Conheça a 'Ugly Models', a agência de modelos em que a beleza é ser diferente
Segunda feira, 19 Fevereiro 2018 13:56:09 -0000

Agência londrina não contrata ninguém com medidas perfeitas.  Montagem mostra potenciais modelos da Uglys, agência britânica que contrata pessoas "fora do padrão" Ben Stansall/AFP Tem gente tatuada, barriguda, com nariz torto, orelhas de abano, queixo proeminente e pescoço muito longo. E ninguém com medidas perfeitas. Bem-vindos à "Ugly Models", uma agência londrina de modelos diferentes. A Semana da Moda começa nesta sexta-feira (16) na capital britânica e, entre as inúmeras pessoas que desfilarão pelas passarelas, apenas um pequeno grupo será da Ugly. Esse tipo de evento, com suas jovens modelos magérrimas, ou andróginas, não é a especialidade da casa. Aqui, a busca é pela originalidade. E, embora a agência tenha "feios" no nome, seu dono, Marc French, garante que eles têm muito mais a oferecer. "É uma agência para os modelos com personalidade", diz French. "Há gordos, magros, altos, baixos. É uma celebração da diversidade", declara este quinquagenário barbudo, de sorriso esparramado, que cita o ator francês Gérard Depardieu como exemplo. "Não é o homem mais bonito que vem à cabeça, mas é tão peculiar, tão genial, que é sexy", completa. A modelo Chloe posa para casting da Ugly, agência que valoriza pessoas "com imperfeições" Ben Stansall/AFP O feio é belo Fundada há meio século, a Ugly Models ocupa um escritório moderno no oeste de Londres. Sofás extravagantes, computadores de alumínio, paredes repletas de fotos de modelos. Entre as imagens penduradas, há um retrato de David Bowie e uma frase que é um verdadeiro lema: "A imperfeição é beleza, a loucura é genialidade". Como qualquer agência, a Ugly administra a carreira de modelos e os põe em contato com todo tipo de cliente. Entre eles, Burberry, Mercedes e Jack Daniel's. No dia da visita da equipe da AFP, a agência está organizando um casting para completar seu catálogo. Seguindo a reputação da empresa, os candidatos estão longe dos padrões do setor. Lá, encontramos os grandões, por exemplo. Um deles é Chris, um ex-militar com braços grossos feito toras, que posa com o peito nu ao lado de uma morena de biquíni. Ela tem 50 anos, mas aparenta metade, e sonha com retomar a carreira de modelo. Ou Kris Chesney, um ex-jogador profissional de rúgbi que passou pelas equipes de Toulon e dos Saracens. Uma montanha de 1,98 metro e 135 quilos, com os braços tatuados e com a cabeça raspada, orgulhoso do rosto marcado e do corpo castigado por anos de luta nos estádios. O que você procura em um lugar como esse? - perguntam a ele. "Uma nova aventura, um novo desafio", afirma Kris. Outros têm uma causa a defender. Sheerah Ravindren é uma mulher do tipo "mignon", com 1,61 metro. Tem 22 anos, é originária do Sri Lanka e se apresenta como uma "modelo militante e imigrante". Usa calças largas e um top preto, e tem longos cabelos negros, um piercing no nariz e um discurso ativista. "Sou uma mulher de cor", afirma. "Desde pequena, nunca vi ninguém parecido comigo na mídia, ou na moda", alega. Lá também está Frances, uma jovem com jaqueta de couro, luvas sem dedo, franja estilo retrô e surpreendentes muletas futuristas. É deficiente física, mas - ressalta orgulhosa - "isso nunca me impediu de fazer o que queria". Modelo Chris Manns posa para a agência Ugly, que contrata pessoas "fora do padrão" Ben Stansall/AFP 'De bem consigo mesmo' "Um bom modelo Ugly é alguém que se sente de bem consigo mesmo", explica Marc French. "Não queremos que as pessoas mudem. É muito importante quando se pensa na pressão exercida sobre os jovens", submetidos à ditadura da magreza. A agência nega certa tendência pelo esquisito, ou um uso cínico das particularidades de seus modelos. Pelo contrário. "Às vezes, ligam para nos pedir 'anões dispostos a brigar'", lamenta Lulu Palmer, encarregada dos novos modelos. "Não fazemos isso. Não estamos aqui para explorar pessoas", ressalta. Sempre em busca de novos talentos, o pessoal da agência reconhece que o nome da empresa pode causar reações inesperadas. "Conheci muita gente que me diz: 'não ouse me chamar de modelo'", conta French, mas - acrescenta -, quando se dão conta da verdadeira natureza da agência, de suas oportunidades, "então, querem fazer parte dela".


Índice do Banco Central indica economia mais robusta em 2018
Segunda feira, 19 Fevereiro 2018 13:36:29 -0000
O IBC-Br divulgado nesta segunda-feira (19) pelo Banco Central reforça a expectativa entre alguns analistas do setor privado de que 2017 encerrou com um crescimento do PIB acima de 1%. Mais importante do que o número fechado de 2017, a estas alturas, é verificar a dinâmica da economia na virada de ano. O quarto trimestre de 2017 deve ter apresentado crescimento, o que indica que a economia entrou em 2018 em aceleração. A combinação de fatores favoráveis está levando a revisão para cima das projeções de crescimento para este ano. A consultoria MB Associados, por exemplo, já está prevendo crescimento de 3,5% para este ano. Na pesquisa Focus divulgada nesta segunda-feira pelo Banco Central, a projeção para o crescimento deste ano sobiu de 2,7% para 2,8%. O número expressa uma média de projeções entre as cerca de 100 instituições financeiras consultadas pelo Banco Central. Uma virtuosa combinação de fatores favorece desempenho da economia este ano melhor do que se previa até pouco tempo. Taxa básica de juros abaixo de 7%, inflação projetada abaixo de 4%. O desemprego, embora ainda muito elevado, deve seguir em queda. O crédito para as famílias continua se expandindo. Uma boa safra agrícola vai se confirmando, o que é garantia de que não haverá pressão inflacionária de alimentos. Tudo isso somado deve manter o ritmo de aumento do consumo das famílias, principal fator que tem impulsionado a economia na saída do ciclo de dois anos de recessão. A ressalva que se faz a essa retomada é a de sempre e não deve ser esquecida: sem que se controle o aumento da dívida pública, esse crescimento de 2018 não terá vida longa.


Bovespa tem leve alta, de olho em noticiário corporativo
Segunda feira, 19 Fevereiro 2018 13:35:20 -0000
 Na semana passada, o índice avançou 4,48%. O principal índice da bolsa paulista operava em leve alta no início dos negócios desta segunda-feira (19), de olho no noticiário corporativo, em sessão sem o referencial norte-americano e com a primeira parte do pregão marcada por vencimento de opções sobre ações, o que pode trazer alguma volatilidade aos negócios, segundo a Reuters. Às 10h14, o Ibovespa subia 0,28%, a 84.765 pontos. Veja a cotação. No último pregão, na sexta-feira (16), o Ibovespa fechou em alta de 0,28%, a 84.524 pontos. Veja a cotação. Na semana, o índice avançou 4,48%.


Protesto contra reforma da previdência fecha agências bancárias em SP nesta segunda
Segunda feira, 19 Fevereiro 2018 13:25:09 -0000

Bancos no Centro, na região da Avenida Paulista e em Osasco não abriram pela manhã. Um protesto do Sindicato dos Bancários contra a reforma da previdência deixou fechada várias agências da região central de São Paulo na manhã desta segunda-feira (19). Segundo o sindicato, a paralisação foi definida em assembleias nos locais de trabalho em quatro dias este mês e a paralisação atinge também agências bancárias de Osasco. Veja fotos: Fachada do Banco Itaú, na Avenida Paulista, em São Paulo (SP), durante paralisação de bancários na manhã desta segunda-feira (19), em protesto contra a Reforma da Previdência Julio Zerbatto/Futura Press/Estadão Conteúdo Na foto agência do Santander na Rua da Quitanda, região central de Sâo Paulo. Bancários entram em greve nesta segunda-feira (19), contra a reforma previdenciária Aloisio Mauricio/FotoArena/Estadão Conteúdo Agência do banco Safra na Rua XV de Novembro, no Centro, nesta segunda-feira Aloisio Mauricio/FotoArena/Estadão Conteúdo


Dólar sobe em dia de feriado nos EUA
Segunda feira, 19 Fevereiro 2018 12:40:20 -0000
Na sexta-feira (16), o dólar caiu 0,41%, a R$ 3,2206 na venda. O dólar opera em alta nesta segunda-feira (19), em linha com o comportamento dos principais mercados emergentes. O feriado nos Estados Unidos mantém os mercados daquele país fechados, reduzindo a liquidez global e inibindo uma direção mais clara nos ativos, segundo o Valor Online. Por volta das 10h30, a moeda norte-americana subia 0,4%, vendida a R$ 3,2336. Veja a cotação. Nesta semana, os investidores devem acompanhar de perto a ata da última reunião do Federal Reserve (Fed, banco central americano), que será divulgada na quarta-feira (21). O documento deve trazer mais informações sobre o plano da autoridade monetária dos Estados Unidos para elevação de juros, tema que algumas semanas atrás desencadeou forte movimento de vendas nas ações em Nova York. Na cena brasileira, os investidores acompanham as discussões sobre a intervenção na segurança no Rio de Janeiro e as consequências para a situação econômica e política. Entre os indicadores econômicos, os agentes receberam a Pesquisa Focus e o resultado do IBC-Br. As atenções se voltam ainda para o IPCA-15 de fevereiro, que será divulgado na sexta-feira. Os investidores têm aumentado as apostas num corte adicional da Selic em março e a chance precificada de uma queda de 0,25 ponto percentual já está em cerca de 50%. Para muitos especialistas, a trajetória da inflação tende a ser crucial para viabilizar ou não a extensão do ciclo de flexibilização monetária. Último pregão Na sexta-feira (16), o dólar caiu 0,41%, a R$ 3,2206 na venda. Na semana passada, a divisa acumulou perda de 2,48%.


Quais são as acusações que levaram a Austrália a iniciar megainvestigação contra os bancos
Segunda feira, 19 Fevereiro 2018 12:24:29 -0000

