Festa Julina de Jundiaí divulga programação de shows e ingresso solidário
Domingo, 15 Julho 2018 19:05:26 -0000

Ingressos são vendidos a partir de R$ 20, mas o público tem a opção de doar alimentos para obter descontos e entrada gratuita. Dupla sertaneja Fernando e Sorocaba é atração confirma na Festa Julina de Jundiaí Divulgação A Festa Julina de Jundiaí (SP) divulgou a programação de shows que serão apresentados ao público durante os seis dias de evento, no Parque da Uva. Artistas como Péricles, a dupla Fernando e Sorocaba, e o cantor Nando Reis estão entre as atrações confirmadas. (Confira a lista abaixo) O evento será realizado nos dias 20, 21, 22, 27, 28 e 29 de julho. Nesta edição, a novidade é a entrada mediante doação de um quilo de alimento não perecível ou um litro de leite, que garante ingresso de pista para assistir aos shows. A promoção será válida nas sextas-feiras, dias 20 e 27. De acordo com a organização, todos os alimentos arrecadados serão entregues ao Fundo Social de Solidariedade de Jundiaí. Cantor Péricles se apresenta no primeiro dia da Festa Julina de Jundiaí Divulgação O público poderá conferir ainda uma praça de alimentação com comidas típicas do nordeste, parque de diversões e concurso de quadrilha. O parque ficará aberto das 16h às 22h nas sextas-feiras e das 10h às 22h aos sábados e domingos. Programação de shows Dia 20/07 (sexta-feira) - Péricles + Gabriel Solo; Dia 21/07 (sábado) - Fernando e Sorocaba; Dia 22/07 (domingo) - Capital Inicial + Nando Reis (dois shows separados); Dia 27/07 (sexta-feira) - Jefferson Moraes; Dia 28/07 (sábado) - Eduardo Costa; Dia 29/07 (domingo) - Bruno e Marrone. Venda de ingressos Os ingressos, que custam a partir de R$ 20, já estão sendo vendidos pela internet e em pontos físicos em Jundiaí, Várzea Paulista, Campo Limpo Paulista e Itupeva. Outra opção para quem quer curtir a festa é a Entrada Solidária, no valor de R$ 25, que deverá acompanhar a doação de um quilo de alimento não perecível para o Fundo Social de Solidariedade de Jundiaí durante o acesso ao evento. Parque da Uva recebe edição 2018 da Festa Julina de Jundiaí Prefeitura de Jundiaí/Divulgação Veja mais notícias da região no G1 Sorocaba e Jundiaí


Grupo Pussy Riot assume invasão na final da Copa do Mundo em protesto contra Putin; entenda
Domingo, 15 Julho 2018 18:57:58 -0000

Vestidos de policiais, quatro membros do grupo conseguiram entrar em campo neste domingo (15) na partida entre Croácia e França. Eles foram detidos pela polícia. Grupo Pussy Riot corre pelo campo após invadir gramado na final da Copa do Mundo da Rússia Odd ANDERSEN / AFP O grupo punk feminista Pussy Riot, conhecido por inúmeros protestos de oposição ao governo de Vladimir Putin, assumiu a responsabilidade pela invasão de campo que paralisou a final da Copa do Mundo entre França e Croácia neste domingo (15). A banda de punk russa teve suas integrantes presas em 2012 por realizarem um protesto contra Putin em uma igreja. Desde então, as três mulheres que foram levadas a julgamento se separaram, e duas delas - Nadezhda Tolokonnikova e Maria Alyokhina - ainda usam o nome Pussy Riot. Aos sete minutos do segundo tempo da partida, quando o jogo ainda estava em 2 x 1 para a França, quatro pessoas usando camisetas brancas e calças pretas invadiram o gramado a partir da área atrás do gol francês. Vladimir Putin acompanhava a partida ao lado do presidente francês Emmanuel Macron e da presidente croata Kolinda Grabar-Kitarovic . As pessoas que invadiram o campo conseguiram correr aproximadamente 50 metros, dispersando-se em diferentes direções antes de serem derrubadas por fiscais e arrastadas para fora do gramado. A partida foi paralisada, mas acabou retomada momentos depois. Uma das mulheres conseguiu se aproximar de Mbappé, astro do time francês, e o cumprimentou com as mãos. Gesto retribuído pelo jogador. Já o zagueiro croata Lovren, empurrou um dos invasores e ajudou os seguranças a segurá-lo. Após a invasão, uma das participantes do grupo, Olga Kurachyova, disse à Reuters que ela foi uma das pessoas que entraram em campo. Ela disse que estava sendo detida em uma delegacia de Moscou. Integrante do Pussy Riot com jogador francês Mbappé REUTERS/Darren Staples Zagueiro croata Lovren empurra pessoa que invadiu gramado durante final da Copa do Mundo REUTERS/Carl Recine O protesto Em sua página no Facebook, o grupo explicou a escolha de entrar em campo com uniformes da polícia. "Hoje faz 11 anos desde a morte do grande poeta russo, Dmitriy Prigov. Prigov criou uma imagem de um policial, um portador da nacionalidade celestial, na cultura russa. O policial celeste, de acordo com Prigov, fala sobre os dois caminhos com o próprio Deus. O policial terrestre se prepara para dispersar comícios. O policial celestial toca gentilmente uma flor em um campo e desfruta de vitórias de times de futebol russos, enquanto o policial terrestre se sente indiferente à greve de fome de Oleg Sentsov. O policial celestial surge como um exemplo da nacionalidade, o policial terrestre fere a todos", diz o texto. Oleg Sentsov é um cineasta ucraniano e crítico da anexação da Criméia pela Rússia, condenado a 20 anos de prisão na Rússia por acusações de terrorismo. Ele declarou uma greve de fome em maio. Dmitri Prigov é um artista russo e dissidente da União Soviética que morreu há 11 anos. Prigov frequentemente usava a imagem de um policial em sua poesia. "A Copa do Mundo da FIFA nos lembrou das possibilidades do policial celeste na Grande Rússia do futuro, mas o policial terrestre, entrando no jogo sem regras, divide nosso mundo", continuava. No texto, o grupo aproveita para fazer algumas exigências ao governo: Liberdade aos presos políticos O não aprisionamento por “curtidas” (em redes sociais) Fim das prisões ilegais em comícios Permissão da competição política no país Não fabricação de acusações criminais e a não manutenção de prisões sem motivo "Transformação do policial terrestre no policial celestial" (em referência ao poema citado) O presidente da França, Emmanuel Macron, e a presidente da Croácia, Kolinda Grabar-Kitarovic, reagem após o quarto gol da França, enquanto o presidente da FIFA, Gianni Infantino, sentado ao lado do presidente da Rússia, Vladimir Putin. REUTERS/Damir Sagolj Prisão em 2012 e em Sochi O Pussy Riot é conhecido pelas críticas sobre as liberdades civis, direitos humanos e à maneira que o governo Putin lida com opiniões dissidentes. Alyojina, Tolokonnikova e Ekaterina Samutsevich passaram 22 meses na prisão e foram processadas por terem improvisado na catedral de Cristo Salvador de Moscou uma "oração punk" intitulada "Maria mãe de Deus, tire Putin", um protesto contra o apoio da igreja ortodoxa a Putin. Em 2014, um tribunal de Moscou reduziu a condenação inicial de dois anos para um ano e 11 meses. O veredicto original ditava que a chamada 'oração punk' que as mulheres apresentaram na Catedral de Cristo Salvador em 17 de fevereiro de 2012 foi uma flagrante violação da ordem pública, desrepeito pela sociedade e ódio religioso. Mas considerou que o ato não foi cometido diretamente contra "um grupo social". Durante as Olimpíadas de Inverno em Sochi, na Rússia, elas também foram presas. Segundo Tolokonnikova, elas foram acusadas de roubo e liberadas em seguida. No dia 10 de julho, Maria Alyokhina, conhecida como Masha e uma das fundadoras do grupo, foi presa por não cumprir serviço comunitário e liberada após ser multada. Membro do Pussy Riot é detida após invasão do campo na final da Copa do Mundo Odd ANDERSEN / AFP Manifestante do Pussy Riot é segurado após invadir a final da Copa do Mundo da Rússia Odd ANDERSEN / AFP Componentes da banda punk Pussy Riot, aguardam em uma cela de vidro em corte de Moscou durante julgamento em 2012. Elas foram presas após invadirem uma catedral da cidade e conduzirem uma 'oração punk' contra o presidente Vladimir Putin em show. Misha Japaridze/AP


'Fifa 18' previu França campeã da Copa do Mundo e oito confrontos da fase eliminatória
Domingo, 15 Julho 2018 18:38:03 -0000

Simulação do jogo de futebol feita antes do começo da competição acertou vitória francesa e eliminação brasileira para a Bélgica nas quartas de final. A seleção da França foi a campeã da Copa do Mundo da Rússia no 'Fifa 18' Divulgação Que animal vidente que nada. As grandes previsões desta Copa do Mundo na Rússia foram feitas pelo jogo "Fifa 18". A simulação do game da Electronic Arts, feita antes do início da competição, acertou que a França levaria a taça, além de oito confrontos dos 16 da fase eliminatória. Até a eliminação brasileira pela Bélgica, nas quartas de final, o jogo previu (mesmo que tenha dito que seria 2 a 0, e não os 2 a 1 da partida). Entre os acertos mais espantosos, está a classificação da Croácia em primeiro lugar de seu grupo, com a Argentina em segundo. Isso resultou em dois acertos dos confrontos das oitavas, Croácia e Dinamarca, e Argentina e França – prevendo as vitórias de croatas e franceses. 'Fifa 18' simula a Copa do Mundo da Rússia Divulgação Na mesma fase, o game previu também Uruguai e Portugal (com a vitória uruguaia por 2 a 1), Espanha e Rússia (mas apostou na classificação espanhola), e Colômbia e Inglaterra (errou também ao prever que colombianos avançariam). Nas quartas, além da derrota brasileira, o game cravou os 2 a 0 da França sobre o Uruguai e acertou também que franceses superariam os belgas. Na final, acertou o título francês mas errou o adversário, em um de seus maiores enganos na simulação. Para o jogo, a Alemanha avançaria até a última partida e perderia nos pênaltis. Na vida real, alemães não passaram da fase de grupos.


Atitude 67 é o campeão do Palpites da Copa do G1
Domingo, 15 Julho 2018 17:08:34 -0000

Em segundo lugar ficou Mariana Belém, e em terceiro, Thiaguinho. Ao todo, 26 personalidades participaram da brincadeira, que acompanhou tabela do Mundial da Rússia. Palpites da Copa Alexandre Mauro/G1 A banda Atitude 67 venceu o "Palpites da Copa", que acompanhou o Mundial da Rússia, encerrado neste domingo (15). O vencedor teve 133 pontos, contra 128 pontos de Mariana Belém, o segundo colocado. Em terceiro lugar, ficou o cantor Thiaguinho, com 127 pontos. VEJA COMO FICOU A CLASSIFICAÇÃO FINAL DOS PALPITES DA COPA A convite do G1, 26 famosos "chutaram" os placares dos jogos da Copa do Mundo da Rússia. São os "Palpites da Copa", brincadeira presente também durante as Copas de 2010 (África do Sul) e de 2014 (Brasil). Funcionou assim: cada um dos participantes apontou o vencedor e o placar de todas as 48 partidas da primeira fase do Mundial e também das etapas posteriores. Os leitores puderam ver, jogo a jogo, as apostas dos 26 participantes --além de dar os próprios palpites e compartilhá-los em redes sociais, usando a hashtag #PalpitesdaCopaG1. Regulamento Segundo o regulamento, a cada jogo marca cinco pontos quem acertar o placar e três os que apontarem apenas qual a seleção vitoriosa ou o empate, se for o caso. Nos jogos do Brasil, em qualquer fase, a pontuação é dobrada. Um ranking reúne os pontos de todos os participantes. Nas fases seguintes da Copa (oitavas, quartas, semifinal e final), os famosos voltam a palpitar. Nelas, vale o placar dos 120 minutos (tempo normal mais prorrogação). Caso o jogo vá para os pênaltis, será considerado empate. Além disso, antes do início da Copa, os 32 convocados para a brincadeira também "chutaram" os 2 primeiros colocados. Quem acertar o campeão ganha dez pontos de bônus e quem indicar o vice leva sete. Não houve eliminação. Vence a disputa quem tiver mais pontos. É apenas uma brincadeira proposta, sem qualquer tipo de premiação. Initial plugin text


