dela está aqui. Ela pediu água. Sinto que já houve melhora", disse ela. As três mulheres foram encontradas com vida na sexta-feira, depois que um Boeing 737-200 caiu no início da tarde, logo depois de decolar do aeroporto internacional da capital cubana em direção a Holguín (leste). A aeronave, em uso pela estatal Cubana de Aviación, pertencia à companhia mexicana Damojh (Global Air). O governo cubano está conduzindo uma investigação para determinar as causas do acidente.


Veja a repercussão do casamento do príncipe Harry e Meghan Markle 
Sabado, 19 Maio 2018 16:51:08 -0000

Pelas redes sociais, famosos manifestaram votos de felicidade aos noivos, brincadeiras e até posicionamentos políticos. Príncipe Harry e Meghan Markle na porta da capela de São Jorge Neil Hall/Pool via Reuters Famosos manifestram nas redes sociais votos de felicidade, brincadeiras e até posicionamentos políticos sobre o casamento real. Na manhã deste sábado (19), o príncipe Harry, sexto na linha de sucessão ao trono da Inglaterra, casou-se com a atriz Meghan Markle. Meghan, divorciada e filha de mãe negra, é a mais nova plebeia a se tornar membro da realeza britânica. Veja os comentários: Bernice King, filha do pastor e ativista dos direitos dos negros Martin Luther King Jr., escreveu: "Querida família: tudo bem assistir e se mover pelo casamento real. Isso não te faz insensível ou menos preocupado com a falta de humanidade no mundo. Não significa que você esqueceu a história. Encontre momentos de alegria. Nós precisamos dele para continuar o trabalho." Initial plugin text E continuou: "O amor não exige que você escolha com qual 'desumanidade' se importar. O amor está acima de religião, raça e região. O amor não te rotula porque você quer paz e segurança pelas crianças palestinas e pelas crianças israelenses. O amor não chora pelos palestinos massacrados não é amor." Initial plugin text A modelo e atriz Tyra Banks, que estudou na escola "Imaculado Coração", onde Meghan também cursou o colegial, escreveu: "Que conto de fadas ardente o casamento real para o príncipe Harry e para a princesa Meghan Markle. Enviando todo o 'amor panda' para a minha irmã de Imaculado Coração. Levante-se em seus padrões, cante para a 'alma mater', Coração Imaculado nós o saudamos, todas as suas leais filhas". Initial plugin text A atriz Reese Whiterspoon comentou: "Eu amo casamentos! Esse momento é tudo." Initial plugin text A apresentadora Ellen DeGeneres brincou: "Feliz sábado! Não acredito que dormi até tão tarde. Perdi alguma coisa?" Mas depois emendou com uma foto dos noivos: "Estou brincando. Tive uma manhã maravilhosa." Initial plugin text O ator Mark Hamill, famoso pelo papel do rebelde Luke Skywalker, de Guerra nas Estrelas, brincou: "Me desculpem por não comparecer ao casamento real. Meu convite acabou misturado na correspondência. Mas obrigado por confirmarem meu status real, de qualquer forma". Initial plugin text A atriz Michelle Monaghan postou uma foto de Meghan junto da frase: "Quando você sabe que sua tiara é TUDO!" Initial plugin text O ator Blair Underwood escreveu: "Meghan Markle é uma princesa não porque ela se casou com um monarca, mas porque ela sabe seu valor, tem autoestima e empodera a si mesma e todas as pessoas ao redor do mundo falando o que pensa." Initial plugin text Initial plugin text


Maduro tenta reeleição neste domingo em meio a isolamento internacional e críticas à economia
Sabado, 19 Maio 2018 16:11:15 -0000

Há 5 anos no poder, Maduro lidera intenções de voto em pleito considerado controverso. Impedidos ou presos, principais adversários não vão concorrer.  O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, durante o último comício de sua campanha pela reeleição, em Caracas, na quinta-feira (17) Juan Barreto/AFP A eleição presidencial na Venezuela ocorre neste domingo (20) com Maduro liderando intenções de voto em um pleito considerado controverso. Impedidos ou presos, principais candidatos da oposição não vão concorrer e o país enfrenta uma grave crise econômica. A hiperinflação deteriora a renda dos venezuelanos e algumas pesquisas apontam alta rejeição a Maduro, com perspectiva de aumento do fluxo migratório após a eleição. Muitos consideram o líder como o protagonista do colapso econômico venezuelano, analisa a agência France Presse. Maduro, no entanto, sustenta um discurso em que diz ser um "presidente democrático" e "vítima" dos Estados Unidos. Ele diz que a crise econômica também tem a direita como responsável. O líder a culpa pela hiperinflação e pela falta de comida, diz a agência. Maduro também sofre pressão internacional, com as eleições sendo consideradas ilegítimas. Dois maiores rivais de oposição de Maduro estão impedidos de concorrer ao cargo: Leopoldo Lopez está em prisão domiciliar e Henrique Capriles está impedido de se candidatar à presidência por conta de acusações de má conduta de quando era governador. Com isso, a Mesa da Unidade Democrática (MUD), coalizão que reúne os principais partidos que são adversários do presidente, decidiu não apresentar candidato. Sobraram então opositores menos "fortes" para a oposição de domingo: Maduro é seguido pelo ex-governador Henri Falcón, o ex-pastor evangélico Javier Bertucci e o engenheiro Reinaldo Quijada, que praticamente não fez campanha. Seus adversários o acusam de empurrar o país para o abismo com medidas econômicas disparatadas, de submeter o povo à fome e de ser um "ditador", sustentado por militares, informa a France Presse. Eleição na Venezuela ocorre sem participação de oposição Alexandre Mauro/Infografista/G1 Mais agressivo e forte O ex-motorista de ônibus de 55 anos também arrasou com adversários, dentro e fora do chavismo, encarnando o homem forte, que os críticos chamam de "ditador". Desde que assumiu o comando da Venezuela, Maduro se tornou um homem agressivo, analisam especialistas entrevistados pela agência France Presse. "Sua autoridade nasce herdada de Chávez (presidente de 1999 até sua morte, em março de 2013). Mas agora temos um Maduro diferente, que sabe que é forte e é mais agressivo", disse à AFP Félix Seijas, diretor do instituto de pesquisas Delphos. Durante seu governo, a Venezuela sofreu ondas de protestos que deixaram 200 mortos, a derrocada socioeconômica e o isolamento internacional. Combinação de fotos mostra candidatos presidenciais na Venezuela: Nicolás Maduro, Henri Falcón e Javier Bertucci Marco Bello/ Carlos Garcia Rawlins/ Carlos Jasso/Reuters Maduro tem formação comunista, mas adversários o acusam de enriquecer empresários Maduro teve formação comunista em Cuba nos anos 1980 e viaja com frequência à ilha. Chávez, a quem conheceu em 1993, o considerava um verdadeiro "revolucionário". Mas adversários e ex-companheiros o acusam de enriquecer empresários amigos e a cúpula militar, informa a France Presse. Durante muito tempo, o líder tentou associar sua figura a Chávez, mas analistas avaliam que ele deve seguir um caminho autônomo. "Maduro passou por uma metamorfose e estas eleições culminam esse processo: poderíamos estar passando do chavismo ao 'madurismo'. Sem dúvida, está apontando a consolidar um espaço de poder autônomo", disse à France Presse Rafael Ramírez, ex-presidente da petroleira PDVSA, homem de confiança de Chávez. Maduro declara-se católico, é fã de beisebol e na adolescência foi guitarrista de uma banda de rock. Seus opositores asseguram que nasceu na Colômbia, mas ele diz que nasceu em Caracas. É casado com a ex-procuradora Cilia Flores, a quem chama de "primeira combatente" e com quem dança frequentemente nos comícios. É pai de "Nicolasito", membro da Assembleia Constituinte de 27 anos, fruto de um casamento anterior.