Setor financeiro é o maior da economia australiana, mas agora passará por um pente-fino do governo após uma década de escândalos. Bancos australianos estiveram no epicentro de vários escândalos recentes Getty Images O setor financeiro é o principal da economia australiana, e seus bancos estão entre os mais lucrativos do mundo. Mas agora, o país aplicará o tipo de investigação mais rigoroso existente em sua lei para analisar a conduta deles e das instituições financeiras locais. Uma comissão real - processo público adotado em algumas monarquias apenas em casos especiais - iniciou seus trabalhos na semana passada, na esteira de mais de uma década de escândalos envolvendo o sistema financeiro. Quatro grandes bancos - Commonwealth Bank (CBA), ANZ, National Australia Bank (NAB) e Westpac - dominam juntos 80% do sistema financeiro do país. Os quatro maiores bancos somam cerca de 17 milhões de clientes Getty Images Um relatório do governo divulgado recentemente diz que o setor é "inquestionavelmente forte", mas criticou os baixos níveis de competição e de transparência nas atividades. Todos os quatro maiores bancos do país já foram acusados de condutas impróprias. Que incluem: Aconselhamento financeiro imprudente: clientes do Commonwealth Bank perderam milhões de dólares depois de receber aconselhamento inadequado de planejadores financeiros do banco. Hipotecas duvidosas: cerca de 20 funcionários do NAB foram demitidos depois de emitir hipotecas de casas nas quais havia documentação incorreta ou incompleta. Manipulação de taxas: os quatro bancos foram acusados de manipular uma taxa de juros usada como referência no país. Supostas violações das leis contra lavagem de dinheiro: o Commonwealth Bank admitiu que deixou de reportar cerca de 53 mil transações suspeitas em caixas eletrônicos. Ian Narev, executivo do Commonwealth, foi demitido em um escândalo de lavagem de dinheiro Getty Images Analistas estimam que os bancos australianos pagaram mais de US$ 780 milhões (cerca de R$ 2,5 bilhões) em penalidades e compensações desde a crise financeira de 2008. Apesar disso, os quatro grandes bancos do país continuaram a obter lucros expressivos, inclusive quebrando recordes de faturamento. Por que investigar agora A ideia ganhou força com o aumento do debate público sobre o tema - o questionamento é se os bancos estariam colocando os acionistas acima dos clientes. O primeiro-ministro australiano, Malcolm Turnbull, tinha se oposto à investigação em dezembro passado. Mas voltou atrás e agora diz que a apuração é necessária para restaurar a confiança no setor. Malcolm Turnbull disse que a investigação é dolorosa, mas necessária Getty Images Turnbull disse que a comissão deveria investigar o setor todo - inclusive os segmentos de previdência privada, seguros e gestão de patrimônio. Os grandes bancos disseram que a investigação é bem-vinda, pois é uma forma de dar fim à "incerteza política" sobre o futuro do país. O que será investigado? O nome é longo: "Comissão Real sobre Má-administração nas Indústrias Bancária, de Previdência Privada e de Serviços Financeiros". O grupo analisará más condutas já estabelecidas no setor e acusações de outros possíveis problemas. A comissão também tem por objetivo analisar possíveis lacunas na forma como a indústria bancária é monitorada e regulamentada no país. Qualquer um levar trazer evidências para os investigadores - espera-se que clientes dos bancos contribuam fortemente. Críticos dizem que o período de um ano é insuficiente para investigar tudo Getty Images Os comissários terão o poder de examinar documentos, chamar testemunhas e obter provas. A estimativa é que o inquérito demore um ano. Os bancos dizem que continuam confiantes sobre o resultado do processo, mas alguns observadores do setor dizem que mais revelações de malfeitos podem surgir. Quais podem ser os resultados A comissão pode fazer recomendações para reformar o sistema financeiro australiano e, caso encontre evidências de crimes, até mesmo processar os responsáveis. Ela não pode, porém, promover diretamente reparações a pessoas que tenham sido lesadas - só sugerir formas para que isso seja feito. Além disso, não poderá legislar sobre o tema, apenas fazer recomendações. Críticos dizem que uma investigação de apenas um ano não será suficiente para investigar todas as acusações de má conduta. A última comissão real instalada no país, sobre abuso sexual de crianças, funcionou durante quatro anos.


STJ encerra inscrições de concurso para técnico e analista
Segunda feira, 19 Fevereiro 2018 12:19:13 -0000
Os salários são de R$ 6.708,53 para nível médio e de R$ 11.006,82 para nível superior. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) encerra nesta segunda-feira (19) as inscrições do concurso público para 5 vagas e formação de cadastro de reserva em cargos de nível médio e superior. No site da organizadora, é possível ver o edital Os cargos de nível superior são de analista judiciário para graduados em biblioteconomia, fisioterapia, odontologia (odontopediatria e periodontia), psicologia, direito e para qualquer área de formação. O salário é de R$ 11.006,82. Os cargos de nível médio são de técnico judiciário distribuídas entre as áreas de atividade administrativa e de apoio especializado (desenvolvimento de sistemas, enfermagem, suporte técnico e telecomunicações e eletricidade). A remuneração é de R$ 6.708,53. As inscrições devem ser feitas pelo site www.cespe.unb.br/concursos/stj_18 entre 26 de janeiro e 19 de fevereiro. A taxa é de R$ 70,00 para técnico e de R$ 85,00 para analista. O concurso será realizado com a aplicação de provas objetivas e prova discursiva, na data provável de 8 de abril, para todos os candidatos. Todas as fases serão realizadas em Brasília (DF). Superior Tribunal de Justiça (STJ) Vagas: 5 e cadastro de reserva Salário: R$ 6.708,53 e R$ 11.006,82 Inscrições: entre 26 de janeiro e 19 de fevereiro Taxas: R$ 70,00 e R$ 85,00 Provas: 8 de abril


O que acontece se a Reforma da Previdência não passar?
Segunda feira, 19 Fevereiro 2018 11:53:28 -0000
Derrota do governo não chega a ter impacto negativo importante nos mercados, que há algum tempo já 'precificam' esse desfecho, mas deve dificultar cumprimento do teto de gastos e pode levar a congelamento de salários de servidores e suspensão de concursos já em 2019. Às vésperas da data limite para a votação da Reforma da Previdência - antes do início do calendário eleitoral - e diante da dificuldade do governo de articular apoio da base aliada no Congresso, a chance de aprovação neste ano da proposta de mudança no sistema de aposentadorias é cada vez mais remota. Parte dos economistas avalia o desfecho como mais uma "herança maldita" que a atual gestão deixará para o próximo presidente. A reforma praticamente não teria impacto fiscal positivo no curto prazo - ou seja, ela não faria muita diferença, em um primeiro momento, para aliviar o rombo orçamentário -, mas seria um sinal importante de reversão na trajetória de desequilíbrio que as contas públicas vêm mostrando desde 2014, diz Zeina Latif, economista-chefe da XP Investimentos. Outros especialistas afirmam, contudo, que o aparente descontrole das finanças públicas é, na verdade, um desdobramento da recessão - que teria feito a arrecadação de impostos despencar nos últimos anos, junto com o nível de atividade. "O problema é a queda da receita, não o aumento da despesa", diz Amir Khair, consultor na área fiscal e contrário a uma Reforma da Previdência neste momento. Para ele, a recuperação da economia neste e nos próximos anos vai reequilibrar a contabilidade do governo e permitir que o Estado financie a seguridade social. Independentemente do diagnóstico, sem mudança no regime do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e nas aposentadorias de servidores, que respondem por quase 45% das despesas da União, o governo terá dificuldade para cumprir o teto de gastos. Aprovada em dezembro de 2016, a emenda do teto mudou a Constituição e criou uma amarra para as despesas, que só podem crescer o equivalente à variação da inflação pelo menos pelos próximos 20 anos. Em 2018, por exemplo, elas só podem chegar a R$ 1,348 trilhão: o total do ano passado, mais a inflação acumulada nos 12 meses de julho de 2016 a junho de 2017. Isso quer dizer que, ainda que entre mais dinheiro em caixa que o previsto, ele não pode ser gasto acima daquele limite. Encontro marcado Diante da elevação contínua dos gastos públicos, o Instituto Fiscal Independente (IFI) calcula que o teto estouraria já em 2019 ou 2020. "A gente tem uma data marcada para ter essa discussão (da Previdência)", conclui Gabriel Leal de Barros, economista da instituição, ligada ao Senado. A grande maioria das despesas obrigatórias da União são corrigidas anualmente - elas crescem no ritmo do aumento da inflação ou, no caso dos salários de servidores, por exemplo, quando são negociados reajustes. A "data marcada" a que o economista do IFI se refere é o momento em que o teto for descumprido e que forem acionados os "gatilhos" previstos na lei, que praticamente congelam a estrutura da máquina pública: fica suspensa a concessão de qualquer reajuste a servidores, novas contratações, criação de cargos, realização de concurso público, majoração de benefícios e auxílios. "Os gatilhos são eficazes (para estancar o avanço da despesa), mas podem gerar instabilidade política", avalia Vilma da Conceição Pinto, pesquisadora do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV). Mas o impasse com o teto de gastos vai além da Previdência, ressaltam os economistas. "Mesmo com a versão mais dura (da reforma), ainda seria difícil de cumprir", diz Barros, já que o impacto positivo de uma eventual mudança seria gradativo. Em algum momento, o governo vai precisar revisar as demais rubricas, como salários, subsídios e outros benefícios, acrescenta Pinto. "Essa pode ser uma oportunidade para se avaliar melhor o custo-benefício das políticas, para decidir o que vale ou não a pena manter", diz a economista do Ibre. Como o pagamento de aposentadorias e pensões é a principal despesa do governo, entretanto, chegando a quase metade do total, sua reestruturação é incontornável, avalia Barros. "Se ela não for feita, as despesas obrigatórias vão empurrar todas as outras", afirma, referindo-se aos chamados gastos discricionários, que são aqueles que o governo tem liberdade para cortar ou alocar onde quiser. Atualmente, cerca de 10% dos gastos entram nessa categoria - que inclui, por exemplo, os investimentos. O restante são gastos "com carimbo", para onde o dinheiro da arrecadação tem destino certo. A atual proposta de mudança no regime previdenciário prevê estabelecer uma idade mínima para se aposentar (65 anos para homens e 62 para mulheres) e um tempo mínimo de contribuição para ter direito ao benefício (15 anos para trabalhadores da iniciativa e 25 para os funcionários públicos). Além disso, quem se aposentasse com esse tempo mínimo receberia 60% da média salarial - 70% no caso dos servidores. O teto seria alcançado apenas caso se chegasse aos 40 anos de contribuição. O refresco de 2018 Neste ano, além da folga maior do teto, o governo terá ajuda de dois fatores: a devolução de cerca de R$ 130 bilhões do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) ao Tesouro - que vai reduzir a dívida bruta, em trajetória crescente desde 2014 - e a perspectiva de crescimento da arrecadação, beneficiada pela retomada cíclica da economia. O aumento das receitas com impostos, para o economista Amir Khair, vai colocar as finanças públicas de volta ao eixo se acompanhada de políticas de estímulo ao crescimento econômico e de redução estrutural dos juros - já que o país paga o equivalente a 5% ou 6% do PIB em juros por ano, R$ 400 bilhões só em 2017. A Reforma da Previdência, para ele, não é necessária, ainda que o sistema não se financie apenas com receitas próprias. Em sua avaliação, em um país como o Brasil, em que a informalidade é alta e "muita gente é posta para fora do mercado de trabalho precocemente", a Previdência é "o grande programa de proteção social". Em 2017, as despesas do INSS superaram as receitas em R$ 182,5 bilhões. No regime dos servidores da União, o deficit foi de R$ 86,4 bilhões. As aposentadorias e pensões, ele afirma, são parte da seguridade social - que, pela Constituição, são parcialmente financiadas pelo Estado. "A Previdência tem deficit sim, mas a crítica (daqueles que negam que ela seja deficitária) em parte tem razão porque a gestão é muito ruim", completa. Benefício da dúvida Se Temer ainda tenta se articular no Congresso e conta os votos na esperança de pautar a reforma na Câmara, o mercado já há algum tempo não acredita que ela será votada neste ano. Para Latif, da XP Investimentos, esse é o cenário que está "precificado" - ou seja, a provável derrota do governo não mexeria de forma significativa com o dólar e com a trajetória do chamado risco país. "Os mercados estão dando o benefício da dúvida porque acreditam que o próximo governo vai dar sequência às reformas", comenta. O rebaixamento da nota de crédito do Brasil pela agência Standard & Poor's em 11 de janeiro, para Monica Baumgarten de Bolle, professora da Peterson Institute for International Economics, também já tinha isso na conta. "A S&P se adiantou, as outras agências estão atrasadas, só esperando bater o martelo da Previdência", avalia. "A reforma já tinha sido completamente diluída, não ia resolver nada. Melhor que seja toda ela feita de uma vez." 'Herança maldita' Ainda que o próximo presidente levante a bandeira da Previdência, contudo, passar uma reforma mais para frente tampouco será fácil. De um lado, pondera De Bolle, o governo vai assumir diante de um Congresso bastante fragmentado - tendência que vem se intensificando nos últimos 20 anos -, pouco disposto a aprovar reformas e ajustes. "Além disso, vai entrar com uma herança maldita do lado fiscal, já que o governo passou o teto e gastou os tubos para se salvar na Câmara das denúncias. É um nó górdio total." O grau de exigência do mercado no início do próximo governo também será maior, acrescenta Latif, e ele deve ser menos condescendente do que tem sido com Temer. "Não vai ter lua de mel", ela diz.