Guitarrista expõe princípios e influências do jazz em DVD de tom pedagógico
Domingo, 15 Julho 2018 14:00:41 -0000

O guitarrista Daniel Daibem Selo Sesc "Se você precisa perguntar o que é jazz, você nunca saberá". A frase lapidar atribuída ao cantor e trompetista norte-americano Louis Armstrong (1901 – 1971), um dos papas do gênero surgido nos Estados Unidos, é a mais perfeita tradução do conceito de jazz. Obra de arte lapidada no início do século XX, o jazz é música produzida sobretudo pela intuição, criatividade e sensibilidade de grandes músicos que, mais do que a técnica, trazem o jazz na alma de instrumentista. Ainda assim, o guitarrista Daniel Daibem acredita nos ensinamentos práticos e teóricos. Tanto que alinha fundamentos, linguagens e influências do jazz em cinco aulas-shows captadas em fevereiro de 2017 no Estúdio Dissenso, na cidade de São Paulo (SP), para serem reproduzidas no DVD Auditivo.s, produto didático lançado pelo Selo Sesc neste mês de julho de 2018. Capa do DVD 'Auditivo.s', de Daniel Daibem Divulgação / Selo Sesc Em série de jam sessions, Daniel Daibem (guitarra e voz) aborda princípios básicos do jazz com os toques dos músicos Josué Batista dos Santos (saxofone), Leandro Cabral da Silva (piano), Sidiel Vieira de Souza (contrabaixo) Sidmar Vieira de Souza (trompete) e Vítor Cabral da Silva (bateria). Os músicos mostram os andamentos do swing (uma das primeiras correntes do jazz), a linguagem do improviso e a a influência do jazz na música brasileira, em especial no samba. O DVD Auditivo.s é composto por cinco episódios filmados sob a direção de Daniel Pereira. Daniel Daibem tem experiência pedagógica no ensino do jazz. O guitarrista comandou durante sete anos o programa Sala de professores na Rádio Eldorado. Editoria de Arte / G1


Vanguart desafia supremacia do single ao acoplar três faixas inéditas a álbum de 2017
Domingo, 15 Julho 2018 12:00:42 -0000

Edições especiais de álbuns fazem mais sentido em formato físico, como era praxe na época áurea do CD. Nas plataformas digitais, o conceito de álbum ficou mais fluido. Mesmo assim, o Vanguart desafia a supremacia do single e apresenta edição deluxe do quarto álbum de estúdio do grupo mato-grossense, Beijo estranho, lançado em maio de 2017. Disponível desde sexta-feira, 13 de julho, essa edição especial de Beijo estranho acopla três músicas inéditas ao repertório desse disco que segue a trilha pop e solar desbravada pela banda no álbum anterior, Muito mais que o amor (2013). As três músicas inéditas foram feitas ao longo do processo de composição do repertório de Beijo estranho, mas excluídas da seleção final de onze músicas do álbum. As três foram gravadas entre os estúdios Tambor (no Rio de Janeiro) e Saxofunny (em São Paulo) com produção de Rafael Ramos. Tudo que não for vida foi composta por Helio Flanders e Reginaldo Lincoln no estúdio, durante as gravações de Beijo estranho. "Eu me lembro de essa música ter sido uma grande surpresa justamente por ser muito diferente de tudo que a banda já havia feito. No fim, não conseguimos definir a letra e acabamos desistindo dela. Um ano depois, ficamos muito surpresos por reconhecer uma força natural que a canção tinha", relata Flanders, compositor solitário de outra das três músicas inéditas, Tony, de clima mais soturno. Me pega completa a trinca de inéditas autorais da Deluxe edition de Beijo estranho com a novidade de trazer a voz da violinista do Vanguart, Fernanda Kostchak, que canta os versos em francês da letra na gravação feita em dueto com Helio Flanders. Editoria de Arte / G1


MC Sapão faz nova entrada no baile funk com música inédita gravada com DJ Dennis
Domingo, 15 Julho 2018 10:00:46 -0000

Em cena desde 1998 no universo do funk fluminense, mas com visibilidade maior a partir dos anos 2000, MC Sapão – nome artístico do cantor e compositor carioca Jefferson Fernandes Luiz – faz nova entrada no baile com a edição de single gravado e assinado com Dennison de Lima Gomes, o produtor e DJ fluminense conhecido artisticamente como Dennis. Composição criada por Dennis em parceria com Filipe Escandurras e Fabio Alcântara, Logo agora pode ser ouvida no single que chegou às plataformas digitais na sexta-feira, 13 de julho, e em lyric video disponível no canal oficial de Sapão no YouTube. Sapão é o intérprete original de Rei do baile (Sapão e Batutinha, 2012), um dos hits recentes do funk. Antes, emplacou eventuais sucessos como Eu sei cantar (2001) e lançou álbum, Tô tranquilão (2006), que alcançou boa repercussão entre os funkeiros. Editoria de Arte / G1


Roupa Nova adere ao pop sertanejo em álbum com participação de Luan Santana
Domingo, 15 Julho 2018 09:01:41 -0000

Simples, mas aliciante, o desenho melódico de Luzes de emergência – primeira das três músicas inéditas na disposição do EP apresentado neste fim de semana pelo grupo carioca Roupa Nova – é bem nítido e deixa claro que o sexteto adere ao pop sertanejo no álbum que lançará neste segundo semestre de 2018. Já perto de completar 40 anos de vida, a banda – formada em 1980 na cidade do Rio de Janeiro (RJ) por músicos egressos do grupo de baile Os Famks – procura se renovar neste álbum intitulado Novas do Roupa e gravado com a participação do cantor Luan Santana no reggae Amor sob medida. Por ora, há somente três músicas novas nas plataformas digitais no EP também intitulado Novas do Roupa – Queda de braço (outro flerte com o universo pop romântico da atualidade) e Seja bem vindo (balada que remete ao cancioneiro autoral do grupo), além da já mencionada Luzes de emergência, composição vocacionada para o sucesso. Capa do EP 'Novas do Roupa' Divulgação A ideia é lançar as outras nove músicas inéditas do álbum Novas do Roupa ao longo deste segundo semestre de 2018. Além de Luan Santana, o disco tem a participação da cantora mexicana Maitê Perroni na música Destino ou casualidade. Embora sem prestígio na elite da música brasileira, Cleberson Horsth (teclados e vocal), Kiko (Eurico Pereira da Silva Filho, violão, guitarra e vocal), Nando (Luiz Fernando Oliveira, baixo e vocal), Paulinho (Paulo César dos Santos, percussão, voz e vocal), Ricardo Feghali (teclados, violão, guitarra e vocal) e Serginho (Sérgio Herval Holanda de Lima, bateria, voz e vocal) fazem vocais extremamente afinados e são respeitados músicos de estúdio, cujos toques já foram perpetuados em discos de cantores como Gal Costa e Roberto Carlos. A longevidade do grupo é rara no universo pop do Brasil. Até porque, a formação do Roupa Nova se mantém inalterada há 38 anos. Editoria de Arte / G1


Travis Barker se envolve em acidente com ônibus escolar
Sabado, 14 Julho 2018 23:42:34 -0000

Músico estava com filho no carro. Não há relatos de feridos. Travis Barker (foto de arquivo) REUTERS/Lucy Nicholson O músico Travis Barker, famoso como baterista do Blink 182, se envolveu em um acidente com um ônibus escolar na sexta-feira (13) em Calabasas, na Califórnia. De acordo com o site "TMZ", Travis fazia uma curva quando foi atingido pelo ônibus. A pancada foi forte o bastante para acionar os airbags do carro de Travis. Ele estava acompanhado por algumas pessoas no carro, incluindo seu filho. Segundo o site, não se sabe a condição dos passageiros do carro, mas Travis foi fotografado no local sem nenhum ferimento aparente. O ônibus escolar estava vazio. A polícia declarou ao site que o acidente não foi culpa de Travis.


Palpites da Copa: Atitude 67 fecha penúltimo dia da Copa na liderança
Sabado, 14 Julho 2018 16:42:02 -0000

26 personalidades participam da brincadeira, que acompanha tabela do Mundial da Rússia. Leitores também poderão palpitar e compartilhar os resultados. Palpites da Copa Alexandre Mauro/G1 A banda Atitude 67 fechou o penúltimo dia da Copa do Mundo, neste sábado (14), na liderança dos "Palpites da Copa". Com 130 pontos, o grupo acertou que a Bélgica seria vitoriosa na disputa pelo 3º lugar na Copa, mas errou o placar. VEJA AQUI A TABELA ATUALIZADA COM OS PALPITES DA COPA A convite do G1, 26 famosos "chutaram" os placares dos jogos da Copa do Mundo da Rússia, que começou em 14 de junho. São os "Palpites da Copa", brincadeira presente também durante as Copas de 2010 (África do Sul) e de 2014 (Brasil). O desafio acaba no domingo (15), com a final entre França e Croácia. Funciona assim: cada um dos participantes apontou o vencedor e o placar de todas as 48 partidas da primeira fase do Mundial e também das etapas posteriores. Os leitores podem ver, jogo a jogo, as apostas dos 26 participantes – além de dar os próprios palpites e compartilhá-los em redes sociais, usando a hashtag #PalpitesdaCopaG1. Regulamento Segundo o regulamento, a cada jogo marca cinco pontos quem acertar o placar e três os que apontarem apenas qual a seleção vitoriosa ou o empate, se for o caso. Nos jogos do Brasil, em qualquer fase, a pontuação é dobrada. Um ranking reúne os pontos de todos os participantes. Nas fases seguintes da Copa (oitavas, quartas, semifinal e final), os famosos voltam a palpitar. Nelas, vale o placar dos 120 minutos (tempo normal mais prorrogação). Caso o jogo vá para os pênaltis, será considerado empate. Além disso, antes do início da Copa, os 32 convocados para a brincadeira também "chutaram" os 2 primeiros colocados. Quem acertar o campeão ganha dez pontos de bônus e quem indicar o vice leva sete. Não há eliminação. Vence a disputa quem tiver mais pontos. É apenas uma brincadeira proposta, sem qualquer tipo de premiação. Initial plugin text


Capital Inicial sinaliza no single 'Tudo vai mudar' que nada muda no álbum 'Sonora'
Sabado, 14 Julho 2018 12:00:42 -0000

Dois meses após lançar single com a música inédita Não me olhe assim (Dinho Ouro Preto e Alvin L), primeira amostra do álbum Sonora, o grupo Capital Inicial apresenta mais uma composição do repertório autoral desse primeiro disco de estúdio da banda brasiliense desde Viva a revolução (2014), EP lançado há quatro anos. O segundo single do álbum Sonora é Tudo vai mudar, rock formatado com o sotaque pop característico desse grupo que está em cena desde a primeira metade da década de 1980 e que renasceu das cinzas nos anos 2000. Tudo vai mudar é música assinada por Dinho Ouro Preto em parceria com o recorrente Alvin L e com Kiko Zambianchi, compositor de Primeiros erros (Chove), música lançada na voz do autor em 1985 e que, ao ser regravada pelo Capital Inicial em disco ao vivo de 2000, se tornou um dos principais sucessos da banda na segunda fase da carreira. A música Tudo vai mudar pode ser ouvida nas plataformas digitais, em single lançado pela gravadora Sony Music, e também em vídeo captado ao vivo em apresentação feita pelo grupo em 17 de junho na cidade de São Paulo (SP), na estreia de show que segue em turnê pelo Brasil. O álbum Sonora será lançado pelo Capital Inicial neste segundo semestre de 2018. E, a julgar pelos singles Tudo vai mudar e Não me olhe assim, nada vai efetivamente mudar no som do grupo. Editoria de Arte / G1


Morre, aos 101 anos, Nancy Sinatra, primeira mulher de Frank Sinatra
Sabado, 14 Julho 2018 11:43:34 -0000