Veja os momentos que tornaram único o casamento real de Harry e Meghan
Sabado, 19 Maio 2018 16:06:18 -0000

Vestido, buquê, mãe de Meghan emocionada... Confira destaques da cerimônia em Windsor. Numa cerimônia que misturou elementos de modernidade e tradição, Harry e Meghan se casaram neste sábado (19) em Windsor. Veja abaixo momentos e elementos marcantes da celebração: O vestido de Meghan Meghan Markle e o príncipe Harry se casam neste sábado (19) Dominic Lipinski/Pool via REUTERS Sóbria e elegante, Meghan usou um vestido branco criado pela estilista britânica Clare Waight Keller, diretora artística da marca francesa Givenchy, com um véu, decote canoa e o cabelo com uma tiara, enquanto Harry usava o uniforme de gala militar. A tiara de diamantes usada por Meghan era da rainha Mary, que foi dada para sua neta, a rainha Elizabeth II. O acessório foi feito em 1932 no Reino Unido, sendo que o broche central é datado de 1893. Os brincos e o bracelete da noiva eram Cartier. Véu de 5 metros Meghan Markle na porta da Capela de São Jorge Ben Stansall/Pool via Reuters O véu do vestido de Meghan tinha 5 metros de comprimento e é feito de tule de seda com flores bordadas à mão em fios de seda e organza. O buquê de flores foi elaborado pela florista Philippa Craddock e inclui algumas flores do jardim privado do Palácio de Kensington, que agora abrigará Meghan. Buquê com homenagem a Diana Príncipe Harry e Meghan Markle se beijam após casamento na Capela de São Jorge, no Castelo de Windsor Jane Barlow/pool photo via AP O buquê de flores foi elaborado pela florista Philippa Craddock e inclui algumas flores do jardim privado do Palácio de Kensington, que agora abrigará Meghan. Quem as colheu foi Harry, que escolheu entras as flores algumas não-me-esqueça, que eram as favoritas de sua mãe Diana. Mãe de Meghan emocionada Emocionada, Doria Ragland assiste ao casamento da filha com Príncipe Harry na capela de Windsor Dominic Lipinski/pool photo via AP A mãe de Meghan, Doria Ragland, foi flagrada na capela de São Jorge visivelmente emocionada com o casamento. Coral gospel A cerimônia teve diversos momentos emocionantes, como o sermão do bispo americano Michael Curry e a versão da música "Stand By Me" cantada por um coro gospel (veja abaixo). Coral canta 'Stand by me' no casamento de Harry e Meghan Coro canta 'Stand By Me' no casamento de Harry e Meghan Markle Reprodução/G1 Princesa Charlotte Princesa Charlotte acena para fotógrafos antes do casamento de seu tio Harry com Meghan Markle Jane Barlow/Pool via Reuters Como dama de honra, a pequena princesa Charlotte esbanjou simpatia ao acenar para os convidados na parte externa do castelo. Seu irmão também integrou o grupo de pajens e daminhas que acompanhou Meghan ao percorrer boa parte da capela sozinha, na ausência de seu pai. Bolo e cardápio Cerimonial divulga foto do bolo do casamento Reprodução/TV Globo Logo após a cerimônia na igreja, a família real divulgou o cardápio da recepção oferecida aos 600 convidados do casamento. Ela inclui lagostins escoceses e croquete de confit de cordeiro . Tamvbém foi divulgada uma descrição detalhada do bolo de casamento (veja foto abaixo). Vestido da rainha Rainha Elizabeth no casamento de Harry e Meghan Andrew Milligan/pool photo via AP A rainha Elizabeth, de 92 anos, chamou atenção no casamento pela combinação de cores de suas roupas.


O que Harry disse para Meghan no altar?
Sabado, 19 Maio 2018 15:50:33 -0000

Príncipe teria dito 'você está incrível' para a atriz. Casamento foi realizado neste sábado (19) na capela de São Jorge, no Castelo de Windsor. Harry diz que Meghan está incrível e que é 'muito sortudo' O que disse o príncipe Harry após receber sua noiva Meghan Markle no altar? Imagens de Harry falando com Meghan estão repercutindo após a cerimônia de casamento deles realizada neste sábado (19) na capela de São Jorge, no Castelo de Windsor. Segundo alguns veículos de comunicação, como a emissora britânica ITV e a americana ABC, Harry disse "you look amazing" ("você está incrível", em português) e depois "I'm so lucky" ("sou tão sortudo"). Initial plugin text Durante os votos do casal, outro ponto que chamou a atenção foi que Meghan decidiu não pronunciar a palavra "obedecer". Em inglês, os votos tradicionais para a mulher costumam citar "love, cherish and obey" (amar, cuidar e obedecer, em português). Meghan, no entanto, omitiu a palavra obedecer dos votos ao príncipe Harry e parou em "love and cherish" (amar e cuidar). A cerimônia para 600 convidados misturou elementos tradicionais e modernos. Príncipe Harry e Meghan Markle no altar Jonathan Brady/Pool via Reuters Initial plugin text


Cerimônia injetou energia e diversidade na tradição real 
Sabado, 19 Maio 2018 15:33:24 -0000

Casamento de Harry e Meghan inovou com gospel, violoncelista e reverendo negros  Príncipe Harry e Meghan Markle na porta da capela de São Jorge Neil Hall/Pool via Reuters Definitivamente, foi um casamento real marcado pela diversidade cultural e racial, coerente com noivos com origens tão diferentes. Inovou na mistura de tradições da realeza britânica com o gospel americano, a performance de um jovem violoncelista negro e o sermão épico de um reverendo americano, franco defensor da igualdade racial. Primeiro bispo negro da Igreja Episcopal americana, o reverendo Michael Curry roubou a cena, ressaltando o poder do amor, com citações de Martin Luther King. O sermão soou teatral para os moldes da família real, mas bastante familiar para os fiéis de igrejas da comunidade negra nos EUA. O beijo de Príncipe Harry e Meghan Markle após casamento na capela de São Jorge Ben Birchall/Pool via Reuters Enquanto os príncipes Harry e Meghan trocavam o primeiro beijo como marido e mulher, na saída da Capela St. George, ecoava no interior o som de “This little light of mine”, de Etta James, consagrado como o hino do movimento de direitos civis nos EUA dos anos 60. Mais simbolismo nesta união entre fantasia, tradição e ativismo, impossível. O casamento entre Harry e Meghan apenas começou, mas, a contar pela cerimônia, já comprova uma injeção de energia e renovação na realeza britânica. Sandra Cohen é jornalista especializada em assuntos internacionais. Foi editora de Mundo do jornal 'O Globo' durante 14 anos, de 2004 a 2018.Twitter: @Sandracoh Initial plugin text


Veja o cardápio do almoço oferecido pela rainha Elizabeth aos convidados do casamento real
Sabado, 19 Maio 2018 13:55:21 -0000