Mercado baixa expectativa para a inflação em 2018 e eleva previsão de alta do PIB
Segunda feira, 19 Fevereiro 2018 11:39:13 -0000
Previsão para o IPCA deste ano passou de 3,84% para 3,81%. Já a estimativa para o crescimento da economia subiu de 2,7% para 2,8%. Os economistas do mercado financeiro revisaram para baixo a estimativa para a inflação deste ano e elevaram sua previsão para o crescimento da economia brasileira em 2018. As expectativas do mercado constam no relatório de mercado, também conhecido como "Focus", feito com base em pesquisa realizada na semana passada pelo Banco Central com mais de 100 instituições financeiras. Os números foram divulgados nesta segunda-feira (19). Para a inflação de 2018, a previsão do mercado recuou de 3,84% para 3,81%. Foi a terceira queda seguida do indicador. A expectativa dos analistas continua abaixo da meta central de 4,5% para a inflação, que deve ser perseguida pelo Banco Central neste ano. Mas está dentro do intervalo de tolerância previsto pelo sistema, e que prevê que a meta terá sido cumprida pelo BC se o IPCA ficar entre 3% e 6%. A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic). Para 2019, o mercado financeiro manteve sua expectativa de inflação estável em 4,25%. A estimativa do mercado está em linha com a meta central do próximo ano e também dentro da banda do sistema de metas (entre 2,75% e 5,75%). Produto Interno Bruto Para a expansão do PIB de 2018, os economistas dos bancos elevaram sua estimativa de crescimento de 2,70% para 2,80%. Para o ano que vem, a expectativa do mercado para expansão da economia continuou em 3%. O Produto Interno Bruto é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. Em 2016, o PIB teve uma retração de 3,5%, mas voltou a registrar alta neste ano. No terceiro trimestre do ano passado, o crescimento foi de 0,1%. Taxa básica de juros Os analistas do mercado também mantiveram a previsão para a taxa básica de juros da economia, a Selic, em 6,75% ao ano para o final de 2018. Atualmente, a taxa está neste patamar. Ou seja, o mercado continua estimando manutenção dos juros no resto deste ano. Para o fim de 2019, a estimativa do mercado financeiro para os juros básicos da economia continuou em 8% ao ano. Deste modo, os analistas seguem estimando alta dos juros no ano que vem. Câmbio, balança e investimentos Na edição desta semana do relatório Focus, a projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2018 ficou estável em R$ 3,30 por dólar. Para o fechamento de 2019, permaneceu em R$ 3,39 por dólar. A projeção do boletim Focus para o resultado da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), em 2018, subiu de US$ 54,5 bilhões para US$ 54,6 bilhões de resultado positivo. Para o ano que vem, a estimativa dos especialistas do mercado para o superávit permaneceu estável em US$ 45 bilhões. A previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil, em 2018, continuou em US$ 80 bilhões. Para 2019, a estimativa dos analistas ficou estável também em US$ 80 bilhões.


'Prévia' do PIB do Banco Central indica que economia brasileira cresceu 1,04% em 2017
Segunda feira, 19 Fevereiro 2018 11:32:29 -0000

Resultado oficial do PIB do ano passado será divulgado pelo IBGE em 1º de março. Se confirmada a alta, será a primeira após dois anos de recessão. Após dois anos de tombo, a economia voltou a crescer em 2017 e conseguiu sair da recessão, indicam números divulgados nesta segunda-feira (19) pelo Banco Central. No ano passado, o Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), divulgado pelo BC, registrou uma expansão de 1,04% na comparação com 2016. O número não possui ajuste sazonal, pois considera períodos iguais (ano contra ano). O IBC-BR é um indicador criado para tentar antecipar o resultado do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. O resultado oficial do PIB de 2017 será divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 1º de março. O mercado, segundo pesquisa realizada pelo Banco Central com mais de 100 instituições financeiras, estima uma expansão de 1% para a economia brasileira em 2017. Fim da recessão Se o IBGE confirmar o resultado positivo para o PIB em 2017, será o primeiro registrado pelo país depois de dois anos seguidos de queda na atividade econômica e o fim da pior recessão da história do país. Em 2015, o IBGE informou inicialmente que houve uma retração econômica de 3,8%, o maior tombo da economia brasileira em 25 anos. O resultado depois foi revisado para uma queda menor, de 3,5%. Já em 2016, a queda do PIB foi de 3,6%. Posteriormente, o valor também foi revisado para um tombo um pouco menor, de 3,46%. Essa sequência de dois anos seguidos de baixa na atividade econômica só havia sido registrada no Brasil em 1930 e 1931. Para 2018, a expectativa do governo é de que a economia brasileira cresça cerca de 3%. Para o mercado financeiro, a taxa de expansão econômica será em torno de 2,8% em 2018. Fatores que ajudaram na recuperação Para reaquecer a economia e combater a recessão, o governo Michel Temer anunciou, no ano passado, medidas como a liberação de saques das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), que injetou R$ 44 bilhões na economia, e do PIS/Pasep para idosos. Segundo cálculos do Ministério do Planejamento, a liberação dos recursos das contas inativas do FGTS geraram um impacto positivo sobre o PIB, que pode ter alcançado 0,61 ponto percentual. O governo avaliou que os recursos ajudaram a reduzir o grau de endividamento das famílias e, ao mesmo tempo, contribuiu com a melhoria do nível de atividade, principalmente via comércio. Além disso, com a inflação comportada, o Banco Central reduziu fortemente os juros básicos, representados pela taxa Selic, no ano passado. Atualmente, a taxa está na mínima histórica de 6,75% ao ano, o que favorece a renegociação de dívidas e os investimentos no setor produtivo. Copom reduz a taxa Selic pela 11ª vez seguida, para 6,75% ao ano Arte/G1 IBC-Br e definição da taxa Selic O IBC-Br foi criado para tentar antecipar o resultado do Produto Interno Bruto (PIB), que é divulgado IBGE. Os resultados do IBC-Br, porém, nem sempre mostraram proximidade com os dados oficiais do PIB. O cálculo dos dois é um pouco diferente: o índice do BC incorpora estimativas para a agropecuária, a indústria e o setor de serviços, além dos impostos. O IBC-Br é uma das ferramentas usadas pelo BC para definir a taxa básica de juros do país. Com o menor crescimento da economia, por exemplo, teoricamente haveria menos pressão inflacionária. Atualmente, a taxa Selic está em 6,75% ao ano, na mínima histórica, e a estimativa do mercado financeiro, até o momento, é de estabilidade até o fim de 2018. O próprio BC, porém, sinalizou recentemente que não está afastada a possibilidade de promover uma nova redução no juro básico da economia. Pelo sistema que vigora no Brasil, o BC precisa ajustar os juros para atingir as metas preestabelecidas de inflação. Para 2018 e 2019, a meta central é de 4,5% (podendo oscilar entre 3% e 6%) e de 4,25% (com uma banda de flutuação de 2,75% a 5,75%). Quanto maiores as taxas, menos pessoas e empresas ficam dispostas a consumir, o que tende a fazer com que os preços baixem ou fiquem estáveis. O BC baixa os juros quando julga que a inflação está em linha com as metas definidas.


O que está por trás da definição de preços
Segunda feira, 19 Fevereiro 2018 08:30:01
Definir preços e aproveitar oportunidades de mercado podem ser situações mais complexas do que podemos imaginar. Para entender casos que não parecem fazer muito sentido, é preciso analisar uma cadeia de fatores por trás dessas situações.    Nos Estados Unidos, um caso interessante chamou atenção na década de 1990. Na década anterior, os imóveis da capital Washington estavam altamente valorizados. Para aproveitar o momento, os construtores levantaram muitos edifícios de grande porte, justamente apostando em ganhos ainda maiores no futuro. No entanto, no início da década de 1990, houve uma recessão econômica no país e a escalada de preços não se sustentou.    Quem tinha um terreno em Washington nesse período, se construísse um novo prédio comercial, poderia ter certeza de que teria os imóveis vazios ou alocados por um valor tão baixo que não compensaria o custo de construção. Quem tivesse interesse em se desfazer das terras, também teria que fazer isso por um custo menor do que o valor que elas foram adquiridas - o que também poderia representar um arrependimento para o proprietário depois que a crise passasse.    Em vez disso, a saída adotada por muitos proprietários foi o uso dessas terras vazias para treinamento de golfe. O contexto aqui fez toda a diferença. Se fosse na década de 1980, isso seria considerado irracional, tendo em vista que ocupar um terreno supervalorizado apenas para o treinamento de golfe seria um tremendo desperdício. No entanto, diante do cenário de crise, essa foi uma forma encontrada para manter o custo de oportunidade dos terrenos.    Os proprietários tinham que fazer investimentos pequenos - com a compra de equipamentos para o esporte e um trailer para locação dos mesmos - e podiam repassar os custos para os praticantes do esporte que quisessem utilizar o espaço. Assim, era possível manter o terreno bem cuidado e obter uma renda relativamente útil até que o mercado voltasse a ficar equilibrado.    Um outro exemplo interessante: apaixonados por leitura podem ficar se perguntando por que os best sellers costumam ser vendidos com preços com descontos e em geral são mais baratos que os livros menos procurados. Isso reflete uma questão de logística na precificação. Livros com alta tiragem são vendidos com maior frequência, o que significa que a livraria tem um custo menor com o armazenamento deles em estoque. Os mais raros e menos vendidos, por outro lado, ficam estocados por mais tempo, ou seja, o custo mais elevado vem como forma de compensar a baixa tiragem.    Com os livros mais vendidos é mais fácil oferecer descontos. Se o consumidor entrar em uma loja e achar o preço alto demais, vai ter facilidade para encontrar o mesmo exemplar por um preço mais interessante na concorrência. Com exemplares raros não é bem assim, a dificuldade de encontrá-lo dá margem ao comércio de oferecê-lo por um preço mais alto.    São exemplos simples, mas situações peculiares. Nos dois casos, o interessante é o estímulo para analisar o que pode estar por trás de uma estratégia de precificação. A subjetividade da lei de oferta e demanda é muito mais ampla do que pode parecer.   


Quase 150 concursos com inscrições abertas reúnem 18,7 mil vagas
Segunda feira, 19 Fevereiro 2018 09:00:12 -0000
Cargos são em todos os níveis de escolaridade. Os salários chegam a R$ 27,5 mil no Ministério Público do Rio de Janeiro. Pelo menos 147 concursos públicos no país estão com inscrições abertas nesta segunda-feira (19) e reúnem 18,7 mil vagas em cargos de todos os níveis de escolaridade. Os salários chegam a R$ 27,5 mil no Ministério Público do Rio de Janeiro. CONFIRA AQUI A LISTA COMPLETA DE CONCURSOS E OPORTUNIDADES Além das vagas abertas, há concursos para formação de cadastro de reserva – ou seja, os candidatos aprovados são chamados conforme a abertura de vagas durante a validade do concurso. Entre os principais concursos federais abertos estão: Aeronáutica, que oferece o total de 281 vagas em dois editais: um para 54 vagas e outro para 227 vagas; Amazônia Azul Tecnologias de Defesa, com 20 vagas para engenheiro nuclear; Marinha, com o total de 1.000 vagas; Petrobras, que tem 666 vagas; Superior Tribunal de Justiça (STJ), com 5 vagas e cadastro de reserva em cargos de nível médio e superior, cujas inscrições se encerram nesta segunda. Transpetro, que oferece 1.806 vagas. Nesta segunda-feira (19), pelo menos 10 órgãos abrem o prazo de inscrições para 1,1 mil vagas em cargos são de todos os níveis de escolaridade. Veja abaixo as informações de cada concurso: Amazônia Azul Tecnologias de Defesa S.A. (Amazul) Inscrições até 20/03/18 20 vagas Salários de até R$ 7.114,22 Cargo de engenheiro nuclear Vagas para São Paulo Veja o edital Câmara Municipal de Alto Jequitibá (MG) Inscrições até 22/03/18 3 vagas Salários de até R$ 1.200,00 Cargos de nível fundamental e médio Veja o edital Prefeitura de Anori (AM) Inscrições até 23/02/18 188 vagas Salários até R$ 5.000,00 Cargos de nível fundamental, médio e superior Veja o edital Prefeitura de Corinto (MG) Inscrições até 20/03/18 134 vagas Salários de até R$ 2.401,30 Cargos de nível fundamental, médio e superior Veja o edital Prefeitura de Iranduba (AM) Inscrições até 21/02/18 259 vagas Salário de R$ 1.357,20 Cargos de professor Veja edital Prefeitura de Nova Roma (GO) Inscrições até 14/03/18 98 vagas Salários de até R$ 5.039,19 Cargos de nível fundamental, médio e superior Veja o edital Prefeitura de Pompéu (MG) Inscrições até 20/03/18 87 vagas Salários de até R$ 4.767,47 Cargos de nível alfabetizado, fundamental, médio e superior Veja o edital Prefeitura de Santa Maria do Pará (PA) Inscrições até 18/03/18 203 vagas Salários de até R$ 2.144,14 Cargos de nível fundamental, médio e superior Veja o edital Serviço de Assistência Médica de Francisco Morato (SP) Inscrições até 23/03/18 46 vagas Salários de até R$ 11.434,19 Cargos de nível fundamental, médio e superior Veja o edital Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Inscrições até 12/03/18 61 vagas Salários de até R$ 4.180,66 Cargos de nível fundamental, médio e superior Veja o edital