Casamento durou 12 anos e juntos tiveram três filhos; cantor teve outras três mulheres depois. Em imagem de arquivo de 23 de outubro de 1946, Frank Sinatra e Nancy sorriem ao sair de uma casa noturna de Hollywood. Associated Press Nancy Sinatra, a primeira mulher do cantor Frank Sinatra, morreu na sexta-feira (13) aos 101 anos. "Minha mãe faleceu em paz esta noite", disse Nancy Sinatra em seu Twitter. "Ela foi uma bênção e a luz da minha vida", disse. Initial plugin text Sua morte ocorreu exatamente 20 anos depois da de Sinatra, que morreu de um ataque cardíaco em 1998, aos 82 anos, e dois anos depois de seu filho, Frank Jr, que também morreu de problema no coração. Sinatra teve depois de Nancy outras três esposas. Nancy Barbato e Frank Sinatra começaram a namorar quando eram adolescentes. Eles se casaram em 1939 em uma igreja em Nova Jersey, e como presente de casamento ele dedicou a ela a música "Our Love". Depois do casamento, eles moraram em um apartamento na cidade. Nancy Sinatra trabalhou como secretária enquanto seu marido tentava iniciar sua carreira musical como garçom e cantor em um restaurante local. Nos anos 1940, quando Frank Sinatra começou a fazer sucesso, o casal se mudou para Los Angeles. O casal teve três filhos e Frank Sinatra ganhou fama e fortuna com contratos com gravadoras, filmes e casos extraconjugais que chegaram às manchetes em revistas de fofocas antes do casamento terminar em 1951. Nancy Sinatra trabalhou como secretária enquanto seu marido tentava iniciar sua carreira musical como garçom e cantor em um restaurante local. Associated Press Nancy deixou Sinatra após saber do caso dele com a atriz Ava Gardner. Semanas após o divórcio, Sinatra se casou com Ava, enquanto Nancy passou a criar os três filhos do casal: Nancy, Frank Jr. e Tina. Depois que as fofocas sobre o divórcio e o casamento de Gardner cessaram, Nancy Sinatra se dedicou à família e aos seus amigos, se retirando dos holofotes. Segundo a filha Nancy Sinatra, o divórcio foi difícil para a mãe. "Eu a ouvia chorando baixinho à noite enquanto dormia. Às vezes eu ia até ela e simplesmente colocava meus braços ao redor dela". Como parte do acordo de divórcio, Nancy obteve uma porcentagem da renda do marido, a casa, a guarda dos filhos e um Cadillac. O segundo casamento de Frank Sinatra não durou muito. Ele se divorciou de Ava Gardner dois anos depois e se casou com Mia Farrow e depois com Barbara Marx. Nos últimos anos, a primeira mulher de Sinatra se tornaria conhecida como Nancy Sr, especialmente após a filha Nancy se tornar uma cantora famosa da década de 1960, com o “These Boots Made for Walking” e outras canções de sucesso. Ela também manteve a amizade com o ex-marido, que fazia pedidos ao longo dos anos por massas e outros pratos de comida italiana que ela era conhecida por ser uma especialista. Nancy nunca se casou novamente. “Não há amargura, apenas grande respeito e afeição entre Sinatra e sua primeira esposa”, escreveu Gay Talese escreveu em 1966. Segundo ele, Sinatra era bem vindo na casa de Nancy e chegava em horários estranhos, onde ligava a lareira, deitava-se no sofá e adormecia.


Chico Amaral, letrista de hits do Skank, se apresenta com parceiros como Ed Motta
Sabado, 14 Julho 2018 11:00:49 -0000

Para quem liga o nome de Chico Amaral à (letra de) música, a associação imediata do compositor mineiro é com o grupo Skank. Desde 1992, Amaral é o parceiro letrista mais frequente de Samuel Rosa – vocalista e guitarrista da banda mineira – em boa parte do cancioneiro do principal compositor do Skank. Contudo, assim como Samuel sempre teve outros parceiros (como Nando Reis), Amaral já vem fazendo letras para melodias de outros compositores desde a década de 1990. Na série de quatro shows inéditos que fará no Teatro do Centro Cultural do Minas Tênis Clube em Belo Horizonte (MG), entre este mês de julho e outubro de 2018, Amaral vai mostrar músicas e histórias da obra que construiu com cinco parceiros de música, não necessariamente compositores. A primeira atração do projeto Chico Amaral convida seus parceiros é Ed Motta, cantor que dividirá o palco com Amaral no show programado para 26 de julho. Com Ed, Amaral assina músicas como Daqui pro Méier (1997), Lustres e pingentes (1997), Mágica de um charlatão (2000), Fox do detetive (2000) e Flores da vida real (2013). Leo Gandelman e Chico Amaral Divulgação / Cyntia C Santos Com Leo Gandelman, convidado do show de 15 de agosto, a parceria não é na composição, mas no toque do saxofone, o instrumento de ambos. Amaral é músico e já dividiu o palco com o saxofonista em shows na condição de instrumentista. No terceiro dos quatro shows da série, programado para 27 de setembro, Amaral se junta ao conterrâneo Affonsinho – com quem assina músicas como A última vez que olhei o rio (2000) – e a Marina Machado, cantora também mineira que já deu voz a música de Amaral com Affonsinho, Embora o mundo nos separe (2013). O convidado do último show, agendado para 18 de outubro, é Samuel Rosa, com quem Amaral criou alguns dos maiores sucessos do Skank. O roteiro será um greatest hits da parceria que projetou Chico Amaral em escala nacional com músicas como Jackie Tequila (1994), Te ver (1994), Garota nacional (1996) e Tão seu (1996), entre outras composições. Editoria de Arte / G1


Wesley Safadão lança 'Sortudo', música inédita tão frágil como a narrativa do clipe
Sabado, 14 Julho 2018 10:00:46 -0000

É difícil dizer quem é mais frágil e peca mais pela obviedade, se a música inédita lançada neste fim de semana pelo cantor cearense Wesley Safadão – Sortudo, composição de Jr. Gomes, Vine Show e Renno – ou se a narrativa do clipe posto simultaneamente em rotação com o single editado pela gravadora Som Livre. A gravação transita naquele mix de batidas e climas de forró e sertanejo que caracterizam o som de Safadão. Já o clipe mostra o cantor na pele circense de um mágico do amor que acaba servindo de cupido para a aproximação do casal vivido pelos atores Marcello Melo Jr. e Erika Januza (é o homem que vai em busca da magia para atrair a mulher desejada). O ator Marcello Melo Jr. e Wesley Safadão no clipe de 'Sortudo' Divulgação Som Livre / Elektra Com direção e fotografia de Mess Santos, habitual criador dos videos do cantor, o clipe de Sortudo foi gravado em um parque de diversões da cidade de São Paulo (SP). Vai ser difícil que single e clipe tirem a sorte grande de virar viral, embora a popularidade de Safadão garanta automaticamente algumas centenas de milhares de visualizações. Para um clipe polemizar nas redes sociais além do segmento do artista, é preciso uma narrativa mais ousada, como a do recente e controvertido clipe de Me solta, do cantor carioca Nego do Borel. Editoria de Arte / G1


Mariana Valadão explica legado da família de cantores gospel: 'É questão de DNA a paixão pela música'
Sabado, 14 Julho 2018 09:00:53 -0000
Ela foi convidada do Promessas no G1 e falou sobre o legado da sua família de cantores e sobre seu retorno ao cenário musical; veja vídeo completo com entrevista e músicas. Promessas no G1: veja entrevista com a cantora Mariana Valadão Mariana Valadão, convidada do programa Promessas no G1, falou sobre o legado musical de sua família, o início da Igreja Batista da Lagoinha no Rio e o seu retorno ao cenário musical. Ela ainda cantou trechos exclusivos de duas músicas de seu novo álbum. Veja o vídeo completo acima. Na entrevista realizada na quinta-feira (12), ela falou sobre o teaser de seu novo videoclipe, lançado na mesma data de sua participação no programa. A cantora citou um trecho da nova música: “Queremos te ver, rasgue o céu e se revele a nós. Queremos te ver como o sol que brilha nas manhãs”. Ela disse que vai lançar o trabalho no dia 4 de agosto e garantiu com bom humor: “Gente nem a minha avó ouviu esta música ainda!”. Ela disse que a canção tem uma participação surpresa, sem revelar o nome ainda. Legado musical da Família Valadão A família mineira Valadão deixou sua marca na igreja evangélica brasileira. Eles são referências nacionais na “adoração” - os hinos congregacionais cantados em cultos evangélicos no Brasil. Há décadas, vários “ministérios de louvor” (parte musical do culto cristão) e igrejas espalhadas pelo Brasil se espelham musicalmente no chamado “Diante do Trono” e na cantora Ana Paula Valadão. André Valadão completa o trio de irmãos cantores influentes no gospel. Muitas músicas cristãs que pairam no imaginário coletivo cristão brasileiro vieram desta mesma fonte musical. Mariana Valadão explica este fenômeno da música gospel brasileira: “Minha avó foi regente de coral na igreja. É uma questão de DNA essa paixão e amor pela música." Lagoinha no Rio Mariana contou que teve que parar a carreira por cinco anos para se dedicar a um momento turbulento da família do marido. Ela precisou se mudar para o Rio de Janeiro para dar atenção aos sogros, que passavam por problemas conjugais, e ao cunhado, que enfrentava problemas com drogas. Isso deu início ao nascimento inesperado de uma nova igreja, praticamente na sala de sua casa. Ela e o marido abriram a primeira igreja da “Lagoinha” fora da capital mineira. A igreja cresceu tanto que hoje já soma 17 mil pessoas. Hoje ela também é pastora da Igreja Batista da Lagoinha em Niterói. “Não havia Lagoinha fora de Belo Horizonte. Abrimos a nossa casa e ali foi a primeira igreja." Volta ao cenário musical “Essa volta para mim foi surpreendente. Foi especial para mim e até chorei porque fiquei muito impactada com o carinho de todo mundo. A gravadora estabeleceu uma meta e para a glória de Deus alcançamos”. No entanto Mariana Valadão afirma que o propósito maior é “ver as pessoas serem tocadas por Deus”, e afirma: “Nasci para cantar o amor de Deus!”


Livro sobre disco de Milton Nascimento reaviva tensões entre Clube da Esquina e Tropicália
Sabado, 14 Julho 2018 09:00:49 -0000