Menu inclui canapés de lagostim, tartar de tomate e fricassé de frango. Confira também detalhes do bolo. Cerimonial divulga foto do bolo do casamento Reprodução/TV Globo O site oficial da monarquia britânica divulgou o cardápio do almoço que a rainha está oferecendo aos 600 convidados do casamento de Harry e Meghan. Será servida uma série de canapés com os seguintes recheios: Lagostins escoceses com creme fresco cítrico de salmão defumado Aspargos ingleses grelhados envoltos em presunto da Cúmbria Tartar de tomate e manjericão com pérolas de balsâmico Panna cotta de ervilhas com ovos de codorniz e lúcia-lima Frango cozido com iogurte levemente apimentado temperado com damasco assado Croquete de confit de cordeiro de Windsor, legumes assados e geleia de chalota Lanças de espargos quentes com muçarela e tomates secos ao sol Saiba qual é o cardápio do casamento de Meghan e Harry Os convidados também serão servidos com uma seleção de "bowl food" (comida em tigelas), incluindo: Fricassé de frango caipira com cogumelos morel e alho-poró Risoto de ervilha e hortelã com brotos de ervilha, óleo de trufas e batatas fritas de parmesão Barriga de porco assada por 10 horas com compota de Maçã e torresmo  Finalmente haverá canapés doces, incluindo: Macarons de champanhe e pistache Tortinhas de crème brûlée de laranja Tortinhas de crumble de ruibarbo O bolo de casamento também será servido na recepção. Desenhado por Claire Ptak, ele tem como ingrediente xarope de flor-de-sabugueiro produzido na residência da rainha em Sandringham, a partir das próprias árvores de sabugueiro da propriedade, bem como um leve pão-de-ló exclusivamente formulado para o casal. O recheio é feito de coalhada de limão amalfi e creme de sabugueiro, que une todos os elementos. O bolo é decorado com creme de manteiga de merengue suíço e 150 flores, principalmente britânicas e sazonais, incluindo peônias e rosas. Para tomar, os convidados serão servidos com champanhe Pol Roger Brut Réserve Non Vintage e uma seleção de vinhos. Uma variedade de bebidas não-alcoólicas também será servida, incluindo um mocktail de maçã e sabugueiro, feito com o mesmo xarope de flor-de-sabugueiro usado no bolo de casamento, e o suco de maçã de Sandringham Cox. A recepção vai incluir o momento do corte do bolo de casamento e discursos do príncipe de Gales, príncipe Harry e Markle. O Duque de Cambridge, que é padrinho, atuará como mestre-de-cerimônias da recepção. Initial plugin text


Papa manifesta profunda tristeza por acidente que matou mais de 100 em Cuba
Sabado, 19 Maio 2018 13:49:02 -0000

Boeing 737-200 seguia para o leste do país na sexta-feira (18) e caiu logo após decolar.  Papa também ofereceu sufrágio eterno para o descanso dos mortos Remo Casilli/Reuters Em telegrama enviado ao arcebispo de Cuba neste sábado (19), o papa Francisco expressou profunda tristeza pelas vítimas de acidente aério da sexta-feira (18) no país. O Boeing 737-200 caiu em Havana logo após decolar e deixou mais de 100 mortos. "Fiquei profundamente triste ao receber a dolorosa notícia do acidente, que causou numerosas vítimas, e ofereço sufrágios para o eterno descanso dos mortos", afirmou Francisco em um telegrama enviado ao arcebispo de Santiago de Cuba, Guillermo García Ibáñez, e assinado, como de habitual, pelo secretário de Estado do Vaticano, o cardeal Pietro Parolin. O pontífice, além disso, disse que pediu a Deus "que derrame sobre todos os afetados os dons da serenidade espiritual e da esperança cristã". Equipes de resgate trabalham no local onde um avião com 113 pessoas a bordo caiu logo após decolagem em Havana, Cuba Adalberto Roque/AFP O acidente aconteceu na sexta-feira (18), quando um Boeing 737-200 operado pela companhia Cubana de Aviação (que pertence à mexicana Global Air) caiu poucos minutos depois de decolar nas proximidades do aeroporto internacional José Martí, em Havana. A bordo da aeronave, que faria a rota entre a capital de Cuba e a cidade de Holguín, no leste do país, viajavam 110 pessoas, incluindo tripulação e passageiros, em sua maioria de nacionalidade cubana. Somente três mulheres sobreviveram. Elas seguem em estado grave no hospital.


Venezuela fecha fronteira com o Brasil às vésperas das eleições presidenciais
Sabado, 19 Maio 2018 13:40:22 -0000

Eleições na Venezuela ocorrem neste domingo (20). Fronteira foi fechada por guardas venezuelanos e tráfego é proibido para veículos e pedestres até às 6h de segunda (21). Fronteira entre o Brasil e Venezuela amanheceu fechada na manhã deste sábado (19) e deve permanecer até a segunda (21); eleições na Venezuela ocorrem neste domingo (19) Emily Costa/G1 RR A fronteira entre Venezuela e Brasil amanheceu fechada neste sábado (19). A medida foi determinada pelo presidente Nicolás Maduro às vésperas das eleições presidenciais que ocorrem neste domingo (20). Candidato à reeleição, Maduro lidera as pesquisas de opinião em uma eleição na qual os principais opositores não podem concorrer. O país vive uma grave crise econômica e humanitária, o que fez aumentar os fluxos migratórios de venezuelanos para outros países, como o Brasil. Segundo o Itamaraty, a fronteira foi fechada às 21h de sexta (18) e deve permanecer assim até às 6h da próxima segunda. A informação foi repassada ao Itamaraty pela Embaixada do Brasil em Caracas. Na fronteira, a 215 km de Boa Vista, veículos estão proibidos de entrar ou sair da Venezuela e até às 10h pessoas cruzavam o caminho a pé. No entanto, depois desse horário guardas venezuelanos proibiram completamente o tráfego no local. No início da manhã dese sábado, a fronteira estava fechada apenas no posto de fiscalização de Santa Elena de Uairén. Às 8h30 (9h30 de Brasília), no entanto, guardas venezuelanos bloquearam a passagem logo na divisa entre os dois países. A cidade é a primeira depois de Pacaraima, município brasileiro ao Norte de Roraima. A medida de fechar a fronteira é adotada pela Venezuela sempre que ocorrem eleições no país como forma de segurança durante o pleito. "A República Bolivariana da Venezuela, cada vez que tem um processo eleitoral, fecha a fronteira para resguardar a soberania territorial e também para que as Forças Armadas controlem todo território nacional, e isso se inclui a fronteira", explicou o cônsul-adjunto da Venezuela em Roraima, José Martí Uriana. Mesmo com a fronteira fechada, no início da manhã venezuelanos ainda conseguiram sair do país. A engenheira química Henmar Medina, de 28 anos, cruzou a divisa entre os dois países a pé. Ela saiu de Valência, no estado de Carabobo, na última quarta-feira (23), para fugir da crise que devasta a Venezuela. Carlos Ocopio, Ismael Zambrana e Henmar Medina (da esquerda para a direita) entram no Brasil a pé às vespéras da eleições na Venezuela; eles cruzaram a fronteira antes da guarda venezuelana colocar noes na divisa entre os dois países Emily Costa/G1 RR “Vou para Buenos Aires. Na Venezuela não tinha mais como ficar. Ontem tive medo de não conseguir sair, mas consegui. Não há problema se tenho que ir a pé", disse. Outros dois venezuelanos também cruzaram a fronteira com ela. Os três se conheceram no caminho e em comum têm a vontade de deixar o país, conseguir trabalho no Brasil e voltar para buscar a família. “Quero levar meus filhos e minha mulher para a Argentina comigo. Vou na frente para conseguir o dinheiro para buscá-los. Vamos recomeçar”, disse Ismael zambrana, 30. Eles, assim como milhares de venezuelanos, acreditam que as eleições serão manipuladas. “Não quisemos esperar as eleições. É mais do mesmo. Não acredito no processo eleitoral” declarou Carlos Ocopio, 41. O fechamento da fronteira afeta ainda os brasileiros. Armandina Lopes, 62, mora há 45 anos em Santa Elena de Uairén, onde é servidora pública. Aos sábados tem aulas em Boa Vista e costuma cruzar a fronteira de carro. Hoje teve de fazer o caminho entre os dois países a pé. A distância é de cerca de 2km. “Hoje tenho prova, tive que deixar o carro, mas sigo caminhando”, destacou. Fronteira também foi fechada para pedestres desde às 10h deste sábado (19) e segue até às 6h de segunda (21) Emily Costa/G1 RR Após as 10h, quando a fronteira foi fechada por completo, ninguém conseguiu mais atravessar. O venezuelano Alinzo Fernandez, de 40 anos, viajou por 5 horas de El Cayado até Pacaraima para comprar comida para a mulher e os filhos. Ele faz o trajeto a cada 15 dias e foi pego de surpresa ao ser barrado na fronteira. No Brasil ele comprou itens da cesta básica, como trigo, macarrão, feijão e óleo. Alinzo Fernandez, de 40 anos, atravessou a fronteira para o Brasil para fazer compras e não conseguiu retornar para a cidade onde mora na Venezuela Emily Costa/G1 RR “Cruzei a fronteira ontem às 7h. Não sabia que seria fechada até para pedestres. Estou aqui preocupado, sem dinheiro. Fiquei à deriva e minha família sem comida na Venezuela, esperando por mim para comer”, disse. Outros dois funcionários de um hospital na Venezuela, que preferiram não dar seus nomes, disseram que estavam trabalhando em Santa Elena, deixaram o carro do outro lado da fronteira, e foram a pé a Pacaraima para lanchar. Na volta, foram impedidos de cruzar a fronteira. “Não sabemos o que fazer, fomos pegos de surpresa. Pacientes estão nos esperando”, disseram, enquanto tentavam negociar a travessia com os guradas, mas sem êxito. Guarda venezuelana fechou passagem em Santa Elena do Uairén, cidade na fronteira com o Brasil Emily Costa/G1 RR Eleições na Venezuela No domingo, os eleitores venezuelanos vão às urnas para eleger o presidente que vai governar a Venezuela nos próximos seis anos. O presidente e candidato à reeleição, Nicolás Maduro, lidera as intenções de voto nas pesquisas de opinião, seguido pelo ex-governador Henri Falcón, o ex-pastor evangélico Javier Bertucci e o engenheiro Reinaldo Quijada, que praticamente não fez campanha. Como a maior parte da oposição boicotará a votação de domingo e dois de seus líderes mais populares estão proibidos de concorrer, o presidente de esquerda Nicolás Maduro deve se reeleger apesar da crise econômica que devasta o país. Em Roraima, que recebe um crescente fluxo de venezuelanos que deixam o país natal, haverá apenas um posto de votação, que será no próprio consulado, no Centro de Boa Vista. A expectativa é que pelo menos 50 venezuelanos que se inscreveram e têm residência fixa em Roraima – ou seja, que não são solicitantes de refúgio e nem de residência temporária – votem na capital. Estima-se que há 40 mil venezuelanos vivendo em Boa Vista em razão da crise no país natal. Guardas venezuelanos fecharam e fazem a segurança na fronteira com o Brasil na manhã deste sábado (19), vespera das eleições no país governado por Nicolás Maduro Emily Costa/G1 RR