Sem diminuir salário, TRT-15 reduz jornada de agente do Detran para cuidar de filho com deficiência 
Segunda feira, 19 Fevereiro 2018 09:00:09 -0000

11ª Câmara do TRT com sede em Campinas (SP) julgou caso. Funcionário do órgão é de Caçapava (SP) e cuida do filho com paralisia cerebral. Marcio Melli tem a guarda do filho desde que ele tinha 4 anos; jovem tem paralisia cerebral Marcio Melli/Arquivo pessoal A 11ª Câmara do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região, com sede em Campinas (SP), determinou que um funcionário do Detran-SP tenha a jornada de trabalho reduzida em 50%, sem prejuízo salarial, para que ele cuide do filho com paralisia cerebral. O órgão ainda pode recorrer. O caso não tem precedentes no estado de São Paulo, informou ao G1 a advogada Edemara Landim do Nascimento. Para conseguir vitória no processo, decisões de municípios pelo Brasil e decisões da União foram usadas para fundamentar o pedido à Justiça. "Não é comum. Nós já temos leis que regulamentam isso em âmbito nacional e em âmbito municipal, em algumas cidades. Em Caçapava temos leis que regulamentam isso, mas no estado não existe. Foi uma vitória e é inédito. Porque todas as pessoas que têm filhos deficientes podem se beneficiar", afirma. O processo teve início em 2016 e a decisão em segunda instância, consolidada na publicação do acórdão em 26 de janeiro, foi um alívio para Marcio Fimiani Melli, de 43 anos. "A expectativa de vida dele é incerta. Tenho que fazer alguma coisa agora. Ia esperar uma lei? Não ia dar tempo", desabafa o pai. Felipe, filho do funcionário do Detran-SP, quando bebê. Criança foi criada sem a mãe desde os 4 anos de idade. Marcio Melli/Arquivo pessoal 'Comportamento de bebê' Concursado, ele trabalha como agente estadual de trânsito no Detran de Caçapava (SP) desde 2014 e tem a guarda do filho, Felipe, desde os 4 anos de idade. Atualmente, o jovem tem 21 anos e é dependente do pai. "Felipe tem má formação cerebral, do sistema nervoso central, doença congênita que não tem diagnóstico. É fisicamente normal, mas o cognitivo dele é comprometido. Ele tem o comportamento de um bebê de 6 meses, que vc precisa dar comida, usa fralda", conta o pai. O acórdão determina o imediato cumprimento da decisão, sob pena de multa diária de R$ 1 mil, reversível em favor do trabalhador. Segundo Melli, a decisão já foi colocada em prática pelo Detran. "Comecei a fazer a redução de jornada há menos de um mês. Não é só cuidar, estar do lado dele. Tem toda a logística, tem que levar no dentista, no médico, levar pra dar uma volta, ir no supermercado. Ninguém lembra dessas coisas, ele não fica sozinho". Marcio conseguiu na Justiça o direito de ter a jornada de trabalho no Detran-SP reduzida para cuidar do filho com paralisia cerebral Márcio Melli/Arquivo pessoal 'Direitos humanos' No processo, de acordo com o Tribunal, o Detran chegou a recorrer em primeira instância alegando que o pedido do funcionário não tinha previsão legal, mas o desembargador João Batista Martins César, relator do acórdão, buscou a Constituição Federal como base para a sua decisão. Salientou que "os direitos humanos representam o norte a ser perseguido pela nação". César determinou que "a redução da jornada de trabalho do reclamante, sem qualquer prejuízo salarial, e sem a necessidade de compensação, é de rigor, como forma para garantir a efetiva inserção social da pessoa com deficiência, notadamente no que toca à dignidade da pessoa humana, visando sua educação, convívio familiar, bem como os deveres de guarda e cuidado que a família, a sociedade e o Estado devem garantir". O jovem, filho do funcionário, sofre crises de epilepsia, distúrbios neurovisuais e tem crises convulsivas graves e diárias, informações que também foram consideradas e pontuadas pelo juiz no acórdão. "É uma maneira do Estado se responsabilizar com relação às nossas tributações. Acho que todo mundo deveria ter a redução dos tributos de maneira prática. A gente sempre sente o abandono do Estado. Nesse caso me sinto menos abandonado", afirma Marcio Melli. Caso foi julgado no TRT-15, em Campinas Denis Simas/TRT 15 Veja mais notícias da região no G1 Campinas


Mudança na tarifa pode deixar mais barata conta de luz de quem usa menos energia
Segunda feira, 19 Fevereiro 2018 08:00:03 -0000

Tarifa binômia, cuja implantação está em estudo na Aneel, muda forma de cobrança pelo serviço das distribuidoras. Conta de luz ficaria mais cara para quem tem muitos eletrodomésticos. Consumidores que têm poucos eletrodomésticos e por isso usam menos energia podem passar a pagar uma conta de luz mais barata. É o que prevê uma proposta em discussão na Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A ideia é que passe a vigorar para consumidores de todas as classes a chamada tarifa binômia. Já disponível para grandes indústrias, ela estabelece faixas de cobrança pelo serviço de distribuição - que é a construção e manutenção da rede que leva a energia até as casas e as empresas. O custo do serviço de distribuição, a chamada "tarifa fio", representa cerca de 30% do total pago nas contas de luz. Esses recursos servem para remunerar as distribuidoras pelo uso da rede. Hoje, casas ou lojas que consomem muita energia pagam, pelo serviço de distribuição, o mesmo valor que outras que usam pouca. Com a tarifa binômia, a lógica é que os grandes consumidores passem a pagar mais pelo serviço porque exigem um maior investimento das distribuidoras para atender à sua demanda. E, quem usa menos energia, pagaria menos. "Se você tem dois consumidores, você tem uma demanda declarada de X e o seu vizinho de metade de X, hoje vocês pagam a mesma tarifa, mas certamente a rede da distribuidora levou em consideração a carga de vocês dois. Você demandou mais de força da rede do que o seu vizinho, então você pagará mais a tarifa de fio do que o seu vizinho", explicou o diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino. Aneel estuda implantar a tarifa binômia para todos os consumidores Arte/G1 Quando começa? A proposta ainda não tem data para ser votada na Aneel, mas os estudos já estão sendo feitos. A agenda regulatória da agência prevê a abertura de audiência pública sobre a tarifa binômia, que é essa cobrança diferenciada, já no segundo semestre de 2018. A votação da proposta está prevista para 2019. Depois de ser aprovada, a Aneel deve fixar um calendário de implantação. A adesão à tarifa binômia será obrigatória para todos os consumidores. Quando isso acontecer, cada casa e comércio terá que declarar, à distribuidora que o atende, a sua demanda de energia, que vai levar em conta, por exemplo, a quantidade de eletrodomésticos e equipamentos ligados no imóvel. Por exemplo: uma casa que tem aparelhos de ar-condicionado demanda mais energia - e mais estrutura de rede da distribuidora - do que outra que não possui esse tipo de equipamento. Com dessa declaração, será possível definir quem vai pagar uma tarifa de distribuição mais cara e quem vai pagar uma mais barata. Essa declaração pode ser simplificada pela análise do disjuntor usado na residência, por exemplo. Esse disjuntor, que fica no relógio de energia, é instalado levando em consideração o número de eletrodomésticos e o consumo da residência. Linha de Transmissão de energia da Eletropaulo, em São Paulo Marcelo Brandt/G1 Penalidade contra fraude Segundo Rufino, para evitar que alguém informe à distribuidora uma necessidade mais baixa de energia que a real, para pagar uma tarifa de distribuição mais barata, haverá penalidade, uma espécie de multa, que será cobrada sempre que um consumidor usar mais eletricidade do que a prevista na faixa em que ele se declarou. "O que o consumidor poderia imaginar: eu vou subcontratar para pagar uma tarifa baixinha, mas aí tem uma regra que, se ele ultrapassar o que contratou, é muito mais caro. Então, é uma penalidade pela ultrapassagem", disse o diretor-geral da Aneel "Ele [consumidor] tem que contratar a demanda correta para as distribuidoras dimensionarem a rede. Ela não pode superdimensionar, porque ela [distribuidora] estaria investindo sem necessidade, mas não pode subdimensionar, porque aí teria problema de tensão e começa a dar problema", completou ele. Indústria vê vantagens O presidente da Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres (Abrace) e ex-diretor da Aneel, Edvaldo Santana, diz que a medida é positiva e que funciona bem para os consumidores de alta tensão. "Se você perguntar hoje para os consumidores de alta tensão se querem voltar para o modelo antigo, ninguém quer", afirmou. Segundo ele, no início os consumidores residenciais podem ter algum problema para fazer o dimensionamento correto da sua demanda por energia, mas a adaptação é rápida. "A demanda depende muito da quantidade de equipamentos. O contrato de demanda levaria em consideração a energia necessária para ligar todos os equipamentos elétricos da casa ao mesmo tempo", disse.


Concursos abertos oferecem mais de 780 vagas de emprego na Paraíba
Domingo, 18 Fevereiro 2018 20:19:25 -0000

Oportunidades são em João Pessoa, São José dos Ramos, Areia e Riachão. Pelo menos quatro concursos públicos e seleções na Paraíba oferecem pelo menos 781 vagas de emprego. Há vagas em João Pessoa, Areia, São José dos Ramos e Riachão. Arte/G1 Concurso da prefeitura de São José dos Ramos O concurso da Prefeitura de São José dos Ramos, na Mata paraibana, inscreve para 143 vagas de emprego em cargos em todos os níveis de escolaridade e salários que variam de R$ 937 a R$ 10 mil. De acordo com o edital do concurso da prefeitura de São José dos Ramos, as inscrições vão até sexta-feira (23) Veja edital do concurso da prefeitura de São José dos Ramos UPA de Cruz das Armas, em João Pessoa Juliana Santos/Secom-JP/Arquivo Concurso da saúde de João Pessoa Estão abertas as inscrições para o concurso da área da saúde da Prefeitura de João Pessoa, com 587 vagas para as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) dos Bancários e Augusto Almeida Filho, em Cruz das Armas, e para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). As inscrições acontecem apenas via internet, no site da organizadora, o Instituto AOCP, até 16 de março. Veja edital do concurso da saúde de João Pessoa Concurso da Prefeitura de Riachão Também estão abertas as inscrições para o concurso público da Prefeitura do Riachão. A seleção oferece mais de 40 vagas. De acordo com o edital, os salários oferecidos variam de R$ 937 a R$ 5.000, com oportunidades para candidatos com escolaridade do nível fundamental ao nível superior. As inscrições vão até 2 de março, de segunda a sexta feira, das 8h às 12h, na sede da Prefeitura do Riachão ou pela internet, no site da organizadora Facet. Veja o edital do concurso da Prefeitura do Riachão Reitoria da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) Krystine Carneiro/G1 Concurso para professor da UFPB A Universidade Federal da Paraíba (UFPB) está com seleção aberta para os cargos de professor adjunto e professor assistente. São seis vagas que abrangem os campi de João Pessoa e Areia. As inscrições podem ser feitas até 11 de março, nos departamentos específicos de cada área. A remuneração para o cargo varia entre R$ 2.304,66 e R$ 9.878,28, dependendo da carga horária e da titulação do candidato. Confira o edital do concurso para professor da UFPB


PAT Mogi Guaçu tem vagas de emprego para sete ocupações; veja a lista
Domingo, 18 Fevereiro 2018 18:00:27 -0000