O volume dedicado ao antológico álbum Clube da Esquina (1972) na série O livro do disco é um dos títulos mais digeríveis da coleção da editora Cobogó. Sem o tom formal dos ensaios acadêmicos, o jornalista e antropólogo Paulo Thiago de Mello apresenta texto sedutor como um papo de esquina (ou de bar) sobre um disco enraizado na memória afetiva de quem viveu a década de 1970. E até mesmo na de quem ouviu o álbum de Milton Nascimento e Lô Borges anos após o lançamento da edição original, em LP duplo, produzida pela gravadora EMI-Odeon sem crença no retorno comercial do disco. A rigor, tudo já foi dito sobre este disco que apresentou um som inovador, criado de forma coletiva – mas orquestrado pelo mentor Milton Nascimento – a partir de fusão sem precedentes de rock, psicodelia, bossa nova, jazz e toada mineira em músicas de harmonias elaboradas. Por isso mesmo, Thiago de Mello não pode ser responsabilizado por, a bem da verdade, nada acrescentar de relevante sobre um disco já exaustivamente dissecado. Um disco tão falado até por ter sido a pedra fundamental, o manifesto involuntário, de um movimento pop – o homônimo Clube da Esquina – que colocou definitivamente Minas Gerais no mapa da música brasileira a partir da década de 1970. Milton, em cena desde o início dos anos 1960 e projetado nacionalmente em 1967, já tinha feito a própria revolução, em caráter particular, na década anterior à do álbum. Ainda assim, seguindo a natureza gregária, o artista carioca de alma mineira deu passos adiante ao aglutinar músicos, compositores e poetas (a maioria de Minas) em torno daquele som sem amarras estéticas que brotou das Geraes em momento de repressão nacional. Capa de 'O livro do disco – Clube da Esquina' Divulgação / Editora Cobogó No quarto capítulo da narrativa fluente, o autor do O livro do disco – Clube da Esquina por vezes se alonga ao discorrer sobre o contexto social e político da época do LP, tirando demasiadamente o foco do álbum em si, mas tem o mérito de expor até então esquecidas tensões entre o Clube de Milton e a Tropicália arquitetada (com outros artistas) pelo baiano Caetano Veloso – cantor, compositor e músico contemporâneo que despontou na mesma plataforma dos festivais que revelou Milton para o Brasil, ambos projetados em escala nacional em 1967. Os ânimos foram serenados com o tempo, mas houve ressentimentos na época da parte de Milton. Ao discorrer sobre as relações entre a Tropicália e o Clube da Esquina, assunto do segundo dos sete capítulos do livro, Thiago de Mello pondera se Milton não teria se sentido decepcionado por não ter tido, da parte de Caetano, o imediato reconhecimento das conquistas estéticas da turma mineira na virada dos anos 1960 para a década de 1970. Para embasar tal questionamento, o autor reproduz texto de entrevista de Milton, publicada em abril de 1972 na revista O Bondinho. Mesmo sem citar nomes, Milton deixa entrever mágoas com a turma tropicalista nessa entrevista. "(...) Eu e o Som Imaginário aguentamos a barra, levamos muito ferro, mas saímos por aí e abrimos as portas para muitas coisas. Agora todo mundo volta, acha tudo lindo e nem sequer toca no nosso nome. (...)", reclamou Milton na entrevista publicada quando o álbum Clube da Esquina acabara de ser lançado e quando Caetano Veloso já estava no Brasil, vindo (com Gilberto Gil) do exílio involuntário na Europa. Mesmo diluída com o tempo, a mágoa de Milton ecoou na mente de Caetano, que considerava o álbum Clube da Esquina o oposto da geleia geral tropicalista. Tanto que, no livro de memórias Verdade tropical (1997), editado 25 anos depois daquela entrevista, Caetano tocou na ferida, dizendo que não tinha festejado Milton com a ênfase que ele, Milton, esperava por "senso das diferenças e por horror à demagogia". Milton Nascimento tem mágoa com tropicalistas exposta no livro Divulgação / Nathalia Pacheco Tensões à parte, Paulo Thiago de Mello recorre eventualmente à primeira pessoa para expressar, em caráter individual, as impressões que o álbum Clube da Esquina lhe provocou na época do lançamento, quando tinha 12 anos (o epílogo do livro foi inteiramente escrito em tom pessoal). A exposição dessas impressões contribui para aproximar o texto do leitor comum, talvez mais interessado em discutir o disco como fã do que em dissertações acadêmicas sobre a guinada dos mineiros. Sem prejuízo da análise, esse tom coloquial é mantido quando Thiago de Mello discorre sobre as canções em si do álbum, estendendo a análise para outras músicas de Milton, como a seminal Canção do sal (1966), a primeira música (com letra) gravada desse compositor que já estava consagrado em 1972 quando decidiu creditar o então estreante Lô Borges como coautor do álbum. As relações artísticas e fraternas de Milton com Lô (e com outros sócios desse clube de amigos) são abordadas nos dois últimos capítulos deste livro que situa o álbum Clube da Esquina na transversal do tempo, contextualizando bem esse disco histórico, sob o benefício afetuoso da perspectiva. (Cotação: * * * 1/2) Editoria de Arte / G1


'SóTocaTop': Fernanda Souza lista seu ranking pessoal, de 'Deus cuida de mim' a 'Só quer vrau'
Sabado, 14 Julho 2018 09:00:44 -0000

Apresentadora do programa que estreia neste sábado (14) revela ao G1 as mais tocadas no seu celular, de gospel a funk; VEJA VÍDEO. Fernanda Souza revela seu ranking pessoal antes de estrear no 'SóTocaTop' Fernanda Souza estreia neste sábado (14), às 15h, ao lado de Luan Santana, como apresentadora do programa "SóTocaTop". O novo programa musical semanal da Globo vai mostrar as paradas do Brasil. Fernanda não vai escolher as músicas do programa: as eleitas são as faixas mais tocadas na internet e nas rádios pelo país. Mas, se rolasse uma "parada pessoal" da apresentadora, o que teria? Clique acima para assistir ao vídeo sobre as músicas 'top' no celular da Fernanda Souza. A playlist dela vai do funk ao gospel. Veja as músicas que mais tocam no celular dela: "Deus cuida de mim" - Participação de Thiaguinho, marido de Fernanda, no projeto Analaga, do produtor musical Dudu Borges. "Everything" - Single lançado em 2007 pelo cantor canadense Michael Bublé, do seu terceiro álbum, "Call Me Irresponsible". "Só quer vrau" - Funk dos brasileiros MC MM e DJ RD, paródia da trilha da série "La casa de papel", que surgiu como um hino antifascista. Fernanda Souza em evento de divulgação do programa 'SóTocaTop' Celso Tavares / G1


Precisamos falar sobre belezafobia
Sabado, 14 Julho 2018 09:00:43 -0000

A proibição da FIFA de exibir imagens de torcedoras bonitas reforça a cultura do ressentimento A Copa do Mundo da Rússia corre o risco de ser lembrada como aquela em que se instituiu oficialmente a censura à beleza. Na última semana da competição, a FIFA exigiu que as emissoras de televisão reduzissem a exibição de “torcedoras bonitas” durante a transmissão dos jogos. Imagens como as deste slide show estão com os dias contados. Torcedora sofre ao assistir a semifinal da Copa de 2014 em Eindhoven, na Holanda Phil Nijhuis/AP A justificativa foi o número elevado de denúncias de sexismo na Copa, incluindo o caso de brasileiros que assediaram torcedoras locais. É evidente que esse comportamento não pode ser tolerado, mas o nexo causal entre uma coisa e outra escapa a qualquer lógica. “Humm... Aumentaram os casos de sexismo? A solução é censurar as imagens de mulheres bonitas na TV!” Realmente, faz todo sentido. A culpa de qualquer constrangimento ou ato abusivo não é das mulheres atraentes, nem da sua presença nos estádios e nas transmissões dos jogos: a culpa é de quem assedia. Atribuir às imagens de mulheres bonitas na TV a responsabilidade por ataques sexistas, portanto, é uma atitude tão machista e lamentável quanto julgar uma mulher pela forma como ela se veste. E, no entanto, a medida foi comemorada como uma grande conquista em certos meios ditos progressistas. Basta, por outro lado, uma passada de olhos pelos comentários dos internautas em qualquer portal de notícias para perceber que, mais uma vez, o Brasil real está muito distante das ideias e valores lacradores que a classe falante tenta impor como consensuais. A decisão da FIFA foi recebida como piada de mau gosto pela imensa maioria dos leitores. Não é de hoje que se tenta estabelecer como natural uma agenda que só atende a propósitos de nichos muito particulares da sociedade. É claro que ninguém é obrigado a aceitar ou se submeter a qualquer padrão de beleza, seja ele qual for. Mas daí a proibir e censurar imagens belas há um longo e perigoso caminho. Descartada a justificativa oficial, o que explica esse surto explícito de belezafobia? Hoje se dissemina de forma assustadora uma sanha censora e rancorosa típica de uma mentalidade autoritária, que replica as atitudes repressivas que afirma combater. Curiosamente, as mesmas pessoas que defendem a FIFA são aquelas que adotam o discurso da tolerância, afirmando que cada um pode ser o que desejar – exceto, é claro, se não servir aos seus propósitos e à sua narrativa. No caso: você, mulher, pode ser o que quiser; mas não pode ser bonita, porque sua beleza me oprime e desagrada. Em qualquer lugar e em qualquer época a beleza sempre foi um fato da vida. Um passeio pela História da Arte mostra que os padrões variam, mas sempre haverá pessoas que se destacam – e despertam inveja - por serem bonitas. Mas, se o belo sempre incomodou e até ofendeu, pela primeira vez na História o ressentimento de quem não suporta a beleza alheia ousou sair do armário. Vocalizados e amplificados pelas redes sociais, o ressentimento ganha ares de virtude, e o “ódio do bem” prospera em um ambiente onde todos sentem prazer em apontar o dedo para o outro. Vinicius de Moraes seria hoje linchado em praça pública se pedisse desculpa às feias e afirmasse que a beleza é fundamental. Porque, na nossa sociedade, são as bonitas que devem se desculpar. Morte ao belo, morte a tudo que agrada aos sentidos: serão estes os lemas da nossa época? Perguntas que não querem calar: qual será o tribunal que definirá o limite além do qual a beleza é inaceitável? Adotada essa norma, as mulheres que forem filmadas nos estádios devem entender que são consideradas feias? Isso não será uma forma de bullying? As jornalistas e apresentadoras atraentes estarão ameaçadas de perder seus empregos? Em uma sociedade onde tudo ofende e todos se fazem de vítima, o alvo, desta vez, são as mulheres bonitas. Qual será o próximo passo? Proibir imagens de jovens, para não ofender os idosos? Proibir imagens de pessoas magras, para não ofender às gordas? Proibir imagens de pessoas altas, para não ofender as baixas? Proibir imagens de pessoas saudáveis, para não ofender às doentes? Proibir imagens de pessoas bem-sucedidas, para não ofender as fracassadas? O mundo está doente, em vários aspectos. Mas, neste caso, a doença não está na beleza: está em quem se incomoda e se ofende com ela.


Selena Gomez: Mulher é acusada de invadir e-mail e roubar fotos da cantora
Sabado, 14 Julho 2018 01:34:19 -0000

Susan Atrach, de 22 anos, teria acessado as contas de Selena Gomez várias vezes entre 2015 e 2016, e pode pegar até nove anos de prisão. Selena Gomez Reprodução/Instagram Uma mulher de 22 anos foi acusada de invadir os e-mails da estrela pop Selena Gomez e postar fotos que encontrou nas contas. Promotores pediram nesta sexta-feira (13) que ela seja condenada por roubo de identidade e fraude. Susan Atrach é acusada de acessar contas de Selena Gomez várias vezes entre junho 2015 e fevereiro de 2016, obtendo imagens e outras mídias armazenadas, informou a Promotoria do Condado de Los Angeles, em declaração escrita. Um representante da promotoria recusou dar mais detalhes sobre o caso. Não ficou imediatamente claro se Atrach, de Ridgefield Park, em Nova Jersey, tem um advogado criminal de defesa. As acusações incluem cinco denúncias de roubo de identidade, cinco de acesso a dados de computador para cometer fraude ou obter dinheiro, propriedade ou dados ilegalmente e uma de acessar dados de computador sem permissão. Atrach, que deve ser acusada formalmente no dia 27 de agosto, enfrenta uma sentença máxima de nove anos em prisão estadual se condenada em julgamento.