Imagens da semana de 12 a 18 de maio de 2018
Sabado, 19 Maio 2018 13:00:21 -0000

14 de maio - Palestino carrega no colo um companheiro manifestante ferido durante confronto com tropas israelenses perto da fronteira entre a Faixa de Gaza e Israel, no dia da abertura da Embaixada dos EUA em Jerusalém Mahmud Hams/AFP 16 de maio - Pessoas observam as cinzas que saem da cratera Halemaumau durante uma erupção do vulcão Kilauea no Havaí, EUA Terray Sylvester/Reuters 15 de maio - Garotos que estão conhecendo a vida de monges budistas (ao ficarem em um templo por duas semanas como monges novatos), se divertem em um passeio no parque de diversões Everland, em Yongin, na Coréia do Sul Kim Hong-Ji/Reuters 18 de maio - Equipes de resgate trabalham no local onde um avião com mais de 100 pessoas a bordo caiu logo após decolagem em Havana, Cuba Adalberto Roque/AFP 16 de maio - Um funcionário do departamento de eletricidade descansa ao lado de árvores caídas após uma tempestade na noite desta terça-feira (15) em Nova Deli, na Índia Adnan Abidi/Reuters 18 de maio - Um babuíno boceja durante banho de sol em seu recinto no zoológico Hellabrunn, em Munique, na Alemanha Michael Dalder/Reuters 14 de maio - Geni Aparecida de Oliveira e a filha Natalie Flaviane de Moura; negros são minoria em cargos de gerência e profissões que exigem qualificação Celso Tavares/G1 17 de maio - Mulheres trans nepalesas se preparam para participar do concurso Miss Pink, em Kathmandu, no Nepal. O concurso foi organizado para marcar o Dia Internacional contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia Niranjan Shrestha/AP 18 de maio - Muçulmanos rezam no primeiro dia do Ramadan na mesquita nacional Baitul Mukarram em Dhaka, Bangladesh Mohammad Ponir Hossain/Reuters 17 de maio - O ícone argentino do futebol Diego Maradona participa de evento de campanha presidencial do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, em Caracas Carlos Garcia Rawlins/Reuters 18 de maio - Um homem caminha por uma rua inundada durante forte chuva em Agatala, no nordeste da Índia Arindam Dey/AFP 14 de maio - Mãe de Marielle Franco, Marinete Silva participa de ato organizado pela Anistia Internacional em lembrança aos dois meses do assassinato da vereadora e do motorista Anderson Gomes, em frente ao Comando do leste, no Rio de Janeiro José Lucena/Futura Press/Estadão Conteúdo 18 de maio - O príncipe britânico Harry cumprimenta fãs da realeza em frente ao Castelo de Windsor, na véspera de seu casamento Tolga Akmen/AFP 15 de maio - Palestinos pegam pneus para serem queimados durante protesto pelo 70º aniversário de 'Nakba', na fronteira entre Israel e Gaza, no sul da Faixa de Gaza Ibraheem Abu Mustafa/Reuters 18 de maio - Foto divulgada pela presidência do Chile mostra o palácio presidencial La Moneda iluminado com as cores do arco-íris para marcar o dia internacional contra a homofobia, transfobia e bifobia em Santiago Marcelo Segura/Presidência do Chile/Divulgação via AFP 14 de maio - Jovens aproveitam dia de sol na praia Hietaniemi, em Helsinque, na Finlândia Vesa Moilanen/Lehtikuva via Reuters 16 de maio - Estudantes marcham para protestar contra a educação sexista e a lentidão no progresso da reforma educacional, em Santiago, no Chile Martin Bernetti/AFP 14 de maio - Funcionários tosam a alpaca Juliette para o verão, enquanto o macho Romeo aguarda sua vez de ser tosado no zoológico Royev Ruchey, em Krasnoyarsk, na Rússia Ilya Naymushin/Reuters 17 de maio - Um membro da comunidade Bohra reza dentro da mesquita Al-Hakim bi-Amr Allah no primeiro dia de jejum do feriado muçulmano do Ramadan em Cairo, no Egito Amr Abdallah/Reuters 14 de maio - Uma vaca é vista em um local que costumava ser cheio de água, na Lagoa Aculeo, em Paine, no Chile Matias Delacroix/Reuters 18 de maio - Um homem observa o céu estrelado com a via láctea em Ormont Valley, na Suíça Anthony Anex/Keystone via AP 16 de maio - Crianças brincam com bolhas de sabão criadas por um artista de rua no parque Rizal em Luneta, na região metropolitana de Manila, nas Filipinas Romeo Ranoco/Reuters 15 de maio - Pessoas carregam o corpo de Laila al-Ghandour, de oito meses, que morreu depois de inalar gás lacrimogêneo durante um protesto contra a mudança da embaixada dos EUA para Jerusalém, na fronteira entre Israel e Gaza Mohammed Salem/Reuters 17 de maio - Uma policial conversa com fãs da família real britânica em Windsor, no Reino Unido Phil Noble/Reuters 16 de maio - Uma rajada de vento sopra o manto do Papa Francisco ao ler mensagem durante sua audiência geral semanal, na Praça de São Pedro, no Vaticano Alessandra Tarantino/AP 17 de maio - Uma criança com um adesivo em forma de coração em sua bochecha, sorri enquanto espera para dançar em um desfile que marca o Dia Internacional contra Homofobia, Transfobia e Bifobia, em Pinar Del Rio, Cuba Desmond Boylan/AP 18 de maio - Meghan Markle chega ao Hotel Cliveden House, onde vai passar a noite da véspera de seu casamento com o príncipe Harry Steve Parsons/Pool via Reuters 17 de maio - O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, realiza evento de campanha acompanhado de sua mulher, Cilia Flores, e do ícone argentino do futebol Diego Maradona em Caracas Carlos Garcia Rawlins/Reuters 16 de maio - Cabos de eletricidade são vistos perto da usina Energias de Portugal (EDP) nos arredores de Carregado, em Portugal Rafael Marchante/Reuters 18 de maio - Um tiroteio dentro de uma escola de ensino médio em Santa Fe, região de Houston, no Texas, deixou entre oito e dez mortos, segundo o xerife local Ed Gonzalez Michael Ciaglo/AP 17 de maio - Suspeitos são levados por policiais durante operação contra pornografia infantil em São Paulo. Mais de 100 pessoas foram presas em todo o país até o começo da manhã de quinta-feira (17). São cumpridos 578 mandados de busca e apreensão no Distrito Federal e em 24 estados na maior operação de combate à pornografia infantil do país Suamy Beydoun/Agif/Estadão