Profissionais encontram oportunidades para mecânicos, auxiliar administrativo, manicure e mais. Profissionais interessados devem levar a Carteira de Trabalho no PAT. Rafael Neddermeyer/Fotos Públicas Os profissionais que buscam uma oportunidade de emprego em Mogi Guaçu (SP) encontram sete ocupações com vagas abertas, nesta segunda-feira (18), no Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT). A função de mecânico tem destaque. Pessoas com deficiência (PCD) podem se candidatar à vaga de auxiliar administrativo. Os interessados devem ir pessoalmente ao PAT, localizado na Rua São José, 49, no Centro. O horário de funcionamento é das 8h e 16h. É preciso levar os documentos: Carteira de Trabalho, RG, CPF e número do PIS. Para todas as funções é exigido período de seis meses de experiência. As vagas podem expirar no decorrer do dia, pois o PAT possui limite de encaminhamento de candidatos. Os telefones para mais informações: 3841-7323/3851-5300. Veja as vagas abertas Auxiliar administrativo para PCD (apresentar laudo médico) Ajudante de recarga de extintor (saber informática básica) Manicure Mecânico de motos Mecânico alinhador de autos Oficial de manutenção (precisa ter curso de elétrica) Operador de telemarketing (trabalho com vendas e atendimento ao cliente) Veja mais oportunidades na região no G1 Campinas


Japonês inventa tela de LED comparável a uma segunda pele
Domingo, 18 Fevereiro 2018 17:46:47 -0000

Ultrafina e flexível, invenção poderia ser usada por médicos e até por esportistas. Homem segura tela de LED ultrafina em Tóquio Toru Yamanaka/AFP Uma tela ultrafina e flexível como uma bandagem que se pode colar na mão para receber, ou enviar mensagens. É a invenção de um acadêmico japonês, que sonha com que sua criação seja utilizada no campo da saúde. O dispositivo, de um milímetro de espessura, permite ao paciente comunicar dados clínicos a seu médico a distância, explica o inventor, Takao Someya, professor da Universidade de Tóquio. Colado na palma, ou no dorso da mão, o aparelho também pode servir para enviar mensagens aos pacientes para que não se esqueçam de tomar sua medicação, ou para permitir que as crianças se comuniquem com seus avós quando estiverem longe. "Se você o coloca diretamente sobre a pele, tem a impressão de que faz parte do seu corpo. Quando alguém lhe envia mensagens à mão, isso o aproxima emocionalmente do remetente", entusiasma-se Someya. O acadêmico ressalta que sua invenção é particularmente útil em um Japão que envelhece, porque permite estabelecer uma vigilância contínua e não invasiva das pessoas idosas dependentes. A imagem, ou as mensagens, aparecem em um painel de micro LED de 16 x 24 luzes conectadas entre si por cabos elásticos e encapsulados em uma folha de borracha. Conta também com um sensor ultraleve e um sistema de comunicação sem fio. Inventor acredita que mecanismo pode ser usado na área da saúde Toru Yamanaka/AFP "Como o dispositivo é elástico, permite colar uma tela a coisas com superfícies complexas, como a pele", ressalta o inventor. Poderia ser utilizado também por esportistas para monitorar seu ritmo cardíaco, ou comprovar sua rota de corrida, ou por funcionários que poderiam receber instruções de trabalho em sua mão sem interromper sua atividade. O aparelho poderia ser comercializado em uma janela de três anos. Outra ideia é usar o dispositivo para monitoramento de ritmo cardíaco nos esportistas Toru Yamanaka/AFP


Emprego: semana começa com mais de 700 vagas abertas no ES
Domingo, 18 Fevereiro 2018 17:34:57 -0000
São mais de 500 vagas nas agências do Sine administradas pelo governo do estado, 136 vagas em Vitória, 54 na Serra. A semana começa com mais de 777 oportunidades de emprego no Espírito Santo. São mais de 500 vagas nas agências do Sine administradas pelo governo do estado, 136 vagas em Vitória, 54 na Serra e 23 em Guarapari. Os dados são do Sine e das prefeituras. Segundo o governo, somente em São Mateus são 457 oportunidades. Há vagas para montador mecânico, pintor industrial, auxiliar de produção, soldador, operador de motosserra. Nas demais agências, há oportunidades para encarregado de manutenção civil e analista financeiro para pessoas com deficiência, Fisioterapeuta, instrumentista tubista, pedreiro, entre outras. Os interessados em alguma das vagas anunciadas, precisa criar – junto à unidade do Sine – um cadastro com informações pessoais, qualificação e experiência profissional. Para isso, é necessário apresentar Carteira de Trabalho, RG, CPF e comprovante de residência. As agências selecionam os candidatos que atendem aos requisitos predeterminados pelas empresas. Para mais informações sobre as exigências para concorrer às oportunidades anunciadas é necessário entrar em contato com o Sine. As vagas são atualizadas diariamente e podem sofrer alterações sem aviso prévio. Vagas de emprego em Vitória Vagas de emprego na Serra SINE ANCHIETA Endereço: Avenida Marechal Deodoro da Fonseca, esquina com a Rodovia do Sol, s/n, Centro (Casa do Cidadão). Cozinheiro – 01 Encarregado de Supermercado – 01 Repositor de mercadorias – 03 SINE ARACRUZ Endereço: Av. Venâncio Flores, s/nº, Centro - Aracruz. Fisioterapeuta – 01 Mecânico (vaga para pessoa com deficiência) – 01 Técnico de enfermagem do trabalho – 01 Vidraceiro – 01 Vendedor – 01 Pintor industrial – 20 Operador de motosserra – 01 Soldador (vaga para pessoa com deficiência) – 01 Instrumentista Tubista – 15 Acabador de mármore e granito – 01 Eletricista – 02 Escalador supervisor – 01 Escalador de pintor industrial – 01 Técnico de laboratório de análises clínica – 01 SINE BARRA DE SÃO FRANCISCO Endereço: Rua Vereador Vantuil Ribeiro Fagundes, 100 - Centro. Mecânico de Motocicletas – 01 SINE CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM Endereço: Avenida Beira Rio, Nº 141, Ed. Portela, Bairro Guandu, Cachoeiro de Itapemirim. Ajudante de mecânico 01 Analista financeiro (vaga para pessoa com deficiência) – 01 Cadista – 01 Encarregado de manutenção civil (vaga para pessoa com deficiência) – 01 Encarregado de produção de álcool (vaga para pessoa com deficiência) – 01 Gestor ambiental (vaga para pessoa com deficiência) – 01 Mecânico de caminhão – 02 Operador de cozedor (vaga para pessoa com deficiência) – 01 Pedreiro (vaga para pessoa com deficiência) – 02 Pintor automotivo – 01 Polidor de mármore – 01 Pregoeiro eletrônico e presencial – 01 SINE CARIACICA Endereço: Av. Aloizio Santos, 500, Santo André, Cariacica. Arte-finalista – 01 Cuidador de Idosos – 01 Marceneiro – 02 Mecânico de Automóvel – 01 Montador de Instalação de Calefação e Refrigeração – 01 Projetista de Móveis – 02 SINE COLATINA Endereço: Av. Getúlio Vargas, 98, Centro. Costureira overloque – 05 Garçonete – 01 Chapeiro – 01 Auxiliar administrativo – 01 Cuidadora de idosos – 03 SINE LINHARES Endereço: Avenida Governador Lindenberg, 660, Centro. Acabador de mármore – 02 Analista de marketing – 01 Consultor de vendas – 01 Mecânico de máquinas pesadas – 01 Mecânico automotivo – 04 Operador de empilhadeira – 01 Operador de máquina de sorvete – 01 Serralheiro – 01 Vidraceiro – 01 SINE NOVA VENÉCIA Endereço: Rua Espírito Santo, 85 - Beira Rio. Promotor de Vendas - 01 Costureira - 01 Vendedor externo - 02 Instalador de internet - 01 SINE SÃO MATEUS Endereço: Praça Anchieta, 152 – Centro. Operador de escavadeira hidráulica – 01 Operador de rolo compactador – 01 Motorista de caminhão caçamba – 03 Motorista de caminhão pipa – 01 Auxiliar de obras – 01 Auxiliar de cozinha – 01 Auxiliar de saúde bucal – 01 Costureira – 01 Cozinheiro – 03 Dentista – 01 Eletricista automotivo – 01 Enfermeiro – 01 Mecânico de moto serra – 01 Nutricionista – 01 Odontopediatra – 01 Operador de auto carregável – 03 Operador de caixa – 01 Operador de motosserra – 30 Operador de trator guincho – 03 Técnico agrícola – 01 Técnico em enfermagem – 01 Técnico em refrigeração – 01 Técnico de higiene bucal – 01 Trabalhador rural polivalente – 01 Vendedor de Picolé – 10 Vendedor interno/externo – 03 Vendedor porta a porta – 03 Soldador MIG/MAG – 65 Pintor automotivo – 10 Eletricista automotivo – 05 Montador mecânico – 50 Montador de produção – 50 Montador de acabamentos – 50 Operador de conj. Automotor – 50 Pintor industrial – 50 Auxiliar de produção – 50 Guarapari Ajudante de açougueiro 02 vagas Ajudante de cozinha 01 vaga Cozinheiro de restaurante 01 vaga Cozinheiro industrial 02 vagas Caseira 01 vaga Massagista para clínica de estetica 01 vaga Nutricionista júnior 02 vagas Oficial de serviços gerais 03 vagas Operadora de caixa 02 vagas Pintor industrial 01 vaga Representante comercial autônomo 01 vaga Sorveteiro 01 vaga Supervisor de vendas comercial 01 vaga Vendedor externo 04 vagas Viana 1 vaga: lanterneiro 1 vaga: cobrador de ônibus 1 vaga: motorista 1 vaga: açougueiro


Conheça a história da música "Romaria", de Renato Teixeira
Domingo, 18 Fevereiro 2018 10:48:35
Canção fala do povo do campo e de sua relação com a fé. A música se tornou um hino à Nossa Senhora Aparecida.    A música popular brasileira é riquíssima e muitas canções ficam tão famosas que viram símbolos de nossa cultura. Uma delas é Romaria, de Renato Teixeira. O repórter José Hamilton Ribeiro conta a história dessa canção, que fala do povo do campo e de sua relação com a fé. "Eu quis fazer uma música sofisticada. Nunca imaginei que ela fosse se transformar numa canção tão popular. A força dela está exatamente em mexer com um símbolo brasileiro muito forte, que é Nossa Senhora Aparecida. Ela é uma canção do romeiro. E aí você começa a ver como ela penetra no inconsciente coletivo do povo brasileiro", afirma Renato Teixeira. A reportagem foi exibida em outubro do ano passado, quando se comemorou os 300 anos do aparecimento da imagem da padroeira do Brasil no Rio Paraíba, em São Paulo. Confira a matéria completa exibida em 08/10/2017.  