Os Javalis Selvagens e os espíritos que habitam as cavernas
Sexta feira, 13 Julho 2018 23:33:47 -0000

Um repórter de nome Tatum e seu assistente entram em uma caverna e conseguem chegar bem perto de um caçador de tesouros indígenas, há muitas horas imóvel pelo peso das pedras que rolaram sobre suas pernas. No caminho para atingir o encurralado debaixo da montanha, o assistente, assustado, conta o caso em que 84 mineiros ficaram soterrados por muitos dias dentro de uma mina. Tatum, de lanterna em punho, disse de forma brusca: “Nunca lhe ensinaram por que um homem soterrado é mais interessante do que muitos?” E continuou da mesma forma enérgica: “É a curiosidade humana, a história de muitos não fica presa em você, porém o caso de um homem desperta a atenção de todos, inclusive internacionalmente”. Esta pergunta do repórter Tatum guia a trama do filme A montanha dos sete abutres, de 1951, dirigido por Billy Wilder, o grande cineasta holliwodiano que lançou ao estrelato Kirk Douglas. Por que um homem preso em uma caverna prende mais a atenção das pessoas do que muitas indivíduos vivendo tragédias tão cruciais. A montanha dos sete abutres é magistral porque descreve de forma ácida, a partir de um caso, a questão do interesse gerado por um caso trágico. A história termina mal porque o caçador morre soterrado e o repórter, culpado por ter feito a operação de resgate se prolongar atraindo para a pequena cidade milhares de pessoas, acaba se culpando pela morte, se julgando um assassino e não um salvador e, por injunções da trama, sendo morto. Quando foi revelado o caso dos meninos presos na caverna da Tailândia que prendeu a atenção do mundo todo, me lembrei imediatamente de A montanha dos sete abutres. A questão levantada pelo filme clássico não saía da minha cabeça: enquanto o mundo se mobilizava para salvar os 12 jogadores do time Javalis Selvagens e seu treinador, uma tragédia de grandes proporções acontecia não muito longe dali quando as chuvas que se abatiam sobre uma região do Japão fazendo milhares de vítimas e desaparecidos. Porém os olhos do mundo e a solidariedade local e internacional se voltavam para os presos nas profundezas de uma caverna, a quatro quilômetros da entrada do complexo de grutas que se enchem de água no período das monções. Felizmente, na Tailândia, a bravura superou a vontade do estrelato e os doze Javalis Selvagens e seu técnico sobreviveram e saíram ilesos da grande aventura que tomou conta de nossos pensamentos durante tantos dias angustiantes. Todos se salvaram pela expertise de mergulhadores que vieram de várias partes do mundo e conseguiram retirar os meninos e seu treinador horas antes de as águas subirem a ponto de impossibilitar o resgate. O mesmo interesse e empenho internacional ocorreu no caso dos mineiros soterrados no Chile tempos atrás. Até a NASA se solidarizou construindo uma cápsula para retirar um a um os mineiros do fundo da terra. Os 12 'javalis' Arte/G1 Fica a pergunta que inicia o filme A montanha dos sete abutres: Por que um caso prende a atenção e atiça a curiosidade do mundo a ponto de mobilizar recursos e solidariedade para salvar poucas pessoas, enquanto tragédias maiores – lembro da tragédia de Mariana, em Minas, ou das guerras que vitimizam milhares de crianças – não merecem nem a atenção das autoridades nem de quem produziu a destruição da vida de muitas pessoas. Não sei bem como responder esta inquietante questão. Penso em algumas possíveis respostas: indivíduos vivendo dramas resumem em suas histórias particulares a tragédia humana e sintetizam as angústias de todos nós ou, a atenção a histórias individuais representa o reinado do individualismo no sentido mais universal e pleno. No caso de cavernas e minas há ainda o simbolismo da montanha. A montanha é um ser vivo e ousar penetrar em suas entranhas é romper uma barreira perigosa pois lá habitam espíritos que a protegem. Na Montanha dos Sete Abutres, nome dado pelos indígenas do filme que habitavam a localidade, os espíritos dos mortos assombraram o caçador de tesouros indígenas preso entre as pedras. Na caverna das montanhas Tailandesas familiares e vizinhos fizeram oferendas aos espíritos na entrada do complexo de grutas com o intuito de aplacar sua ira. Esta última resposta talvez seja a que mais me atraia. Como vencer a terrível ameaça que representa enfrentar as margens e o perigo de mexer com espíritos ancestrais que habitam o interior do corpo vivo das montanhas?


Roger Perry, ator de 'Star Trek' e 'Os Monstros', morre aos 85 anos
Sexta feira, 13 Julho 2018 21:07:32 -0000

Ele lutava contra um câncer de próstata e era conhecido por ter interpretado o Capitão Christopher da versão original da série. Roger Perry em 'Star Trek' Divulgação Roger Perry, ator que atuou em séries como "Star Trek", "O Homem de Seis Milhões de Dólares" e "Os Monstros", morreu aos 85 anos, na quinta-feira (12), em sua casa em Indian Wells, na Califórnia. Ele lutava contra um câncer de próstata e a morte foi confirmada por sua filha Dana Perry. O papel de mais destaque de Perry foi o Capitão Christopher da versão original de "Star Trek", mesmo ele não sendo um personagem fixo. Ele deixa sua mulher, a atriz Joyce Bulifant, com quem era casado desde 2002. Antes, ele foi casado com a também atriz Jo Anne Worley, entre 1975 e 2000.


'Pokémon: Mewtwo Contra-ataca' será próximo filme do desenho com remake da estreia da franquia
Sexta feira, 13 Julho 2018 18:48:00 -0000

Produção baseada no primeiro filme, de 1988, não tem previsão de lançamento. Anúncio foi feito em teaser do filme mais recente do Pokémon. Cartaz de 'Pokemon: Everyone’s Story' Divulgação A cena final do filme "Pokemon: Everyone’s Story" (em tradução livre: "Pokémon: A História de Todos"), que estreou nesta sexta (13) no Japão, deixou os fãs de Pokemon esperançosos e intrigados. O final, que é o teaser para o próximo filme da franquia, mostra bolhas subindo na tela enquanto uma voz familiar diz “O que é este lugar?”, “Quem sou eu?”, famoso monólogo de abertura do primeiro filme de Pokemon de 1988. O teaser termina com um close de Mewtwo quando o poderoso Pokémon abre os olhos pela primeira vez. Para instigar ainda mais a imaginação, o filme tem o mesmo nome do primeiro: "Pokémon: Mewtwo Contra-ataca". Os fãs especulam que Mewtwo foi dublado por Masachika Ichimura, que também participou da versão japonesa do primeiro filme, mas a informação não foi confirmada pela produção.


Scarlett Johansson abandona filme 'Rub and Tug', em que ela iria interpretar homem trans
Sexta feira, 13 Julho 2018 18:46:27 -0000

Atriz diz que desistiu de participar de projeto após polêmica e discussão: 'Entendo porque tanta gente acha que ele deve ser interpretado por uma pessoa trans'. Scarlett Johansson no Oscar Jordan Strauss/Invision/AP Scarlett Johansson desistiu de atuar no filme "Rub and Tug", em que ela interpretaria um homem trans. A atriz anunciou sua decisão nesta sexta-feira (13), em declaração ao site Out.com. Ela causou controvérsia desde que anunciou que faria o papel de Dante Tex Gill, um homem trans. Críticos questionam o fato de o personagem não ser interpretado por uma pessoa transexual. "À luz das questões éticas que foram levantadas sobre eu ser escolhida como Dante Tex Gill, decidi respeitosamente cancelar minha participação no projeto. Nossa compreensão cultural das pessoas trans continua a evoluir, e eu aprendi muito com a comunidade desde que fiz minha primeira declaração sobre minha escolha, e percebi que fui insensível", diz a atriz. "Mesmo que eu fosse amar a oportunidade de dar vida à história e à transição de Dante, entendo porque muita gente sente que ele deveria ser interpretado por uma pessoa trans", ela também afirmou. A atriz já tinha causado polêmica semelhante ao interpretar uma personagem originalmente asiática no filme "Ghost in the Shell".


Promessas no G1: entrevista com Mariana Valadão
Sexta feira, 13 Julho 2018 18:30:58 -0000

Cantora foi a convidada desta quinta (12). Veja como foi nos vídeos abaixo. Promessas no G1: entrevista com Mariana Valadão Cantora foi a convidada desta quinta (12). Veja como foi nos vídeos abaixo.


Ingmar Bergman: Lista mostra 5 filmes para entender a carreira do diretor sueco
Sexta feira, 13 Julho 2018 16:35:14 -0000

Ele completaria 100 anos nesta sexta. Filmografia tem 'O sétimo selo' e 'Persona'. O cavaleiro e a morte disputando uma partida de xadrez no filme 'O Sétimo Selo' Divulgação Com cerca de 60 filmes assinados, incluindo muitos que se tornam clássicos do gênero psicológico, a filmografia de Ingmar Bergman destaca seu estilo e sua coerência temática. Veja cinco obras-chaves de uma carreira de seis décadas que marcou a história do cinema e influenciou gerações de cineastas. "O sétimo selo" (1957) A obra-prima de Bergman, que se passa durante as Cruzadas, contém uma das cenas icônicas de sua filmografia: um cavaleiro jogando xadrez com a morte. Ela resume as principais preocupações do filme - e de Bergman: como a fé resiste frente ao mal e a miséria humana? Vencedor de um prêmio em Cannes e muito rapidamente considerado um clássico da arte e da experimentação, "O Sétimo Selo" também foi um sucesso entre os espectadores da época e é o tema de muitas paródias. Cinquenta anos depois, "The Guardian" considerou-o "uma referência irrepreensível em matéria de seriedade artística e moral". A cena da morte também é emblemática e reproduzida das mais diferentes formas e em obras de diversos gêneros. "Persona" (1966) Duas mulheres, 84 minutos de close-ups quase constantes e uma metamorfose das duas faces: Bergman permite progredir a intensidade psicológica de seu misterioso drama, situado em um chalé isolado na ilha de Fårö. Explorando a relação entre uma atriz que ficou muda e sua enfermeira, o filme lindamente filmado questiona os fundamentos instáveis da identidade. "Cenas de um Casamento" (1973) Bergman foi um dos poucos diretores de sua geração que conseguiu passar do cinema para a televisão, especialmente com essa série de seis episódios, de baixo orçamento, explorando os obstáculos e tribulações conjugais de um casal que atravessa um divórcio prolongado, desencadeado por uma infidelidade. Bergman se inspirou em seu próprio relacionamento atormentado com Liv Ullmann, que interpreta a esposa na série. A série de Bergman é "a mais verdadeira e mais brilhante história de amor já filmada" e gira em torno de um de seus temas clássicos: a comunicação entre indivíduos, escreveu em 1974 o famoso crítico de cinema americano Roger Ebert no Chicago Sun-Times. "Fanny e Alexandre" (1982) Este conto épico, em grande parte autobiográfico e principalmente filmado em Uppsala, narra a vida de um irmão e uma irmã, desde a infância até a velhice, passando pelo casamento. Filmado pelo diretor de fotografia de longa data de Bergman, Sven Nykvist, este suntuoso épico familiar foi comparado aos romances de Dickens e ganhou quatro Oscars, incluindo o de melhor filme estrangeiro. A versão em tela grande de três horas foi montada a partir de um telefilme de cinco horas. Em uma pesquisa realizada em 2002 pela revista britânica Sight and Sound com diretores e críticos mundiais, "Fanny e Alexander" ficou em terceiro lugar entre os melhores filmes dos 25 anos anteriores, atrás de "Apocalypse Now" e "Raging Bull". "Saraband" (2003) pós uma pausa de quase 20 anos, Bergman retorna pela última vez com esta continuação de "Cenas de um Casamento", explorando as dolorosas lições de vida, os fracassos da parentalidade ao egoísmo que atravessam as relações humanas.


Ingmar Bergman, cineasta sueco, completaria 100 anos nesta sexta; relembre a carreira
Sexta feira, 13 Julho 2018 16:29:35 -0000