Conteúdo 14 de maio - Lava abre uma fenda em meio à vegetação durante erupção do vulcão Kilauea, no Havaí, a leste da subdivisão Leilani Estates Terray Sylvester/Reuters 18 de maio - O príncipe britânico Harry cumprimenta multidão de fãs da realeza em frente ao Castelo de Windsor, na véspera de seu casamento Dylan Martinez/Reuters 17 de maio - Um trailer é visto tombado em um jardim após passagem de um tornado em Boisheim, no oeste de Dusseldorf, na Alemanha, na noite desta quarta (16) Thilo Schmuelgen/Reuters 16 de maio - Caixões são vistos dentro de uma vala comum durante o enterro de pessoas mortas quando uma represa rompeu suas paredes, invadindo casas próximas, na cidade de Solai, perto de Nakuru, no Quênia Thomas Mukoya/Reuters 15 de maio - O filho de um dos cristãos egípcios que foram decapitados na Líbia pelo Estado Islâmico em 2015, toca a foto de seu pai em uma igreja na vila al-Our, ao sul do Cairo, no Egito Amr Abdallah Dalsh/Reuters 17 de maio - Um menino de Acehne recita o Alcorão em uma mesquita no primeiro dia do mês sagrado muçulmano de jejum do Ramadã em Banda Aceh, na Indonésia Chaideer Mahyuddin/AFP 16 de maio - Policiais fazem guarda enquanto um carro que foi usado para atacar a sede da polícia é examinado em Pekanbaru, na Indonésia. Quatro homens que atacaram o local com espadas de samurais foram mortos e um policial também morreu, disseram as autoridades locais Wahyudi/AFP 18 de maio - Um geólogo inspeciona uma rachadura em uma estrada em Leilani Estates após a erupção do vulcão Kilauea no Havaí, EUA USGS/Divulgação via Reuters 14 de maio - Manifestantes palestinos correm para se proteger de tiros e bombas de gás atiradas por tropas israelenses durante protesto contra a inauguração de embaixada dos EUA em Jerusalém Ibraheem Abu Mustafa/Reuters 15 de maio - Cleo Pires faz show em São Paulo. Cantora e atriz se apresentou para amigos e família Celso Tavares/G1 18 de maio - Participantes do festival Wave and Goth caminham por uma área de pedestres no centro de Leipzig, na Alemanha Axel Schmidt/Reuters 16 de maio - Um bloco de garrafas plásticas comprimidas é visto em um centro de lixo plástico, nos arredores de Pequim, na China Fred Dufour/AFP 18 de maio - Um homem empurra seu riquixá enquanto ajuda um passageiro a passar por uma rua inundada após fortes chuvas em Agartala, na Índia Jayanta Dey/Reuters 14 de maio - O premiê de Israel, Benjamin Netanyahu, acena ao chegar para a inauguração da Embaixada de Israel nos EUA Ronen Zvulun/Reuters 18 de maio - Palestinos rezam no complexo da mesquita Al-Aqsa, em Jerusalém, na primeira sexta-feira do mês sagrado do Ramadan Ahmad Gharabli/AFP 16 de maio - Abelhas são vistas voando perto de uma colmeia em Denee, na Bélgica Yves Herman/Reuters 17 de maio - Visitantes olham modelos de vagões de trem em exibição em uma feira internacional em Chennai, na Índia Arun Sankar/AFP 18 de maio - Um fluxo de lava é visto em uma estrada em Pahoa, no Havaí, EUA. O arquipélago segue em alerta vermelho por conta do risco de 'grande erupção iminente' Kris Burmeister/via Reuters 17 de maio - Participante faz pose enquanto aguarda o início de um desfile que marca o Dia Internacional contra Homofobia, Transfobia e Bifobia, em Pinar Del Rio, Cuba Desmond Boylan/Reuters


Veja GIFs com cenas do casamento de Harry e Meghan
Sabado, 19 Maio 2018 12:36:38 -0000

Príncipe Harry e Meghan Markle se casaram neste sábado (19) em capela do Castelo de Windsor. Príncipe Harry e Meghan Markle disseram "sim" em cerimônia na Capela de São Jorge, no castelo de Windsor. Lotada de celebridades, a celebração misturou elementos tradicionais e modernos. Veja algumas cenas do casamento: Kate Middleton ao lado da sogra Camilla Parker Reprodução O beijo Reprodução Os noivos no altar Reprodução Meghan entra na capela Reprodução A Princesa Charlotte dá seu tchauzinho real para os súditos Reprodução O passeio de carruagem Reprodução Tchau dos noivos Reproduçao Initial plugin text


Como princesa Diana, Meghan Markle omite 'obediência' de votos de casamento
Sabado, 19 Maio 2018 11:38:31 -0000

Ela parou em 'amar e cuidar' e não pronunciou a palavra 'obedecer'. Meghan Markle no altar com o príncipe Harry em cerimônia de 19 de maio de 2018 Reprodução/TV Globo Meghan Markle decidiu não pronunciar a palavra "obedecer" dos tradicionais votos de casamento na cerimônia com o príncipe Harry neste sábado (19). Com isso, ela segue os passos da quebra de tradição deflagrada pela princesa Diana -- que também foi seguida por Kate Middleton em seu casamento com o príncipe William em 2011. Em inglês, os votos tradicionais para a mulher costumam citar "love, cherish and obey" (amar, cuidar e obedecer, em português). Meghan, no entanto, omitiu a palavra obedecer dos votos ao príncipe Harry e parou em "love and cherish" (amar e cuidar). Feminista, Meghan defende a igualdade de direitos entre homens e mulheres e é representante da ONU Mulheres, braço da Organização das Nações Unidas para a promoção da igualdade de gênero. Formada em comunicação, ela também manteve por três anos um blog de estilo de vida chamado "The Tig", dedicado a assuntos femininos. Em uma postagem no blog, a atriz chegou a escrever: "Nunca quis ser uma mulher que almoça; sempre quis ser uma mulher que trabalha". O beijo de Príncipe Harry e Meghan Markle após casamento na capela de São Jorge Ben Birchall/Pool via Reuters Rainha Elizabeth disse 'obedecer' Apesar da decisão de Meghan ser coerente com sua biografia, a escolha não é tão transgressora no contexto das noivas "não-reais" -- o "obedecer" dos votos tradicionais já não é adotado em casamentos do Reino Unido de modo geral. Em relação à família real, entretanto, a escolha pode ser considerada moderna. No casamento da rainha Elizabeth com o príncipe Philip em 1947 a rainha optou por pronunciar a palavra "obedecer" -- a mudança só começou com a princesa Diana em seu casamento com o princípe Charles em 1981. Initial plugin text