Globo Rural - 18/02/2018
Domingo, 18 Fevereiro 2018 09:33:48


Produção de coco quase desaparece no sertão da Paraíba
Domingo, 18 Fevereiro 2018 09:32:45
Com cinco anos de estiagem intensa, a região de Sousa praticamente vê a fruta desaparecer das propriedades. Cenário é desolador.    O sertão da Paraíba já foi um grande produtor de coco, mas os tempos de fartura ficaram para trás por causa da longa estiagem. A realidade hoje é de dar pena. Sousax, no sertão da Paraíba, já foi a maior produtora de coco do estado. Além de abastecer o Nordeste, também era vendido para as regiões Sudeste e Centro-Oeste do país. No auge da produção, o município teve 1,2 mil hectares de área dominados pelos coqueirais. Quinhentos agricultores sobreviviam com a atividade. A região já produziu mais de 120 mil cocos por dia. Depois da estiagem, a área plantada caiu 95%. E esse é o cenário encontrado na maioria das propriedades. Seis anos consecutivos de seca transformaram o município, que vendia para outras regiões, em um comprador do fruto. O vendedor Raimundo Bezerra da Silva foi produtor. Viajava para Brasília levando o coco de Sousa. Hoje, traz o produto da Bahia e vende a água em um pequeno quiosque no centro da cidade. "Eu acredito que não vai vir inverno mais do jeito que vinha antigamente. Eu não tenho mais fé de plantar mais coco para daqui a cinco anos chegar a produzir", afirma.     No campo, famílias sofrem com a ausência dos parentes que precisaram partir para outras regiões em busca de emprego. “Quando eles saem, muitas vezes eu fico chorando. É muito triste. E ainda fico preocupado, porque esses que foram pra lá se deram bem, mas os que estão aqui estão sofrendo", diz emocionado o agricultor Raimundo Gonçalves Sobrinho. A queda na produção também afetou as empresas locais. A fábrica do empresário Francisco Ailton Mendes produz óleo, leite, manteiga e o coco ralado: “Toda a produção era comprada aqui em Sousa. Hoje, a gente compra toda essa produção fora em vários estados do Nordeste. Custa caro pra gente”. Não há boas perspectivas. Mesmo que as chuvas voltem a aparecer, os produtores vão ter que esperar vários anos para voltar a colher. “A partir dos três anos, uma planta vai produzir, em média, 30 cocos. E aí vai se levar até sete anos para ela estabilizar. E vai estabilizar a produção aos sete anos, com 150 cocos por planta", explica José Marques Furtado, agrônomo da Emater. Enquanto uns trazem a solução em caminhões de outros estados, o agricultor Raimundo Gonçalves ainda espera pela chuva: “Eu comparava aqui com um paraíso, melhor que isso aqui só era o céu naquela época”. A previsão do tempo para o Sertão Paraibano é de chuvas abaixo da média para os próximos três meses, segundo o relatório de um grupo que reúne vários institutos oficiais que lidam com estudos climáticos.


Agricultores de MT enfrentam dificuldades para escoar a produção
Domingo, 18 Fevereiro 2018 09:19:21
Buracos, lama e poeira na BR-163 desafiam os caminhoneiros.    Depois de todo o trabalho do cultivo e da colheita da safra, os produtores de Mato Grossox ainda enfrentam sérios problemas para escoar seu produto até os portos do Norte. A principal ligação, a BR-163, continua um desafio para os caminhoneiros. A viagem pela BR-163 deu prejuízo de novo para o caminhoneiro Antônio Luiz Cardos. Mais um pneu do caminhão dele foi destruído. “Todas as descidas têm buraco e tem que frear. Por que não coloca uma terra, um troço pra arrumar aquilo? Isso é um absurdo”, reclama. A BR-163 é uma rota importante para escoar a safra de grãos do norte do Mato Grosso. São quase mil quilômetros entre Sinopx e o porto de Miritituba, em Itaitubax, no Paráx. No trecho paraense são, pelo menos, 100 quilômetros sem asfalto. Buracos, lama e poeira exigem sacrifício dos caminhoneiros.   “Eu caí num buraco chegando em Miritituba, que se viesse alguém de frente, a gente tinha batido, porque o caminhão desgovernou. É perigoso”, relata o caminhoneiro Joaquim Fernandes. A parada obrigatória na estrada pegou de surpresa muitos caminhoneiros que vêm do Centro-Oeste carregados de grãos. Desse ponto, ainda tem muito chão pela frente até despachar a carga nos portos do Pará. Equipes do Exército trabalham em um trecho de serra para diminuir o risco de acidentes. Os caminhoneiros se revezam para passar pelo local. O tempo de viagem dobrou, porque a espera tem sido demorada e cansativa nos dois sentidos da rodovia. O caminhoneiro Diego Alves não esquece. Foram oito dias de sofrimento na estrada: “Se essa BR fosse toda asfaltada, seria um sonho pra todo mundo. Trabalhar tranquilo, trabalhar em paz. Isso aqui a gente vai, não sabe se caminhão quebra, a gente vai e não sabe se volta”. O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) disse que as chuvas provocaram atraso no asfaltamento da estrada e que a obra deve terminar só no ano que vem.


Cresce a área plantada com algodão em Mato Grosso
Domingo, 18 Fevereiro 2018 09:15:02
Mesmo com o atraso no plantio, a expectativa é de uma boa safra.    Os agricultores têm pressa em colher a soja para plantar a segunda safra. Em Mato Grosso, tem mais gente apostando no algodão e a expectativa é boa. Em Campo Verdex, no sudeste do estado, as colheitadeiras trabalham para retirar a soja. A área precisa ser liberada para o cultivo do algodão.   A Abrapa, Associação Brasileira dos Produtores de Algodão, estima que nesta safra as áreas de cultivo cresçam mais de 20% no país. Mato Grosso, que produz dois terços do algodão brasileiro, acompanha esse crescimento. O aumento no plantio será em torno de 16%. A produção de pluma será recorde. Está estimada em 1,142 milhão de toneladas. Em uma fazenda do grupo Terra Santa, em Nova Mutumx, no médio norte do estado, as áreas de milho perderam espaço para o algodão. O grupo vai semear 33 mil hectares. Na safra passada foram 27 mil. A expectativa é manter a mesma produtividade de cento e onze arrobas de pluma por hectare. “Esse ano nós vendemos um pouquinho acima do ano passado, preço de venda. Então a gente vai ter bons resultados no algodão. Eu diria que o grande resultado da empresa e eu acredito que todos os produtores esse ano vai ser em cima da cultura do algodão”, diz o gerente do grupo Terra Santa Arlindo de Azevedo Moura. Em Mato Grosso, a arroba da pluma de algodão está valendo R$ 80.


Começa a colheita de soja no Paraná
Domingo, 18 Fevereiro 2018 09:13:11
Estado é um dos principais produtores do país. A produção deve ser menor do que na safra passada.    Começou a colheita da soja no Paranáx, um dos principais estados produtores do país. A safra deve cair 1% em relação ao ano passado. As colheitadeiras começaram a trabalhar com cerca de 20 dias de atraso por causa do clima. O excesso de chuva em janeiro e a seca no fim do ano passado acabaram atrasando o plantio.   Em uma propriedade que fica em Cascavelx, na região oeste, são nove máquinas trabalhando. Logo no começo da colheita o produtor percebeu que o excesso de chuva do último mês pesou menos o grão, atrapalhando a produtividade. “Esse ano foi um pouco abaixo do que a gente vinha colhendo nos últimos anos”, diz o agricultor Carlos Alberto Baratter. Essa queda ajuda a entender porque a produção de soja esperada para este ano em todo o Paraná é um pouco menor do que a do ano passado: 19,3 milhões de toneladas. Isso mesmo com uma área 4% maior. Enquanto as colheitadeiras trabalham, os agricultores vão alimentando a esperança de não ter um prejuízo tão grande. “O mercado está um pouquinho abaixo do esperado. Os custos da gente são muito altos, combustível não para de subir. Insumos, fertilizantes cada dia mais caros. Tá abaixo do esperado”, completa o agricultor. saiba mais Produção de soja no Paraná espera boa safra após problemas no plantio Produtores de soja do Mato Grosso sofrem para escoar a safra  


Início da colheita de maçã em Santa Catarina tem queda na produção
Domingo, 18 Fevereiro 2018 09:04:11
A safra deve ser menor do que a passada. Além da quebra, produtores estão preocupados com o baixo preço do produto nesse início de colheita.    A colheita da maçã começou em Santa Catarinax, um dos principais estados produtores do país. A safra deve ser menor esse ano, mas o que realmente preocupa os produtores é o preço. Os pomares estão cheios. A primeira variedade a ser colhida é a gala, depois a fugi. Só na região de São Joaquimx, na Serra Catarinense, são colhidas, em média, 400 mil toneladas de maçã por safra. Pra este ano, o número deve ser menor. “Acreditamos que a produção vai ser boa. Não ótima, mas vai ser boa, com uma quebra em torno de 10% a 15% com relação ao ano passado”, afirma Marcelo Cruz de Liz, engenheiro agrônomo da Epagri.   O clima também contribuiu para essa redução. Choveu pouco no período de floração da fruta, o inverno foi mais quente e ainda teve geada fora de época. “Tem uma área no meu pomar que teve um problema sério. Vou perder em torno de 50% da safra. A qualidade, como a geada deforma o fruto, vai ter que ser colocado pra indústria, pra fazer suco. É uma perca significativa”, explica o produtor Sandrigo Pereira Campos. No pomar do produtor Tulio Mattos, por exemplo, o clima não influenciou. A produção da safra passada, de 5,5 mil toneladas de maçãs colhidas, deve se repetir. A preocupação mesmo está no preço. O quilo da fruta para o produtor está em média R$ 0,90. “Ano passado foi um preço baixo e talvez esse ano tudo indica também que vai permanecer esse preço. Isso aí a gente não pode prever”, diz Tulio. A principal diferença da maçã deste ano está no tamanho. Ela vai ser um pouco menor, mas os produtores afirmam que a qualidade da fruta continua a mesma. "Nós vamos ter frutas boas para comercialização, para conservação, pra atender todo mercado brasileiro e até para exportação”, garante o engenheiro agrônomo Marcelo Cruz de Liz. A produção estimada de Santa Catarina é de cerca de 600 mil toneladas, quase metade da produção nacional. saiba mais Pera, maçã e caqui se adaptam às altas temperaturas no sertão de PE  


Romaria pela fé percorre 450 km até Aparecida, em São Paulo
Domingo, 18 Fevereiro 2018 08:52:29
Nélson Araújo acompanhou de perto essa viagem emocionante. Romaria celebrou os 300 anos de Nossa Senhora Aparecida.    As grandes viagens dos tropeiros foram decisivas para a ocupação do território e formação da cultura do Brasil. No caminho das comitivas brotaram fazendas, vilarejos e cidades. Surgiram receitas e tradições. Em outubro de 2017, o Globo Rural exibiu uma reportagem especial que mostrou uma tropa motivada pela fé religiosa. Em cavalos e mulas, o grupo saiu de Belo Valex, em Minas Gerais, com destino à Aparecidax, em São Paulo, percorrendo 450 km. Uma viagem emocionante, que Nélson Araújox acompanhou de perto. Confira no vídeo acima. Veja a reportagem completa exibida em 01/10/2017


Preço do leite continua em queda e MG tem as menores cotações
Domingo, 18 Fevereiro 2018 08:52:20
As cotações, que encerraram o ano em baixa, continuam em queda no mês de janeiro. Produtores mineiros relatam prejuízo com a atividade.    O preço do leite caiu no começo de 2018. Essa situação já vinha acontecendo no final de 2017. Minas Gerais registrou as maiores perdas. Um exemplo é a fazenda de José Macedo, que fica em Pratax, no Triângulo Mineiro. Foram muitos investimentos, entre eles equipamento de ordenha, silagem, barracão e formação de pastagem. Em um ano, foram gastos cerca de R$ 280 mil. Só que hoje para produzir um litro ele gasta R$ 1,25 e recebe entre R$ 1,12 e R$ 1,15. “Para a gente que investiu, esse custo é muito difícil de reduzir em momentos de crises”. Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, o preço médio pago ao pecuarista brasileiro pelo litro de leite no mês de janeiro foi de R$ 0,98, o menor valor em oito anos. O estado de Minas Gerais foi o que teve a maior desvalorização mensal: 2,93%. A média CEPEA teve recuo de 20% em um ano.   Em 2017, o Brasil importou da Argentina, Chile e Uruguai mais de 98 milhões de quilos de leite em pó, segundo o Ministério da Agriculturax Pecuária e Abastecimento. Para o consultor de mercado leiteiro, Marco Aurélio Nunes, o cenário é reflexo dessa procura pelo produto de fora do país. “Foi favorável para indústria, mas hoje nós estamos colhendo o resultado negativo ao produtor rural um preço muito baixo que está desestimulando o produtor rural brasileiro”, explica o consultor. Os prejuízos chegam também às cooperativas. A Cooprata tem bancado as perdas no preço do leite nos últimos meses. Isso porque apesar de vender para a indústria o litro por R$ 0,98, a cooperativa paga aos produtores R$ 1,27, o que gerou oito milhões a mais nos custos em 2017. "Isso pra nós gera prejuízo, porém a gente tem resultados pra isso. Entrou o ano, a gente segurou o preço até dezembro e esses produtores ficaram com a gente, se não talvez esse produtor tivesse saído da atividade", explica Rubens Andrade, presidente da Cooprata. Em outra fazenda que fica em Uberlândiax, foram gastos no ano passado R$ 4 milhões. Isso para atender a demanda de 22 mil litros de leite por dia. A alta produtividade permite que o dono da fazenda ainda consiga uma margem de lucro de 25%, mesmo com a queda no preço do leite. “Nós produzimos hoje o dobro de leite de um ano atrás. Isso possibilitou que nós tivéssemos a redução de R$ 0,25 no custo de produção. É o que tá fazendo com que a gente se mantenha na atividade e consiga operar no azul”, comenta o produtor de leite Thiago Silveira. Os produtores também apontam a oferta maior de leite no mercado para a queda nos preços. saiba mais Produtores de leite em Minas Gerais enfrentam dificuldades  