Ele dirigiu cerca de 60 filmes entre 1946 e 2003, incluindo 'O sétimo selo' (1957), 'Gritos e sussurros' (1972), 'Cenas de um casamento' (1974) e 'Fanny e Alexander' (1982). Ingmar Bergman Divulgação/Sony Pictures Há 100 anos, em 14 de julho, nascia Ingmar Bergman, o famoso cineasta sueco de obras muitas vezes de difícil compreensão, mas muito celebradas por fãs e críticos. Elas seguem fascinando e chocando o público. Nascido em 1918 em Uppsala, ao norte de Estocolmo, filho de um pastor luterano, dirigiu cerca de 60 filmes entre 1946 e 2003, incluindo "Gritos e sussurros" (1972), "Cenas de um casamento" (1974), "Sonata de outono" (1978) e "Fanny e Alexander" (1982), sua obra testamento. Onze anos depois de sua morte, aos 89 anos, em sua casa de Fårö, uma ilha de pedras, pântanos e escarpas do mar Báltico, onde rodou a inquietante "Persona" e que virou local de peregrinação dos fãs, continua sendo para muitos o pintor dos tormentos, dos fantasmas, da loucura e das aventuras conjugais. "A parte central de nossa educação se baseava nos princípios do pecado, da confissão, do castigo, da redenção e do perdão", escreveu em sua autobiografia "Lanterna mágica". De "Crise" a "Saraband", seu último filme, o mestre da imagem, adorou as mulheres e as filmava de forma magistral, detestava a morte, mas também a filmava magistralmente. Ele esculpiu uma metafísica das tensões humanas na qual Deus era tão poderoso quanto ausente, deixando sozinhas no mundo as consciências dolorosas, entre gritos e sussurros. "Ingmar mergulhava profundamente em suas próprias experiências, em seu passado", explica Anna Bergman, enteada e encarregada do vestuário do diretor. 'Exotismo escandinavo' Nos anos 1950 começou a conquistar o exterior, cujo público sucumbiu ao "exotismo escandinavo" com sua língua bárbara, suas jovens mulheres liberadas, suas paisagens selvagens e uma representação "natural" da nudez que assombrou e causou escândalo. "Muitas vezes é associado no exterior aos seus filmes sombrios, em preto e branco, com um ritmo lento e primeiros planos, mas isso não é mais do que uma parte da verdade. Na Suécia, o favorito é 'Fanny e Alexander'", uma obra da infância, que venceu vários Oscars, e que a cada Natal passa na televisão sueca, lembra Anna Bergman. "A carreira de Bergman coincide com o desenvolvimento do Estado-providência sueco. A Suécia conheceu um auge político, social e econômico excepcional durante os anos 1940, 1950 e 1960. No entanto, temos este diretor, que nos lembra que também podemos sentir angústia, que podemos nos divorciar, ou ter relações difíceis com nossos pais, que Deus nos falta. Naquele momento, não tínhamos vontade de ouvir isso", assinala Jan Holmberg, diretor da Fundação Bergman. Uma chuva de Oscars Em preto e branco, ou a cores, Ingmar Bergman alternava as composições simbolistas ("O sétimo selo") e mais clássicas ("Mônica e o desejo", "Cenas de um casamento", "Sonata de outono", "Gritos e sussurros", "Fanny e Alexander"), com experiências difíceis de serem classificadas, como "Persona", considerada hoje uma das obras-primas da sétima arte. Também assinou dezenas de peças, adaptando Molière, Shakespeare, Ibsen e Strindberg. De 1963 a 1966 dirigiu o Teatro Dramático Real de Estocolmo, que este ano lhe dedica uma programação especial. Procedente do mundo do cinema, uniu esta arte com a música, sobre a qual dizia não saber nada, em "A flauta mágica" em 1975, a alegre ópera de Mozart, cujo libreto e vinil continuam atualmente na casa de Fårö, protegida pelos pinheiros. Considerado por Woody Allen como o melhor diretor da história do cinema, Bergman venceu três Oscars de melhor filme estrangeiro - em 1960 por "A fonte da donzela", no ano seguinte por "Através de um espelho" e em 1983 por "Fanny e Alexander". Cannes o homenageou tardiamente, em 1997, ao outorgar a "Palma das palmas". É o único cineasta até hoje a vencer esse prêmio. E também tinha seus modelos. "Quando o filme não é um documento, é um sonho. E, por isso, Tarkovski é o maior de todos", declarou. "Fellini, Kurosawa e Buñuel navegam nas mesmas águas que ele". Deu os seus melhores papéis a atrizes como Harriett Andersson e a norueguesa Liv Ullman, sua "Stradivarius". Teve aventuras amorosas com várias de suas atrizes, se casou cinco vezes e teve nove filhos.


Imagine Dragons é a banda de rock mais ouvida no Brasil e no mundo, segundo Spotify
Sexta feira, 13 Julho 2018 15:55:17 -0000

Rankings do serviço de streaming foram divulgados por conta do Dia Mundial do Rock. Dan Reynolds, vocalista do Imagine Dragons, vai pra galera no segundo dia do Lollapalooza 2018 Fabio Tito/G1 O Imagine Dragons é a banda de rock mais ouvida no Brasil e no mundo, segundo dados do Spotify. Os rankings do serviço de streaming foram divulgados nesta sexta-feira (13) por conta do Dia Mundial do Rock. O grupo americano domina a arte de fazer um rock de estádio, dando atenção aos seguintes requisitos: Letras sobre superação no estilo "siga seus sonhos" Percussão forte em versos que poderiam virar canto de torcida Um pop rock que esbarra de leve no R&B, new metal, indie... Top 10 rocks do mundo no Spotify Kygo & Imagine Dragons - "Born To Be Yours" OneRepublic - "Start Again" (feat. Logic) John Mayer - "New Light" Imagine Dragons - "Believer" Imagine Dragons - "Thunder" Panic! At The Disco - "High Hopes" Portugal. The Man - "Feel It Still" The Chainsmokers - "Something Just Like This" Jason Mraz - "I'm Yours" Toto - "Africa" Top 10 rocks no Brasil Imagine Dragons - "Believer" Imagine Dragons - "Thunder" Kygo & Imagine Dragons - "Born To Be Yours" John Mayer - "New Light" Oasis - Wonderwall - "Remastered" The Chainsmokers - "Something Just Like This" Coldplay - "The Scientist" The Neighbourhood - "Sweater Weather" Red Hot Chili Peppers - "Californication" Linkin Park - "In The End" Top 10 artistas de rock no Brasil Imagine Dragons Coldplay Red Hot Chili Peppers Linkin Park Arctic Monkeys The Beatles John Mayer Guns N' Rose AC/DC Queen Top 20 países que mais ouvem rock Finlândia Turquia Hungria República Tcheca Filipinas Argentina Israel Portugal Bulgária Chile México Japão Brasil Nova Zelândia Eslováquia Uruguai Austrália Peru Islândia Irlanda


Anitta rebate críticos após anúncio de série sobre sua vida: 'É só não assistir'
Sexta feira, 13 Julho 2018 15:41:18 -0000

'Não é porque está na Netflix que você é obrigado a assistir', disse aos 'haters'. Série documental 'Vai Anitta' mostrará bastidores de turnês e rotina da cantora. Anitta grava clipe de "Medicina" na Colômbia Reprodução/Instagram Anitta foi bem direta ao rebater quem não gostou da notícia de que ela será tema de uma série documental. "Se não gosta de mim, é só não assistir. É só escolher outra coisa", disse, em vídeos publicados no Instagram. Initial plugin text A Netflix anunciou nesta quinta-feira (12) o lançamento de "Vai Anitta", com estreia prevista para este ano. "Não é porque está na Netflix que você é obrigado a assistir, é só passar e ver outra coisa. Inclusive, tenho várias indicações que posso dar para vocês", acrescentou a cantora aos "haters". Ela ainda criticou quem não consegue "deixar a vida continuar" ao ver algo que não gosta na internet. "Você não precisa demonstrar seu ódio". A cantora repetiu o discurso em espanhol no Instagram, para seus seguidores que não falam português. Bastidores "Vai Anitta" mostrará bastidores da turnê da cantora pelo Brasil e de seus shows pelo mundo, além de mostrar um pouco de sua vida pessoal e de seu contato com os fãs. Initial plugin text "Sabe aquela expressãozinha que a gente usa: 'A minha vida está tão louca que daria uma série'? Pois é. A minha deu", disse a cantora em vídeo publicado pela Netflix, após o anúncio nesta quinta. De acordo com a revista "Variety", a produção da série indica a aposta da plataforma de vídeos no apelo internacional da cantora.


'Faça a sua parte': CPM 22 e Raimundos lançam música para Dia Mundial do Rock
Sexta feira, 13 Julho 2018 15:17:24 -0000

Novidade deve ser mostrada ao vivo no show que eles vão fazer juntos em São Paulo, nesta sexta-feira. Badauí e o CPM 22 Mateus Rigola/G1 CPM 22 e Raimundos lançaram a música "Faça sua parte", para celebrar o Dia Mundial do Rock. A canção é escrita em parceria pelas duas bandas. Ouça "Faça sua parte" no Spotify. A novidade deve ser mostrada ao vivo no show que eles vão fazer juntos em São Paulo, nesta sexta-feira, no Áudio. "Precisa ter opinião / Quem não se aprofunda em nada não faz nada para ajudar / Tudo que eu gosto passa pouco na televisão / Serei sempre o primeiro a me importar, tentar mudar", canta Badauí, do CPM, na primeira parte da música. "Não se vê mais união / Por isso nossa sociedade não sai nunca do lugar", reclama Digão, do Raimundos, na segunda parte. "O importante é olhar pra frente e não ter ódio de ninguém". Como surgiu o Dia do Rock? A celebração no 13 de julho foi inventada por Phil Collins. Durante o Live Aid, um festival que aconteceu simultâneamente em Londres e na Filadélfia na mesma data de 1985, ele expressou o desejo de que aquele fosse considerado o dia mundial do rock. A data, porém, não é tão mundial assim. Na Inglaterra e nos Estados Unidos, o projeto não foi levado a sério. No Brasil, o Dia do Rock colou porque rádios especializadas em rock passaram a citar a comemoração.


'Downton Abbey' vai virar filme com elenco original da série
Sexta feira, 13 Julho 2018 14:42:44 -0000

Segundo site Deadline, Maggie Smith, Michelle Dockery e Hugh Bonneville vão atuar em produção com roteiro do criador Julian Fellowes e direção de Brian Percival, diretor de seis episódios. O elenco da série 'Downton Abbey' Divulgação "Downton Abbey" vai virar um filme, com parte do elenco original da série, segundo o site Deadline. Segundo informações das produtoras Carnival Films e Focus Features, Maggie Smith, Michelle Dockery, Hugh Bonneville e outros vão atuar. O criador da série Julian Fellowes escreveu o roteiro. Ele produz ao lado de Gareth Neame e Liz Trubridge. Brian Percival (de "A Menina que Roubava Livros"), vai dirigir o filme. Ele já havia sido o diretor de seis episódios da série, incluindo o primeiro. Ainda não há detalhes sobre a trama do filme e sobre data de estreia. A última temporada de "Downton Abbey" foi exibida em 2015. Desde o fim, produtores e o criador do seriado falaram sobre a possibilidade de um filme. Os episódios finais eram ambientados no final dos anos 1920, pouco antes da Grande Depressão. A trama continuou a acompanhar as tribulações dos Crawley, uma família de aristocratas e seus empregados em uma magnífica mansão no campo inglês perto de York (norte), forçados a lidar com a evolução da sociedade britânica.


No Dia Mundial do Rock, ouça 13 músicas com o clima da sexta-feira 13
Sexta feira, 13 Julho 2018 14:17:27 -0000

Coincidência ou não, ocasião é perfeita para ouvir canções um tanto macabras. Veja lista com Ramones, Raul Seixas, Black Sabbath e mais. Ozzy Osbourne é vocalista do Black Sabbath Divulgação Neste ano, o Dia Mundial do Rock caiu justamente numa sexta-feira 13. Coincidência ou não, a ocasião é perfeita para celebrar ouvindo músicas um tantinho macabras. O G1 facilita a vida dos roqueiros e lista abaixo 13 faixas com o clima certo para a data. Como surgiu o Dia do Rock? A celebração no 13 de julho foi inventada por Phil Collins. Durante o Live Aid, um festival que aconteceu simultâneamente em Londres e na Filadélfia na mesma data de 1985, ele expressou o desejo de que aquele fosse considerado o dia mundial do rock. A data, porém, não é tão mundial assim. Na Inglaterra e nos Estados Unidos, o projeto não foi levado a sério. No Brasil, o Dia do Rock colou porque rádios especializadas em rock passaram a citar a comemoração. Phil Collins foi o 'inventor' do Dia do Rock Celso Tavares/G1 'Pet sematary' (Ramones) Clássico da banda punk, a música foi escrita para a adaptação para os cinemas do livro de mesmo nome de Stephen King. No Brasil, o filme de 1989 ganhou o nome "O cemitério maldito". 'Sexta-feira 13' (Cemitério) Essa banda brasileira de death metal faz músicas inspiradas em filmes clássicos do terror. Nessa, conta a história de Jason Voorhees, que morre afogado em um acampamento amaldiçoado. 'Friday the 13th' (Misfits) A banda americana que criou o chamado horror punk, um sub gênero do punk, alerta para os perigos da sexta-feira 13 em uma de suas músicas mais assustadoras. 'Rock do diabo' (Raul Seixas) Se o diabo é mesmo o pai do rock, como diz Raul em um de seus clássicos, a sexta 13 é a data certa para celebrar o gênero. 'The number of the beast' (Iron Maiden) A música dá nome ao terceiro álbum da banda britânica de heavy metal. Ela fala do número 666, descrito como "número da besta" pela tradição cristã. '13' (Megadeth) É a música-título do 13° álbum da banda de thrash metal, com letra sobre alguém assombrado pelos próprios pensamentos. 'Sympathy for the devil' (The Rolling Stones) Uma das músicas mais famosas dos Stones foi lançada em 1968. Seu título, que pode ser traduzido como "simpatia pelo demônio", gera até hoje especulações que relacionam a banda a práticas satanistas. 'Sexta-feira 13' (Xutos & Pontapés) Essa banda portuguesa de rock foi formada no fim dos anos 1970 e está ativa até hoje. Nessa letra, ela avisa que na sexta 13 "tudo pode correr mal". 'Noite preta' (Vange Leonel) É a música mais famosa da cantora brasileira. Foi usada como tema de abertura da novela "Vamp" (TV Globo), exibida entre 1991 e 1992. 'Room 13' (Black Flag) É difícil sobreviver ao quarto 13 na angustiante letra da banda americana, uma das mais cultuadas do movimento punk. 'Enter Sandman' (Metallica) A letra sobre terror noturno só não é mais horripilante que o clipe desse clássico do Metallica. 'Black sabbath' (Black Sabbath) Algumas pessoas consideram essa uma das primeiras músicas de heavy metal da história. Ela também gerou boatos que ligam o Sabbath ao satanismo. 'The 13th' (The Cure) Para terminar de forma mais leve, essa do Cure lembra a data, mas tem melodia dançante.