Veja os pajens e daminhas do casamento de Harry e Meghan
Sabado, 19 Maio 2018 10:58:33 -0000

Os príncipes George e Charlotte, filhos de William e Kate, estão entre as crianças.  A Princesa Charlotte dá seu tchauzinho real para os súditos Reprodução Dez crianças – seis meninas e quatro meninos – foram os pajens e daminhas do casamento de Harry e Meghan, no castelo de Windsor, neste sábado (19). A princesa Charlotte, filha de William e Kate, chegou acenando e sorrindo para o público. Os pequenos foram acompanhados por Kate Middleton, duquesa de Cambridge, e Jessica Mulroney, amiga de Meghan Markle e estilista de moda canadense. O príncipe George também estava entre os pajens. Harry e Meghan disseram "sim" em cerimônia na Capela de São Jorge, no castelo de Windsor. Lotada de celebridades, a celebração misturou elementos tradicionais e modernos. O arcebispo de Canterbury, Justin Welby, líder espiritual da Igreja Anglicana, tomou os votos matrimoniais dos noivos, que passaram grande parte da cerimônia de mãos dadas. A cerimônia teve diversos momentos emocionantes, como o sermão do bispo americano Michael Curry e a versão da música "Stand By Me" por um coro gospel. Princesa Charlotte mostra a língua em carro a caminho do casamento de Meghan e príncipe Harry Andrew Milligan/Associated Press A Duquesa de Cambridge, Kate Middleton, chega com as daminhas e pajens na capela de São Jorge, no castelo de Windsor, para o casamento do príncipe Harry com a atriz Meghan Markle Jane Barlow/Pool via Reuters Kate Middleton com seus filhos e outros pajens e damas de honra chegando ao casamento de Príncipe Harry e Meghan Markle Jane Barlow/Pool via Reuters Princesa Charlotte, filha de William a Kate chega em carro para o casamento de Harry e Meghan Chris Jackson / POOL / AFP Os pajens John e Brian Mulroney acompanham Meghan Markle Odd Anderson/pool via AP Princesa Charlotte brinca nas escadas da capela de São Jorge, no castelo de Windsor, no casamento de seu tio Harry com a atriz Meghan Markle Jane Barlow/Pool via Reuters Kate Middleton, duquesa de Cambridge e Jessica Mulroney, amiga de Megan Markle, estilista de moda canadense com as damas de honra Ben Stansall/Pool via Reuters O príncipe George nas escadas da capela de São Jorge, no Castelo de Windsor. Ele foi pajem do casamento de seu tio, o príncipe Harry, com a atriz Meghan Markle Brian Lawless/Pool via Reuters Initial plugin text A duquesa de Cambridge, Kate Middleton, conduz a filha Charlotte até a capela de São Jorge para o casamento do príncipe Harry e Meghan Markle Neil Hall/Pool via Reuters Initial plugin text


Primas que ousaram com chapéus no casamento de William aparecem 'contidas' no de Harry
Sabado, 19 Maio 2018 10:51:10 -0000

Eugenie e Beatrice, filhas do príncipe Andrew, chamaram a atenção no casamento de William e Kate em 2011. Princesa Eugenie e Beatrice, primas de William e Harry, no Castelo de Windsor neste sábado (19) Gareth Fuller/Pool via Reuters As primas do príncipe Harry Eugenie e Beatrice foram neste sábado (19) ao casamento de Harry e Meghan Markle no Castelo de Windsor mais "contidas" do que quando foram ao casamento de William e Kate, em 2011. Harry e Meghan se casam em cerimônia que uniu tradição e modernidade Eugenie e Beatrice estavam entre as 600 pessoas que assistiram à cerimônia do casamento de Harry e Meghan dentro da capela de São Jorge, no Castelo de Windsor, neste sábado. Em 2011, as duas chamaram a atenção ao chegarem na Abadia de Westminster, em Londres, para a cerimônia de William e Kate. Eugenie e Beatrice são filhas do príncipe Andrew, irmão do príncipe Charles, e têm o título de princesas de York. Eugenie e Beatrice no casamento do príncipe William com Kate Middleton em 2011, em Londres Gero Breloer/AFP Initial plugin text


Príncipe Harry e Meghan Markle se casam em cerimônia que uniu tradição e modernidade
Sabado, 19 Maio 2018 10:49:52 -0000