Pequenas Empresas & Grandes Negócios: contatos de 18/02/2017
Domingo, 18 Fevereiro 2018 08:46:07
Veja como obter informações sobre as empresas citadas no programa Veja a reportagem: Planejamento é fundamental para os empreendimentos em 2018 TC PILATES – UNIDADE PERDIZES Rua Cardoso de Almeida, 1513 – Perdizes São Paulo / SP – CEP: 05013-001 Telefone: (11) 3804-7253www.trabalhandocompilates.com.brwww.tcpilates.com.br PROSPHERA EDUCAÇÃO CORPORATIVA CONSULTOR HAROLDO MATSUMOTO Rua Coronel Marcílio Franco, 524 - Vila Guilherme São Paulo / SP - CEP: 02079-000 Telefone (11) 2306-4516 Email: contato@prosphera.com.brwww.prosphera.com.br Veja a reportagem: Procura por produtos personalizados para festas cresce no verão PERSONALIZE ME Alameda dos Anapurus, 1912 , loja 1 – Moema São Paulo / SP – CEP: 04087-007 Telefone: (11) 3791-3240 Email: info@personalizeme.com.br Instagram: @personalize_mewww.personalizeme.com.br Veja a reportagem: Advogada investe em esmalteria com ambiente agradável para clientes UNHA DE BONECA ESMALTERIA Clsw 303, bloco C, loja 48 - Sudoeste Brasília/DF – CEP: 70673-622 Telefone: (61) 3026-0404/99845-3198 E-mail: unhadebonecaesmalteria@gmail.comwww.unhadebonecaesmalteria.com.br Veja a reportagem: Aplicar dinheiro de forma correta é fundamental para sucesso de startups STARTUP FARM Endereço: Rua Coronel Oscar Porto, 70, 3º andar, Campus São Paulo São Paulo/SP – CEP: 04003-000 Email: hello@startupfarm.com.brwww.startupfarm.com.br EMPÓRIO CHELMI Rua Dr Renato Paes de Barros, 108 – Itaim Bibi São Paulo/SP - CEP: 04530-000 Telefone: (11) 3079-1589 E-mail: emporiochelmi@gmail.comwww.emporiochelmi.com FHINCK Campus São Paulo - Rua Coronel Oscar Porto, 70, 3º andar São Paulo/SP – CEP: 01313-902www.fhinck.com Veja a reportagem: Confira os tipos de startups que são  objetos de desejo das aceleradoras WAYRA SAO PAULO - TELEFONICA OPEN FUTUREwww.openfuture.org LIGA VENTURES email: contato@liga.ventures Facebook: https://www.facebook.com/ligaventures/http://ligaventures/ ACEhttps://acestartups.com.br/ Veja a reportagem: Empresárias investem em e-commerce com a ajuda de pet CANSEI DE SER GATO Instagram: @canseidesergatowww.canseidesergato.com


Pequenas Empresas & Grandes Negócios - 18/02/2018
Domingo, 18 Fevereiro 2018 08:42:26


Confira os tipos de startups que são objetos de desejo das aceleradoras
Domingo, 18 Fevereiro 2018 08:36:01
O big data é a bola da vez. Outro setor que as aceleradoras adorariam investir é o de blockchain.   O PEGN.TEC ouviu seis aceleradoras, empresas que ajudam startups a crescer, para saber o que elas buscam aqui no Brasil para investir. Todas são unânimes: o big data, que é o conjunto de informações que uma empresa usa para traçar estratégias de vendas e outras ações, é a bola da vez. “A gente tem visto aplicações de inteligência artificial e big date em diferentes mercados. É esse grande volume de dados analisado em tempo real, dá pra analisar perfil de crédito no mercado financeiro, até a análise de comportamento de um consumidor dentro de uma loja, seja ela física ou online. E até mercado menos óbvios, pra aplicar na indústria, pra aumentar a performance e eficiência dos equipamentos”, afirma Daniel Grossi, co-fundador de aceleradora. Outro setor que as aceleradoras adorariam investir é o de blockchain, a tecnologia de validação de transações. Mas falta startup disposta a atuar nesse mercado. “Você manda a transação pro blockchain e espalha numa rede de computador. Não precisa que alguém valide, o computador valida. Pode ser uma transação de moeda, pode ser contrato, tem várias aplicações. O que acontece é que ela é cara e lenta, mas não é comercialmente viável agora, tem empresas e startups discutindo isso. E a gente está de olho”, explica Daniel. WAYRA SAO PAULO - TELEFONICA OPEN FUTUREwww.openfuture.org LIGA VENTURES email: contato@liga.ventures Facebook: https://www.facebook.com/ligaventures/http://ligaventures/ ACEhttps://acestartups.com.br/


Vale a pena vender casa para comprar apartamento menor e aplicar o restante?
Domingo, 18 Fevereiro 2018 08:30:01

Eu e minha esposa temos uma casa avaliada em R$ 800 mil e pensamos em vender para comprar um apartamento menor (cerca de R$ 600 mil) e aplicar o restante. Neste cenário de juros baixos, vale a pena fazer isso?  


Empresárias investem em e-commerce com a ajuda de pet
Domingo, 18 Fevereiro 2018 08:27:58
Duas empresárias largaram os empregos para cuidar de um site. A carta na manga? O gato Chico.   Amanda Nori e Stefany Guimarães abandonaram os empregos em São Paulox para cuidar de um site. O trunfo era o pet delas: o gato Chico. Tudo começou com uma foto dele no Facebookx vestindo uma fantasia de unicórnio, um presente de um amigo da Amanda. Depois dessa fantasia, vieram outras junto com uma chuve de likes na rede social. Este foi o ínicio de tudo para transformar o sucesso do Chico em um negócio. As donas perceberam que ele tinha potencial para ser muito mais do que só um gatinho fotogênico - e foi tudo muito rápido. No primeiro mês, a página já tinha 20 mil seguidores. Amanda e Stefany decidiram então se dedicar integralmente ao Chico. Depois da página no Facebook veio o livro e depois o e-commerce com produtos para gatos e seus donos. O investimento inicial foi de R$ 10 mil. No começo, as empresárias faziam as fotos com o celular e em seguida compraram uma câmera para deixar o negócio mais profissional. Elas têm outros três gatos, que nas redes sociais fomam a família do Chico. Todos foram adotados. Chico é o gato-propaganda de todos os produtos vendidos no site. As empresárias não revelam o faturamento do negócio, mas dizem que a maior parte vem do e-commerce, apesar de uma boa parte vir com publicidade na página, que são marcas que procuram o Chico para divulgar os seus produtos. Confira a reportagem completa acima! CANSEI DE SER GATO Instagram: @canseidesergatowww.canseidesergato.com


Aplicar dinheiro de forma correta é fundamental para sucesso de startups
Domingo, 18 Fevereiro 2018 08:23:55
Nem sempre ter muito capital significa garantia de sucesso. É preciso saber como aplicar esse dinheiro da melhor forma.     Na hora de investir em uma startup, nem sempre ter muito capital significa garantia de sucesso. É preciso saber como aplicar o dinheiro. Na mão do empresário Paulo Silva, por exemplo, o dinheiro foi embora e ele nem viu o que aconteceu: “Ter muito dinheiro faz com que você não enxergue seus limites, você gasta de forma desenfreada. Tome cuidado com excesso de dinheiro, ele também pode te afundar”. Paulo e o sócio criaram uma startup em 2012 para desenvolver games. O grande erro deles foi gastar os R$ 900 mil que captaram de investimento antes de validar o produto no mercado. Paulo vendeu a startup e hoje dá consultoria. O erro na hora de aplicar o dinheiro valeu como experiência. “Como a gente não tinha muitos limites pra gasto, a gente achou que estava fazendo um produto que solucionava os problemas, mas não era bem isso”, afirma. Alan leite, CEO de uma aceleradora, dá dicas para as startups não caírem no canto da sereia logo que se lançam no mercado: - Evitar ao máximo os gastos fixos elevados, por exemplo com aluguel de escritório. Hoje temos espaços que são gratuitos para os empreendedores trabalharem logo no início. - Não investir todo capital em marketing. - Não contratar pessoal com custo muito alto. O empresário Paulo Castello fez isso quando montou uma startup em 2014 com o sócio Claudio Ferreira. Eles passaram um ano desenvolvendo um software de inteligência artificial para medir a produtividade de empresas. Conseguiram R$ 100 mil de um investidor anjo e não gastaram nada até terem a validação do produto no mercado. “O que acontece é que empreendedores que não têm muito essa consciência gastam, não percebem que estão gastando, querem colocar mais dinheiro, ir atrás de investidor pra colocar mais dinheiro naquele negócio. É como se fosse um ralo que está indo dinheiro embora”, afirma Alan. Na dúvida de como investir o dinheiro, o empreendedor deve procurar ajuda. Alan Leite diz que a dica para quem está começando é buscar alguém que ajude o empreendedor a cometer menos erros e ser mais efetivo nesse gasto. STARTUP FARM Endereço: Rua Coronel Oscar Porto, 70, 3º andar, Campus São Paulo São Paulo/SP – CEP: 04003-000 Email: hello@startupfarm.com.brwww.startupfarm.com.br EMPÓRIO CHELMI Rua Dr Renato Paes de Barros, 108 – Itaim Bibi São Paulo/SP - CEP: 04530-000 Telefone: (11) 3079-1589 E-mail: emporiochelmi@gmail.comwww.emporiochelmi.com FHINCK Campus São Paulo - Rua Coronel Oscar Porto, 70, 3º andar São Paulo/SP – CEP: 01313-902www.fhinck.com


Advogada investe em esmalteria com ambiente agradável para clientes
Domingo, 18 Fevereiro 2018 08:22:26
Bruna Doberstein conta como montou seu negócio em Brasília. Ela abriu uma esmalteria em 2016 e dois meses depois já tinha a segunda unidade.   Já imaginou um salão de beleza sem barulho? Uma advogada investiu nessa ideia quando decidiu abrir o próprio negócio. A advogada Bruna Doberstein é de Brasília, não estava feliz na sua área de atuação e resolveu montar um negócio: “Fiz muitas pesquisas antes de optar por montar algo na área de beleza. Nestas pesquisas observei que, na época de crise, o setor de serviços foi um dos poucos que teve crescimento. Foi por isso que optei em investir nesse mercado”. Ela abriu uma esmalteria em Brasília no final de 2016. Dois meses depois já tinha uma segunda unidade. O faturamento médio é de R$ 7 mil por mês. “Iniciamos com investimento de R$ 60 mil e sem dívidas, o que nos ajudou a ter um melhor equilíbrio financeiro. Quando pensei no modelo de empresa, eu queria algo diferente do que vemos nos salões de beleza convencionais. Na esmalteria, a gente não trabalha com serviço de cabelo, o objetivo é tornar um ambiente agradável pra nossos clientes, sem barulho de secador e cheiro de produtos químicos”, conta. Um dos maiores desafios para a empresária foi encontrar profissionais altamente qualificados. Hoje, ela diz que conseguiu atingir um padrão de excelência. UNHA DE BONECA ESMALTERIA Clsw 303, bloco C, loja 48 - Sudoeste Brasília/DF – CEP: 70673-622 Telefone: (61) 3026-0404/99845-3198 E-mail: unhadebonecaesmalteria@gmail.comwww.unhadebonecaesmalteria.com.br