Pity Álvarez, roqueiro argentino, confessa assassinato de vizinho: 'Era ele ou eu'
Sexta feira, 13 Julho 2018 12:56:51 -0000

Ex-líder das bandas Viejas Locas e Intoxicados se apresentou à polícia em Buenos Aires. O músico argentino Cristian "Pity" Álvarez em foto de 2008 Fernando Gutierrez/Diario La Nacion via AP O músico argentino Cristian "Pity" Álvarez, ex-líder das bandas de rock Viejas Locas e Intoxicados, confessou ter matado um vizinho. "Eu o matei, era ele ou eu", disse à imprensa antes de se entregar nesta sexta-feira (13) à polícia. Álvarez era alvo de um pedido de prisão desde a véspera, pois, segundo testemunhas, ele tinha disparado 4 vezes contra Cristian Díaz, de 36 anos. O cantor, de 46 anos, se apresentou na comissaria 52 de Buenos Aires. "Sim, eu o matei porque era entre ele ou eu. Qualquer animal faria o mesmo. Era um cara que roubava. Não era questão de drogas. Não éramos amigos", disse. Álvarez disse que o episódio ocorreu na madrugada da quinta-feira, ao pé do prédio em que ele mora em um bairro de classe baixa no sul da capital. O homem assassinado era um antigo vizinho de Álvarez que tinha ido visitar sua filha de 16 anos, que ainda morra no mesmo prédio, segundo a mulher da vítima. Segundo a polícia, Álvare abandonou o local e se livrou da arma, que foi encontrada. Ele disparou 5 vezes, segundo as autoridades. O músico, que em outras ocasiões se viu envolvido em polêmicas menores, começou sua trajetória no final dos anos 1980 como integrante do Viejas Locas, com o qual fez grande sucesso no país e, nos anos 2000, fez parte da banda Intoxicados.


Banda BaianaSystem lança a primeira coletânea, com singles, remixes e dubs
Sexta feira, 13 Julho 2018 12:00:42 -0000

Com título alusivo aos aparelhos de jukebox, a primeira coletânea da banda BaianaSystem, BatukeBox, chega ao mercado fonográfico na segunda quinzena deste mês de julho de 2018 nos formatos de LP e cassete. A compilação agrega singles nunca incluídos em álbuns da banda soteropolitana – como Capim Guiné (Russo Passapusso, Seko Bass e Titica, 2017), gravado e lançado no ano passado com participações de Margareth Menezes e Titica – e remixes de músicas como Cigano, Panela e Playsom, além de versões dubs de músicas como Pangeia e a mencionada Capim Guiné. Capa da coletânea 'BatukeBox', da banda BaianaSystem Divulgação / Máquina de Louco Há também gravações lançadas pela BaianaSystem antes de a banda ganhar projeção nacional como as das músicas Amendoim pão de mel e Terapia. Eis, na disposição do LP e do cassete, os dez fonogramas de BatukeBox: Lado A 1. Playsom (Remix Mahal Pitta) 2. Forasteiro 3. Capim Guiné 4. Capim Guiné Dub 5. Pangeia Dub Lado B 1. Panela (Remix DJ Tide) 2. Cigano (Remix Furmiga Dub) 3. Invisível 4. Amendoim pão de mel 5. Terapia Editoria de Arte / G1


Ariana Grande lança 'God is a Woman', mais uma faixa de seu álbum 'Sweetener'
Sexta feira, 13 Julho 2018 11:09:24 -0000

Novo disco da cantora será lançado em 17 de agosto, dois anos após seu último trabalho. Ariana Grande Reprodução/Instagram Ariana Grande liberou mais uma faixa de seu próximo álbum. Nesta sexta-feira (13), a cantora divulgou “God is a Woman” ("Deus é uma mulher"), música que integra o disco “Sweetener”. O álbum será lançado em 17 de agosto. Antes de soltar a música, Ariana trocou mensagens com seus fãs no Twitter. E um de seus seguidores questionou se ela estava assustada com possíveis críticas sobre o título da música. “Estava esperando isso e é claro que entendo, mas isso e arte. Está tudo bem se nem todo mundo entender o que eu faço. Me sinto muito grata por ter a oportunidade de ser eu mesma e inspirar outras pessoas a fazerem o mesmo. Eu prefiro fazer isso do que não me arriscar”. “God is a Woman” é a terceira faixa do novo projeto de Ariana Grande. Em abril, a cantora lançou “No Tears Left To Cry”, acompanhada de um videoclipe. Já em junho, ela divulgou “The Light Is Coming”, em parceria com Nicki Minaj. “Sweetener” chegará ao mercado dois anos após o lançamento de seu último álbum, o “Dangerous Woman”. O álbum já está disponível para pré-venda. Veja o vídeo divulgado por Ariana Grande com a letra: Initial plugin text


Violeiro Chico Lobo promove 'Tempo de paz' com cantor Zé Alexandre em disco com cheiro de sertão
Sexta feira, 13 Julho 2018 11:00:42 -0000

"Trago na minha viola a voz do coração / Que vem soprando as cores e o cheiro do sertão" Os versos da toada que batiza Tempo de paz, álbum que junta o violeiro mineiro Chico Lobo com o cantor carioca Zé Alexandre, traduzem com precisão o espírito humanista e sertanista do bonito disco lançado neste mês de julho pela gravadora Kuarup. Melodiosa toada, a música Tempo de paz é uma das três parcerias dos compositores que compõem o repertório do CD gravado no início deste ano de 2018 com produção orquestrada por Sérgio Lima Netto com o próprio Chico Lobo. A parceria foi iniciada com a folia Esperança, cantada por Lobo. Enveredando pelas entranhas do grande sertão nacional, Estradar é a terceira composição assinada e gravada pela dupla no álbum Tempo de paz. Capa do álbum 'Tempo de paz', de Chico Lobo e Zé Alexandre Diogo Faria Afinados pelo zelo com o verde e os tons musicais do Brasil rural, Chico Lobo e Zé Alexandre montam painel dos sons do interior no toque da viola caipira. É como cantador do sertão nordestino que Alexandre dá voz ao Aboio de gratidão, assinado por Lobo. Com o recorrente toque da viola de Chico Lobo, Zé Alexandre conta e canta histórias dos rincões de um Brasil sertanejo, romantizado no ideário do artistas, como exemplificam os versos de Cadim de viola, música inédita de Alexandre. O violeiro Chico Lobo e o cantor Zé Alexandre Divulgação Kuarup / Diogo Faria Fora desse rincão, há a valsa Bandolins, apresentada pelo compositor, Oswaldo Montenegro, ao lado de Zé Alexandre em festival de música promovido em 1979 pela extinta TV Tupi. Embora carioca, estando atualmente radicado em Minas Gerais, Zé Alexandre foi criado em Brasília (DF), para onde o carioca Montenegro se mudou no início da década de 1970. A abordagem de Bandolins na abertura do disco se justifica não somente pelo inédito arranjo de viola caipira, mas pelo fato de Montenegro ter vivido parte da infância e da adolescência na cidade mineira de São João Del Rei, terra natal de Chico Lobo, violeiro virtuoso que ganhou atenção da mídia carioca quando Maria Bethânia – cantora que vem dando cada vez mais voz aos sons dos sertões – incluiu composição do artista, Criação (1996), no roteiro do show comemorativo dos 50 anos de carreira da intérprete, Abraçar e agradecer (2015). O violeiro Chico Lobo e o cantor Zé Alexandre Divulgação Kuarup / Diogo Faria No álbum Tempo de paz, Chico também se exercita eventualmente como cantor, embora o dom maior do artista seja o de músico. "Minha arma é a viola / E eu a trato com respeito / Pra cantar verso dobrado / Minha voz vem lá do peito", avisa o violeiro ao dar voz a versos de Cantoria, música da própria lavra que integra o repertório do álbum Tempo de paz. Em Viola de Minas (Chico Lobo) – música autoral também cantada pelo violeiro – e na releitura de Cruzada (Tavinho Moura e Márcio Borges, 1978), o toque do violoncelo do músico inglês David Chew se harmoniza com a viola caipira em arranjos de Blas Rivera, promovendo o link dos salões europeus com os rincões brasileiros, no mesmo tempo de paz que sereniza todo o disco que une Chico Lobo a Zé Alexandre, artistas que trazem o sertão dentro deles. Editoria de Arte / G1


Dia Mundial do Rock tem Titãs, CPM 22 e Raimundos celebrando data em São Paulo; G1 comenta em VÍDEO
Sexta feira, 13 Julho 2018 10:37:41 -0000

Léo Santana e Ferrugem também se apresentam na cidade neste final de semana. Veja as dicas de shows do g1 desta sexta-feira (13), Dia Mundial do Rock Dia 13 de julho é comemorado o Dia do Rock. E para quem quiser celebrar a data no melhor estilo, a gente destaca pelo menos dois eventos. Titãs Reprodução Titãs Sérgio Britto, Tony Bellotto, Beto Lee e Mário Fabre sobem ao palco do Tom Brasil. Desta vez, sem Branco Mello, que está afastado e em tratamento contra um tumor na laringe desde junho. O quarteto vai dar uma palinha do DVD ópera-rock “Doze flores amarelas”, que já está em fase de finalização e será lançado em breve. Em suas redes sociais, o grupo já liberou o setlist completo do show comemorativo. E além de quatro músicas que fazem parte desse disco, eles vão cantar também grandes sucessos que fazem parte da história do grupo como “Sonífera ilha”, “Marvin” e “É preciso saber viver”. Quando: Sexta (13) Horário: 22h Local: Tom Brasil - Rua Bragança Paulista, 1281 – Santo Amaro – São Paulo Ingressos: entre R$ 30 e R$ 120 Show da banda CPM22 Suelen Gonçalves/G1 AM Raimundos + CPM 22 A banda CPM 22 leva ao palco da Áudio a nova turnê “Suor e sacrifício”. O grupo tem compartilhado com seus fãs vídeos de bastidores desta turnê, que está na estrada desde o ano passado. São várias imagens disponibilizadas no Youtube que mostram os meninos nos palcos, camarins, hotéis e durante entrevistas. Já o grupo Raimundos vai apresentar o show do DVD acústico, lançado em 2017. “20 e poucos anos”, “A mais pedida” e “mulher de fases” são algumas das faixas que fizeram história na carreira da banda e que serão apresentadas no palco desplugado, mas não menos agitado e animado. A noite conta ainda com apresentação da banda Roks. Quando: Sexta (13) Horário: 23:30h (Roks), 1h (CPM 22) e 3h (Raimundos) Local: Audio - Av. Francisco Matarazzo, 694 - Água Branca - São Paulo Ingressos: entre R$ 60 e R$ 120 Ferrugem despontou com 'Antes Só Do Que Mal Acompanhado' Divulgação Léo Santana + Ferrugem Se você não é da turma do rock, tem opção de show também. No Centro de Tradições Nordestinas tem um encontro da música baiana com o pagode. Leo Santana lançou recentemente a música “10 beijos de rua” e deve levar a faixa ao palco. Já ferrugem segue trabalhando seu recém lançado dvd “Prazer, eu sou ferrugem”. É desse disco a música “Pirata e tesouro”, uma das faixas mais tocadas nas rádios do país nesse primeiro semestre. Quando: Sexta (13) Horário: 21h (abertura da casa) Local: CTN - Centro de Tradições Nordestinas - Rua Jacofer, 615 - Bairro do Limão - São Paulo Ingressos: entre R$ 70 e R$ 140