Celebração estava repleta de celebridades. Como anunciado recentemente, Meghan foi levada ao altar pelo sogro Charles, já que seu pai não pôde viajar à Inglaterra. Meghan Markle e o príncipe Harry se casam neste sábado (19) Dominic Lipinski/Pool via REUTERS Reveja imagens que marcaram o casamento de Harry e Meghan O príncipe Harry e a atriz norte-americana Meghan Markle casaram-se neste sábado (19) na Capela de São Jorge, no castelo de Windsor. Com isso, Meghan é a mais nova plebeia a ser tornar membro da realeza britânica, concretizando o enlace que nas últimas semanas tomou conta do noticiário no mundo todo. Veja detalhes sobre o vestido da noiva VÍDEOS: momentos marcantes da cerimônia FOTOS: convidados famosos Lotada de celebridades, a emocionante cerimônia misturou elementos tradicionais e modernos. O arcebispo de Canterbury, Justin Welby, líder espiritual da Igreja Anglicana, tomou os votos matrimoniais dos noivos, que passaram grande parte da cerimônia de mãos dadas. Michael Curry, o bispo presidente da Igreja Episcopal dos EUA, fez um sermão sobre o amor e citou ativista negro Martin Luther King. A cerimônia teve diversos momentos emocionantes, como o sermão do bispo americano Michael Curry e a versão da música "Stand By Me" cantada por um coro gospel (veja abaixo). Coral canta 'Stand by me' no casamento de Harry e Meghan Meghan Markle no altar Reprodução/TV Globo Casamento de Harry e Meghan encanta com tradição e diversidade Entrada da noiva Após a polêmica provocada pela ausência de seu pai Thomas Markle, Meghan entrou sozinha na capela, acompanhada por dez crianças que fizeram pares de damas de honra e pajens, entre eles o príncipe George e a princesa Charlotte, filhos do príncipe William e de Kate Middleton. O pai de Meghan passou por uma cirurgia no coração recentemente. A alegação médica foi dada depois que Thomas ganhou destaque nos jornais ao ser descoberto por aceitar ser fotografado por um paparazzo em troca de dinheiro. Com a ausência de Thomas, o príncipe Charles – pai de Harry e William – levou Meghan até o altar. Ela deu o braço ao sogro, o príncipe Charles, apenas nos metros finais. Votos Seguindo a tradição iniciada com a princesa Diana, em 1981, Meghan decidiu não pronunciar a palavra "obedecer" dos tradicionais votos de casamento. Em inglês, os votos tradicionais para a mulher costumam citar "love, cherish and obey" (amar, cuidar e obedecer, em português). Meghan disse apenas "love and cherish" (amar e cuidar). Isso já é comum em casamentos no Reino Unido, mas, em relação à família real, a escolha pode ser considerada moderna. Feminista, Meghan defende a igualdade de direitos entre homens e mulheres e é representante da ONU Mulheres, braço da Organização das Nações Unidas para a promoção da igualdade de gênero. Formada em comunicação, ela também manteve por três anos um blog de estilo de vida chamado "The Tig", dedicado a assuntos femininos. Principe Harry beija a esposa Meghan Markle Danny Lawso/POOL/AFP Desfile em carruagem Depois do casamento na capela, os agora duque e duquesa de Sussex, deixaram a igreja e entraram em uma carruagem aberta para saudar as milhares de pessoas que acompanharam a cerimônia em telões. Súditos acampam por dias para ver o passeio do casal em carruagem aberta Príncipe Harry e Meghan Markle durante passeio de carruagem por Windsor Dylan Martinez/Reuters O beijo de Príncipe Harry e Meghan Markle após casamento na capela de São Jorge Ben Birchall/Pool via Reuters Tiara e vestido Meghan usou um vestido branco criado pela estilista britânica Clare Waight Keller, diretora artística da marca francesa Givenchy, com um véu, decote canoa e o cabelo com uma tiara, enquanto Harry usava o uniforme de gala militar. A tiara de diamantes usada por Meghan era da rainha Mary, que foi dada para sua neta, a rainha Elizabeth II. O acessório foi feito em 1932 no Reino Unido, sendo que o broche central é datado de 1893. Os brincos e o bracelete da noiva eram Cartier. Diana, Grace Kelly, Rania... Vote no melhor vestido de princesa O véu tem cinco metros de comprimento e é feito de tule de seda com flores bordadas à mão em fios de seda e organza. O buquê de flores foi elaborado pela florista Philippa Craddock e inclui algumas flores do jardim privado do Palácio de Kensington, que agora abrigará Meghan. A noiva seguiu para a igreja a bordo de um Rolls-Royce Phantom IV, ao lado de sua mãe Doria Ragland. Convidados O cantor Elton John, a apresentadora de TV Oprah Winfrey, os atores George Clooney e Idriss Elba, o ex-jogador de futebol David Beckham, estavam na igreja de São Jorge, que abriga o túmulo de reis e recebeu neste sábado o 16º casamento real desde 1863. Também foram à cerimônia Cressida Bonas e Chelsy Davy, ex-namoradas de Harry. As primas do príncipe Harry Eugenie e Beatrice, que ousaram com chapéus extravagantes no casamento de William, em 2011, foram mais "contidas" na cerimônia deste sábado. Vote: qual chapéu mais se destacou? Amal Alamuddin e George Clooney chegam para o casamento real Gareth Fuller/pool photo via AP David e Victoria Beckham Chris Radburn/pool via AP Festa privada Após o passeio de carruagem diante do público começa a parte privada do casamento, com um almoço oferecido por Elizabeth II no castelo de Windsor e uma festa à noite na mansão Frogmore, presente do pai do noivo, o príncipe Charles. Veja o cardápio oferecido no almoço Nas ruas de todo país foram organizadas festas e o dia acabará com a aguardada concessão que permite aos pubs funcionar até mais tarde que o habitual. O grande evento foi cercado por muitas medidas de segurança no país, que sofreu cinco atentados em 2017, com um balanço de 36 mortos e dezenas de feridos. Cerimonial divulga foto do bolo do casamento Reprodução/TV Globo Duque e duquesa Neste sábado, a rainha Elizabeth II nomeou Harry duque de Sussex, conde de Dumbarton e barão de Kilkeel, respectivamente, um título nobiliário inglês, escocês e norte-irlandês, como determina a tradição. Meghan passa a ostentar os mesmos títulos após o casamento. Príncipe Harry e Meghan Markle no altar Reprodução/TV Globo Príncipe Harry e Meghan Markle no altar Jonathan Brady/Pool via Reuters Príncipe Harry e príncipe William chegam ao casamento Odd Andersen/Pool via Reuters Kate Middleton, duquesa de Cambridge e Jessica Mulroney, amiga de Megan Markle, estilista de moda canadense com as damas de honra Ben Stansall/Pool via Reuters Rainha Elizabeth II chega ao casamento Gareth Fuller/Pool via REUTERS Capela de São Jorge (St. George's Chapel) Infografia: Karina Almeida/G1 Initial plugin text


Ex-namoradas de Harry comparecem ao casamento real
Sabado, 19 Maio 2018 10:37:24 -0000

Cressida Bonas e Chelsy Davy tiveram relacionamentos com o príncipe antes de Meghan. Chelsy Davy, ao centro, ex-namorada de Harry, chega ao casamento em Windsor' AP/Ian West Cressida Bonas e Chelsy Davy, ex-namoradas de Harry, compareceram ao casamento do príncipe com a atriz americana Meghan Markle, neste sábado (19). Como informa a BBC, Harry conheceu Chelsy Davy, filha de um operador de safáris milionário, nascida no Zimbábue, durante uma viagem à África do Sul em 2004. Davy estudou na Cidade do Cabo antes de cursar uma pós-graduação em Direito na cidade inglesa de Leeds. Loira, divertida e sociável, parecia aproveitar as festas tanto quanto o jovem príncipe, para felicidade da imprensa sensacionalista, que não lhes dava espaço, algo que ela, segundo admitiu depois, achou "difícil". Romperam a relação e voltaram em várias ocasiões durante sete anos e ela chegou a comparecer a grandes atos reais, como o casamento do irmão mais velho de Harry, o príncipe William, com Kate Middleton, em 2011, gerando especulações que nunca viraram realidade. Cressida Bonas, ex-namorada de Harry, chega ao casamento AP Cressida Bonas Harry ficou por quase dois anos com a bailarina e atriz Cressida Bonas, mas a relação acabou porque ela não lidava bem com a atenção do público. Dizem que ela foi apresentada à prima de Harry, a princesa Eugenie, e foram vistos juntos pela primeira vez em julho de 2012. Sua mãe é Lady Mary-Gaye Curzon, uma figura popular na cena social londrina dos anos 1960. Houve especulações de casamento quando os dois foram juntos a um noivado oficial, mas romperam pouco depois. Ela nunca quis falar publicamente da relação, alegando que queria se concentrar na carreira. Acredita-se que também tenha sido convidada ao casamento de seu ex. Initial plugin text


Meghan Markle se casa com vestido da estilista Clare Waight Keller, da Givenchy
Sabado, 19 Maio 2018 10:20:13 -0000

Noiva usou tiara de diamantes da rainha Mary e véu de tule de seda de cinco metros. Príncipe Harry e Meghan Markle se beijam após casamento na Capela de São Jorge, no Castelo de Windsor Jane Barlow/pool photo via AP A noiva Meghan Markle usou neste sábado (19) um vestido minimalista e uma tiara de diamantes da rainha Mary para se casar com o príncipe Harry. As primeiras imagens de Meghan dentro do carro que se deslocava rumo ao Castelo de Windsor já mostravam a noiva usando um vestido fechado no colo, com um decote canoa. Vestido de Meghan chamou atenção pela simplicidade O vestido minimalista é da estilista Clare Waight Keller, inglesa que no ano passado se tornou a primeira diretora mulher da marca francesa Givenchy. Os vestidos das damas de honra também são de Keller. O sapato da noiva é baseado em um modelo da Givenchy. A tiara de diamantes usada por Meghan era da rainha Mary, que foi dada para sua neta, a rainha Elizabeth II. O acessório foi feito em 1932 no Reino Unido, sendo que o broche central é datado de 1893. Os brincos e o bracelete são Cartier. Kate Middleton, duquesa de Cambridge e Jessica Mulroney, amiga de Megan Markle, estilista de moda canadense com as damas de honra Ben Stansall/Pool via Reuters O véu tem cinco metros de comprimento e é feito de tule de seda com flores bordadas à mão em fios de seda e organza. As flores representam os 53 países do Commonwealth. O buquê de flores foi elaborado pela florista Philippa Craddock e inclui algumas flores do jardim privado do Palácio de Kensington, que agora abrigará Meghan. A noiva foi acompanhada pelo sogro, o príncipe Charles, a poucos metros do altar, após a polêmica provocada pela ausência de seu pai, Thomas Markle. Qual vestido de casamento real se destacou mais? Initial plugin text Meghan Markle e o príncipe Harry se casam neste sábado (19) Dominic Lipinski/Pool via REUTERS Príncipe Harry e Meghan Markle Owen Humphreys/pool via AP Casamento de Príncipe Harry e Meghan Markle Owen Humphreys/Pool via Reuters Meghan Markle entrando na capela de São Jorge Ben STANSALL/Pool via REUTERS Meghan Markle e a mãe no carro chegando ao Castelo de Windsor Oli Scarff/AFP Príncipe Harry tira o véu de Meghan Markle no altar Reprodução/TV Globo Meghan Markle entrando na igreja Reprodução/TV Globo Meghan Markle rumo ao Castelo de Windsor para se casar com o príncipe Harry Darren Staples/Reuters Principe Harry e Meghan Markle deixando a igreja em Windsor Ben STANSALL / AFP / POOL Initial plugin text


Confira os vestidos que se destacaram no casamento real de Harry e Meghan
Sabado, 19 Maio 2018 09:49:35 -0000

Celebração diurna é ocasião para roupas de cores alegres; veja FOTOS. As convidadas do casamento real do príncipe Harry e Meghan Markle capricharam nos vestidos. O horário diurno deu o tom das cores, sempre combinando com os obrigatórios chapéus. Confira: Escolha o vestido mais bonito das convidadas do casamento de Harry e Meghan Initial plugin text Amal Alamuddin e George Clooney chegam para o casamento real Gareth Fuller/pool photo via AP Chelsy Davy, ex-namorada de Harry, chega ao casamento em Windsor' AP/Ian West Charlotte Riley e Tom Hardy chegam para o casamento em Windsor AP/Chris Jackson Cressida Bonas, ex-namorada de Harry, chega ao casamento AP Kate Middleton com o príncipe William e os filhos, George e Charlotte Andrew Matthews/pool photo via AP A tenista Serena Williams chega ao casamento com Alexis Ohanian AP Joss Stone, cantora inglesa, chega ao casamento real de Príncipe Harry e Meghan Markle Ian West/Pool via AP Eugenie e Beatrice, princesas de York, com o paí, o príncipe Andrew Andrew Milligan/pool photo via AP Doria Ragland, mãe de Meghan Markle, no Castelo de Windsor Brian Lawless/pool photo via AP David e Victoria Beckham chegam para o casamento de Harry e Meghan Toby Melville/Pool/Reuters Sofia Wellesley, esposa do cantor James Blunt Gareth Fuller/AP Costas do vestido florido de Sofia Wellesley Odd Anderson/AP O conde Charles Spencer, irmão da princesa Diana, e sua mulher Karen Spencer chegam para o casamento do príncipe Harry Chris Jackson/Pool via REUTERS Oprah Winfrey chega à capela de São Jorge, no Castelo de Windsor, para o casamento de Harry e Meghan Ian West/pool photo via AP Carole e Michael Middleton, pais de Kate Middleton, chegam ao casamento de príncipe Harry e Meghan Markle Toby Melville/Pool via REUTERS Initial plugin text


Casamento real: veja FOTOS dos famosos
Sabado, 19 Maio 2018 09:43:11 -0000

Príncipe Harry e Meghan Markle se casam na capela do Castelo de Windsor. Harry e Meghan disseram "sim" em cerimônia na Capela de São Jorge, no castelo de Windsor, neste sábado (19). Lotada de celebridades, a celebração misturou elementos tradicionais e modernos. Veja a seguir fotos dos famosos: David e Victoria Beckham conversam com Elton John e David Furnish Danny Lawson/Pool via Reuters Elton John Chris Jackson/pool photo via AP Carey Mulligan e Marcus Mumford Ian West/pool via AP Rick Hoffman Ian West/pool photo via AP Sarah Rafferty, atriz da série Suits Ian West/Pool via Reuters Patrick J. Adams, ator que também participou da série Suits, e sua mulher Troian Bellisario Ian West/pool photo via AP Abigail Spencer, atriz de Suits, veste azul marinho e Priyanka Chopra, atriz de Bollywood Chris Jackson/AP Gabriel Macht, ator de Suits, chega com sua mulher, Jacinda Barrett, ao casamento de Príncipe Harry e Meghan Markle Toby Melville/pool photo via AP James Blunt e sua mulher, Sofia Wellesley Gareth Fuller/AP Joss Stone, cantora inglesa, chega ao casamento real de Príncipe Harry e Meghan Markle Ian West/Pool via AP Serena Williams, tenista norte-americana Toby Melville/Pool via Reuters David e Victoria Beckham chegam para o casamento de Harry e Meghan Toby Melville/Pool/Reuters Amal Alamuddin e George Clooney chegam para o casamento real Gareth Fuller/pool photo via AP O ator e diretor Idris Elba e a modelo Sabrina Dhowre chegam ao castelo de Windsor para o casamento real Gareth Fuller/pool photo via AP Oprah Winfrey chega à capela de São Jorge, no Castelo de Windsor, para o casamento de Harry e Meghan Ian West/pool photo via AP Initial plugin text


Chapéus são destaque no casamento real; FOTOS
Sabado, 19 Maio 2018 09:27:42 -0000

Harry e Meghan se casam na capela do Castelo de Windsor. Convidadas estão todas de chapéu; confira os modelos. As mulheres que participam do casamento do príncipe Harry com Meghan Markle neste sábado (19) estavam todas de chapéu. Os modelos são dos mais variados. Confira: Que chapéu mais se destacou no casamento de Meghan e Harry? Initial plugin text Oprah Winfrey chega à capela de São Jorge, no Castelo de Windsor, para o casamento de Harry e Meghan Ian West/pool photo via AP David e Victoria Beckham Chris Radburn/pool via AP Chelsy Davy, ex-namorada de Harry Toby Melville/Pool via Reuters Abigail Spencer e Priyanka Chopra Chris Jackson/pool photo via AP Sarah Rafferty, atriz da série Suits Ian West/Pool via Reuters Kate Middleton conversa com Príncipe William durante casamento de Harry e Meghan Jonathan Brady/pool photo via AP Doria Ragland, mãe de Meghan Markle Gareth Fuller/Pool via Reuters A rainha Elizabeth, ao lado do príncipe Phillip e do neto William AP/ Jonathan Brady Rainha Elizabeth II chega ao casamento Gareth Fuller/Pool via REUTERS Camilla Parker-Bowles e Kate Middleton na capela de São Jorge para o casamento real AP/Jonathan Brady Kitty Spencer, prima de Harry, chega ao casamento real Gareth Fuller/Pool via AP Princesa Eugenie de York Gareth Fuller/Pool via REUTERS Princesa Beatrice de York, que ca Gareth Fuller/Pool via REUTERS Sarah, duquesa de York Gareth Fuller/Pool via REUTERS Amal Alamuddin e George Clooney no casamento de Príncipe Harry e Meghan Markle Gareth Fuller/Pool via REUTERS Serena Williams AP Carole Middleton, mãe de Kate Middleton, duquesa de Cambridge Gareth Fuller/Pool via REUTERS Sofia Wellesley, esposa do cantor James Blunt Gareth Fuller/AP Pippa Middleton, irmã da duquesa de Cambridge Kate Middleton Odd Andersen/ Pool/AFP Amal Alamuddin e George Clooney chegam para o casamento real Gareth Fuller/pool photo via AP Karen Spencer, esposa do conde Charles Spencer, irmão da princesa Diana Chris Jackson/Pool via REUTERS Modelo Sabrina Dhowre Gareth Fuller/pool photo via AP Initial plugin text


Fonte:  G1 > Mundo