Toquinho resume 50 anos de carreira em DVD com show feito com adesão de Tiê
Sexta feira, 13 Julho 2018 10:00:41 -0000

A rigor, Toquinho já está em cena há 54 anos, pois foi como violonista que estreou no palco, em 1964, ainda como músico acompanhante de espetáculos musicais de teatro. Contudo, foi a partir de 1966, ano da gravação do primeiro álbum, que o paulistano Antonio Pecci Filho começou a se fazer ouvir como cantor e compositor. Tanto que foi para celebrar os então 50 anos de carreira fonográfica que Toquinho subiu, em 25 de março de 2016, ao palco do Teatro WTC, na cidade natal de São Paulo (SP) para fazer show que seria gravado ao vivo para edição de álbum e DVD. Era para o registro audiovisual ter sido lançado ainda naquele ano de 2016. Mas o fato é que o álbum ao vivo e o DVD chegarão ao mercado fonográfico, em edição da gravadora Deck, somente em agosto deste ano de 2018. Toquinho Divulgação / Luis Seyssel No show, Toquinho recebeu convidados como Mutinho, Verônica Ferriani, Paulo Ricardo – com quem o cantor já gravou disco dedicado à parceria firmada por Toquinho com Vinicius de Moraes (1913 – 1980) ao longo da década de 1970 – e Tiê, cantora paulistana que começou a carreira musical como vocalista de Toquinho. Com os toques dos músicos Guga Machado (percussão), Ivâni Sabino (baixo), Pepa D’Elia (bateria) e Proveta (saxofone clarinete), alem do violão do próprio Toquinho, o cantor rebobinou músicas como O caderno (Toquinho e Mutinho, 1983), Que maravilha (Jorge Ben Jor e Toquinho, 1969) e Regra três (Toquinho e Vinicius de Moraes, 1971). Além do show em si, o DVD traz takes captados com outros artistas em outros cenários. Toquinho canta Tarde em Itapoã (Toquinho e Vinicius de Moraes, 1971) com João Bosco. Já a pianista Eliane Elias figura em gravação do Samba de Orly (Toquinho, Chico Buarque e Vinicius de Moraes, 1971). A ideia foi, entre números musicais e depoimentos de parceiros e amigos, fazer DVD documental com alentada retrospectiva desses 50 anos de carreira que, a rigor, já são 54. Editoria de Arte / G1


Hoje é o Dia 'Mundial' do Rock, mas nada há para festejar no Brasil pop sertanejo
Sexta feira, 13 Julho 2018 09:01:40 -0000

Hoje, 13 de julho de 2018, é dia de rock no Brasil! Em bom português, hoje o Brasil festeja o Dia Mundial do Rock com shows por todo o país e a edição de música inédita, Faça sua parte, composta e gravada por integrantes dos grupos CPM 22 e Raimundos. Só que esse mundial acoplado à efeméride é mais uma força de expressão porque a data – criada em 13 de julho de 1985 pelo cantor e compositor inglês Phil Collins em momento de empolgação durante apresentação no Live Aid, festival de alcance planetário – nunca pegou efetivamente no mundo. Não colou nem nos Estados Unidos, país onde o rock nasceu no alvorecer da década de 1950, e tampouco na Inglaterra, a filial mais importante de um gênero que uniu o mundo em torno da música, revolucionando os costumes e fundando um universo pop. Mesmo solitário na implantação da data, festejada no Brasil desde a segunda metade dos anos 1980, o país do samba e do futebol tem pouco ou nada a comemorar hoje. É certo que a semente do rock continua a germinar no sangue e nos hormônios de adolescentes que descobrem a cada dia o poder de alguns acordes amplificados pelo toque de uma guitarra. Alguns desses adolescentes continuarão a hastear a bandeira do rock quando se tornarem adultos e levarão adiante o legado dos pioneiros dos anos 1950. Mesmo assim, o fato é que o rock é minoria no Brasil pop sertanejo de hoje. Também é fato que, no mundo todo, o rap tomou do rock o lugar de contestação. É com o discurso falado do rap que os jovens bradam contra tudo e contra todos que acreditam estar fora da ordem. Nem por isso deixam de existir roqueiros no mundo todo. Só que, no exterior, eles ainda estão mais visíveis. No Brasil, os roqueiros podem não ter voltado a ter cara de bandido – como a irreverente Rita Lee sentenciou em verso de Orra meu (1980) – mas retornaram para os guetos, para as garagens, para as margens do mercado fonográfico. Humberto Gessinger no festival 'João Rock' em 2017 Érico Andrade / G1 A indústria da música pop no Brasil dança conforme o ritmo do funk, do sertanejo, do arrocha e até do já decadente pagode. Já o rock parece ter sumido do mapa, das rádios, dos programas de televisão, das genéricas playlists, enfim, do universo pop nacional. Nem o ouvinte mais pessimista poderia prever tal derrocada ao longo dos anos 1980, década em que o rock ditou modas, fez cabeças e dominou as paradas do Brasil no toque de bandas relevantes como Barão Vermelho, Engenheiros do Hawaii, Legião Urbana, Paralamas do Sucesso e Titãs. A hegemonia começou a ser diluída nos anos 1990, década áurea do pagode e da axé music, mas ainda havia rock no mainstream. A partir dos anos 2000, o rock foi progressivamente desaparecendo do mercadão para nostalgia de quem se achava moderno na década de 1980. O rock errou, como decretou Lobão ainda nos anos 1980? Talvez. E, se houve erro, foi ter se desconectado dos anseios da juventude, que hoje fala pelo rap e até pelo funk. Não é por acaso que, como toda minoria, o rock precisa de um dia para chamar de seu. Hoje é dia de rock. Mas e amanhã? Editoria de Arte / G1


Anne-Marie vira aposta com pop eletrônico, apoio de Ed Sheeran e clipe que zomba de hits dos anos 2000
Sexta feira, 13 Julho 2018 09:00:52 -0000

Inglesa voz de 'Friends' e 'Rockabye' fala ao G1 sobre disco de estreia e letra de música sobre as dificuldades de ser uma mãe solteira. VÍDEO mostra top 5 para conhecer cantora. A cantora inglesa Anne-Marie Divulgação Você já deve ter ouvido a voz desta moça aí, chamada Anne-Marie. A cantora inglesa de 27 anos tem um disco de estreia recém-lançado ('Speak your mind") e dois hits nas paradas brasileiras de rádios e streaming. "Friends", com o DJ Marshmello, versa sobre um mané que enche o saco dela, mas que só será amigo e olhe lá. "Rockabye", gravada com o trio Clean Bandit, tem letra mais séria. É sobre as dificuldades de ser uma mãe solteira. "Assim que eu ouvi essa música, eu me apaixonei e fiquei na torcida para que as outras pessoas sentissem isso. Ela fez a minha carreira dar um salto. Mais gente descobriu quem eu era", explica Anne-Marie ao G1. "Minhas letras sempre serão sobre a vida real, sobre situações que acontecem mesmo. É muito importante fazer isso". Anne-Marie: Veja 5 clipes para conhecer a cantora As letras sobre crushes e histórias de superação são embaladas por música eletrônica mais frenética e às vezes por um pop mais leve. Para ela, tanto faz: "Gênero é uma coisa cada vez menos importante. Se for uma música boa, ela vai acabar encontrando um jeito de ir bem nas paradas". Isso é muito anos 2000 O novo single é "2002", ode aos anos 2000 feita por 18 compositores. Entre eles, Ed Sheeran. "É um dos meus amigos mais próximos, então trabalhar com ele é demais. O jeito que escreve é incrível e sair em turnê com ele foi bem divertido". Os versos e o clipe são cheios de referências a artistas como Britney Spears e Backstreet Boys, uma ideia da diretora do vídeo. "Eu trabalhei com a Hannah Lux Davis em 'Friends' e ela veio com a ideia de usar os vídeos antigos das músicas citadas na minha letra. Foi tãããão legal". Anne-Marie Divulgação


Marco Luque não ri o tempo todo: Por trás de personagens e churrascos na TV, comediante fala de política e de musical
Sexta feira, 13 Julho 2018 09:00:51 -0000

Conhecido por personagens, comediante estrela 'Os produtores' ao lado de Miguel Falabella e de eleições: 'É nossa culpa se o cara que tá lá é bom ou ruim, se rouba ou não'. Marco Luque fala sobre participação no musical 'Os produtores', com Miguel Falabella Você provavelmente conhece Marco Luque, comediante de 44 anos, por seus muitos personagens. Ou talvez pela sua participação no “Altas Horas” ou na nova “Escolinha do Professor Raimundo”. Ou até por estar no musical “Os Produtores” no teatro. Se respondeu "não" para tudo isso, pelo menos já o viu em uma das inúmeras propagandas durante a Copa do Mundo. Ele não se preocupa com a superexposição. Até acha que pode ajudar a promover seu trabalho. “As propagandas que eu tenho feito são de personagens, são legais. Acho que tem sido uma exposição positiva”, conta ao G1. Marco Luque se prepara para participar do 'Altas Horas' Fabio Tito/G1 Adeus, solidão Luque ficou conhecido por tipos como o motoboy Jackson Faive ou a diarista Mary Help. Eles povoam suas participações no “Altas Horas” e seus shows solo, sua principal atividade nos últimos anos. Mas ele sentia falta de palcos mais cheios e aceitou o convite de participar da nova formação do musical “Os Produtores”. Atua com Miguel Falabella e Danielle Winits, em cartaz no Teatro Vivo Rio, no Rio, até 27 de julho. Na peça, adaptação do clássico da Broadway, interpreta Leo, contador que ajuda um produtor teatral a ganhar mais dinheiro com um fracasso que com um sucesso. Marco Luque participa da peça 'Os produtores' ao lado de Miguel Falabella e Danielle Winits Divulgação “É muito legal aquela confusão da coxia. Muito mais legal com pessoas. Fiquei 12 anos fazendo sozinho. Depois da peça era uma solidão. Eu ficava ali quietinho esperando a hora passar, a plateia encher”, conta Luque. “Agora, não. A gente fica conversando, nem vê a hora passar. Ainda mais dividindo o palco com esses feras. Sempre um aprendizado.” Palhaço também fala de política “Os produtores” também oferece ao comediante uma oportunidade de usar um humor mais ácido e crítico do que aquele de suas apresentações solo, nas quais evita polêmicas e palavrões. Jackson Faive é o motoboy criado por Marco Luque Pedro Dimitrow/Divulgação “Eu não me sinto bem em ofender uma pessoa, em fazer comédia ridicularizando alguém. Eu tenho alma de palhaço mesmo. Acho que se for pra rir, tenho rir de mim. Eu quem tenho que me ferrar pros outros darem risada”. “Nunca pensei em falar esse tipo de coisa, política ou algo assim, no meu show. Porque eu quero que naquele momento se esqueçam disso tudo, dêem risada só, e desopilem a alma. Rende piada? Rende, mas rende mais debate. A gente tem que parar de levar na maciota. Isso tem que ser levado mais a sério.” A diarista Mary Help é outra das personagens de Marco Luque Pedro Dimitrow/Divulgação Isso não significa que ele não goste de falar sobre o assunto. Tanto que ao ser perguntado sobre a Copa do Mundo, ele se lembra que 2018 também é ano de eleições. “A gente só tem que prestar atenção de não esquecer o momento que a gente tá passando no país. O governo fazendo tanta coisa ruim que a gente não concorda, e a gente tendo que se juntar para se manifestar contra essas coisas”, diz Luque. “A gente tem que pensar no que tem melhorar. Em quem a gente vai votar, quem a gente vai botar lá. Porque é nossa culpa se o cara que tá lá é bom ou ruim, se rouba ou não.” Silas Simplesmente é o taxista interpretado por Marco Luque Pedro Dimitrow/Divulgação


Fonte:  G1 > Pop & Arte