Planejamento é fundamental para os empreendimentos em 2018
Domingo, 18 Fevereiro 2018 08:11:48
Os empresários precisam driblar os altos e baixos da economia e avaliar o que foi positivo e o que deu errado no passado pra fazer a coisa certa este ano.   O ano de 2018 tem 14 feriados e pontos facultativos, Copa do Mundo e eleições. É um ano cheio de incertezas políticas e econômicas. Nesse cenário, o pequeno empresário se prepara para enfrentar tudo isso. Segundo o consultor Haroldo Matsumoto, planejamento é fundamental: “As empresas não quebram por falta de cliente ou por falta de dinheiro, elas quebram por falta de planejamento”. O planejamento é a arte de conquistar um objetivo no prazo programado e Haroldo fez um plano em três etapas: informação, planilha e adaptação. Viviane Vales e Gerusa Gurak são donas de um estúdio de pilates e detalham tudo o que vão fazer, de janeiro a dezembro, mês a mês. Elas seguiram direitinho o script do planejamento, desde o início do negócio, em 2012. As sócias começaram investindo R$ 10 mil, R$ 5 mil cada uma. No ano passado, faturaram R$ 1,2 milhão. “Se você sabe pra onde você vai, se tem um caminho que você estabeleceu pra percorrer, você mantém o foco e segue, firme e forte, não deixa nenhuma outra estratégia te tirar desse caminho. É o que o planejamento te dá”, afirma Viviane. Haroldo explica que é preciso começar buscando informações e que essa é a primeira fase do planejamento: “Se você já tem a empresa, você vai buscar no histórico do ano passado o que você fez, o que deu certo, o que deu errado, pra poder se planejar pra esse ano. Se você não tinha empresa, tem que buscar informações do setor, dos concorrentes, do público que você quer atingir e tentar entender como ele pensa, como ele age pra poder se planejar pra esse ano”. As empresárias contrataram uma empresa de pesquisa de mercado e visitaram estúdios de pilates até no exterior, de onde trouxeram novidades. “Esse é um trabalho de pilates em grupo, onde a gente usou o planejamento dessa unidade pra se diferenciar dos concorrentes e oferecer um serviço de qualidade por um custo menor”, explica Gerusa. Planilha e adaptação Depois da fase da informação, chega hora da planilha, ou seja, colocar todos os dados levantados no computador ou em um caderno. “Você determina quais são os objetivos de acordo com as oportunidades que você já teve nesse levantamento de informação”, orienta o consultor. Viviane e Gerusa seguiram exatamente esse roteiro para faturar. Por exemplo, elas não ficam de olho só nos alunos e dedicam duas semanas, entre dezembro e janeiro, para planejar. “Nesse primeiro semestre, que a gente percebe uma confiança maior das pessoas na economia, em gastar um pouco mais, é hora de fazer um fluxo de caixa, de investir mais nas nossas propostas e conseguir se preparar pra uma talvez queda no segundo semestre, por causa das eleições”, explica Viviane. E se nada disso der certo? Há um planejamento até para o furo no planejamento. Viviane explica: “A gente faz um provisionamento. Cerca de 40% do lucro da empresa vai para um fundo que a gente pode manter a operação por até seis meses, sem recorrer a banco ou qualquer outro empréstimo”. O planejamento nunca é rígido, ele tem que ter elasticidade. Essa é a terceira fase: a adaptação. “O mercado muda, o concorrente muda, o cliente muda de opinião, e você tem que mudar junto, pra continuar no mercado”, afirma Haroldo. As empresárias já estão no segundo estúdio de pilates e é a meta do planejamento deste ano é faturar 20% mais. “Para nós, o planejamento é a bussola. É pra onde a gente tá guiando, vai caminhar. Então, se algum momento a gente se perdeu, a gente volta a olhar praquelas planilhas e segue no caminho do sucesso”, conclui Gerusa. TC PILATES – UNIDADE PERDIZES Rua Cardoso de Almeida, 1513 – Perdizes São Paulo / SP – CEP: 05013-001 Telefone: (11) 3804-7253www.trabalhandocompilates.com.brwww.tcpilates.com.br PROSPHERA EDUCAÇÃO CORPORATIVA CONSULTOR HAROLDO MATSUMOTO Rua Coronel Marcílio Franco, 524 - Vila Guilherme São Paulo / SP - CEP: 02079-000 Telefone (11) 2306-4516 Email: contato@prosphera.com.brwww.prosphera.com.br


Procura por produtos personalizados para festas cresce no verão
Domingo, 18 Fevereiro 2018 08:08:41
Variedade de produtos é um prato cheio pra quem trabalha nesse mercado. Dá pra customizar tudo o que o cliente pede: copos, canecas, broches.   Quem é que não gosta de uma festa? Ainda mais na praia ou na beira da piscina... Pensando nisso, tem um negócio que lucra muito no verão: produtos personalizados para festas. Victoria Sabino, por exemplo, queria personalizar produtos para a formatura dela. Ela descobriu um serviço na internet e se encantou com os kits da empresa das irmãs Paola Sarcedo e Lélia Doumit, que nasceu há quatro anos. A variedade de produtos é um prato cheio pra quem trabalha nesse mercado. Dá pra customizar quase tudo o que o cliente pede: copos, canecas, broches, bodies e bonés. Agora, para sobreviver nesse mar de opções tem que se diferenciar da concorrência. “Nosso diferencial é a criatividade. A gente acompanha as tendências, o que está na moda, a música que lançou, alguma novidade. A gente está sempre trazendo o que está acontecendo no mundo pros nossos produtos”, afirma Lélia. A empresa nasceu quando Lélia se casou e Paola improvisou kits para a despedida de solteira dela, em Punta Del Leste, no Uruguai. Conclusão: a brincadeira virou negócio. Paola deixou o trabalho que tinha na indústria, para se dedicar à nova empresa. Por mês, as irmãs recebem 130 encomendas de kits. Os preços dos produtos variam de R$ 10, uma taça, a R$ 400, uma super boia. O valor cai se a quantidade de peças aumenta. Os produtos são muito focados no verão, mas as empresárias estão começando uma linha focada no inverno. As sócias não revelam o faturamento, só dizem que no ano passado cresceram 7% e que a expectativa para este ano é que o crescimento chegue a 10%. PERSONALIZE ME Alameda dos Anapurus, 1912 , loja 1 – Moema São Paulo / SP – CEP: 04087-007 Telefone: (11) 3791-3240 Email: info@personalizeme.com.br Instagram: @personalize_mewww.personalizeme.com.br


Dicas para cuidar da saúde financeira da empresa
Domingo, 18 Fevereiro 2018 07:48:45
Alguns cuidados simples são fundamentais e servem para qualquer tipo de empresa Não é coisa fácil lidar com dinheiro. Se a gente se enrola com conta do cartão de crédito ou se esquece de guardar um dinheirinho para as emergências, imagina com as finanças de uma empresa. Para ensinar a fazer um bom planejamento, eu entrevistei a Maiara Xavier que é educadora financeira. No vídeo abaixo ela dá três dicas fáceis de colocar em prática:   Então, não importa o tamanho da sua empresa ou se você só está começando a empreender, siga esses conselhos: - Separe as contas da empresa das contas pessoais. Mesmo que a empresa ainda seja só você, seus gastos pessoais não são da empresa. - Encare a divulgação e o marketing como investimentos. Afinal, é preciso ser visto. Porém, fique atento ao momento certo de investir. - Tenha um capital de giro, ou seja, o dinheiro necessário para as operações da empresa. Se o faturamento da empresa cair momentaneamente, por exemplo, ou se um cliente não pagar no prazo, você não fica na mão, porque terá o dinheiro para pagar suas despesas. - Uma dica um pouco mais difícil de colocar em prática é fazer uma projeção mensal dos valores de receitas e despesas para o período de um ano ou, pelo menos, para seis meses. O passo seguinte é saber as datas em que são pagas as despesas e recebidas as receitas para então projetar o fluxo de caixa. Depois, compare mensalmente os valores realizados com os valores projetados. Feito isso, a próxima etapa é rever os valores projetados para os meses seguintes. - Seja pessimista nas projeções ou conservador, como dizem os profissionais da contabilidade. Se você fez uma boa projeção dos valores, mesmo assim, aumente em 10% o valor das despesas e diminua em 10% o valor das receitas. Ter um bom planejamento financeiro é fundamental para construir uma empresa saudável. Mesmo assim, tenha um plano alternativo para casos de emergência.


Concursos: 10 órgãos abrem as inscrições nesta segunda para 1,1 mil vagas
Domingo, 18 Fevereiro 2018 10:00:14 -0000
Os cargos são de todos os níveis de escolaridade. Os salários chegam a R$ R$ 11.434,19. Pelo menos 10 órgãos abrem nesta segunda-feira (19) as inscrições de concursos públicos para 1,1 mil vagas em cargos de todos os níveis de escolaridade. Os salários chegam a R$ 11.434,19. CONFIRA A LISTA DE CONCURSOS Veja as informações de cada concurso abaixo: Amazônia Azul Tecnologias de Defesa S.A. (Amazul) Inscrições até 20/03/18 20 vagas Salários de até R$ 7.114,22 Cargo de engenheiro nuclear Vagas para São Paulo Veja o edital Câmara Municipal de Alto Jequitibá (MG) Inscrições até 22/03/18 3 vagas Salários de até R$ 1.200,00 Cargos de nível fundamental e médio Veja o edital Prefeitura de Anori (AM) Inscrições até 23/02/18 188 vagas Salários até R$ 5.000,00 Cargos de nível fundamental, médio e superior Veja o edital Prefeitura de Corinto (MG) Inscrições até 20/03/18 134 vagas Salários de até R$ 2.401,30 Cargos de nível fundamental, médio e superior Corinto Minas Gerais Veja o edital Prefeitura de Iranduba (AM) Inscrições até 21/02/18 259 vagas Salário de R$ 1.357,20 Cargos de professores Veja o edital Prefeitura de Nova Roma (GO) Inscrições até 14/03/18 98 vagas Salários de até R$ 5.039,19 Cargos de nível fundamental, médio e superior Veja o edital Prefeitura de Pompéu (MG) Inscrições até 20/03/18 87 vagas Salários de até R$ 4.767,47 Cargos de nível alfabetizado, fundamental, médio e superior Veja o edital Prefeitura de Santa Maria do Pará (PA) Inscrições até 18/03/18 203 vagas Salários de até R$ 2.144,14 Cargos de nível fundamental, médio e superior Veja o edital Serviço de Assistência Médica de Francisco Morato (SP) Inscrições até 23/03/18 46 vagas Salários de até R$ 11.434,19 Cargos de nível fundamental, médio e superior Veja o edital Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Inscrições até 12/03/18 61 vagas Salários de até R$ 4.180,66 Cargos de nível fundamental, médio e superior Veja o edital


Estágio aos 40: profissionais mais velhos voltam a ser estagiários para recomeçar no mercado de trabalho
Domingo, 18 Fevereiro 2018 10:00:12 -0000

Para mudar de carreira, profissionais mais velhos apostam no estágio como porta de entrada; G1 conta histórias de quem recomeçou após os 40 anos. Fabíola Sereda de Almeida descobriu após os 40 anos que sua verdadeira vocação é dar aula; antes disso ela fez carreira no setor farmacêutico Fábio Tito/G1 Fabíola Sereda de Almeida está recomeçando sua carreira aos 47 anos, depois de ser demitida após anos de trabalho na indústria farmacêutica. Ela aproveitou o período desempregada para repensar seu futuro profissional e retomar um sonho antigo de trabalhar como pedagoga. Fabíola fez magistério quando adolescente e agora está cursando pedagogia. Na esperança de conseguir seu primeiro emprego, ela voltou a ser estagiária 30 anos depois. Mesmo se sujeitando a ganhar menos que um salário mínimo de bolsa-auxílio, que nem se compara, segundo ela, à remuneração do antigo emprego, Fabíola diz que quem faz estágio mais velho precisa pensar a longo prazo, pois é uma chance de ser efetivado na empresa ou de acrescentar experiência ao currículo. Assim como Fabíola, o perfil dos estagiários mais velhos é basicamente de pessoas que já têm uma profissão, mas sem formação superior, e que decidem fazer a graduação e tentar uma nova carreira, explica Luiz Gustavo Coppola, superintendente nacional de atendimento do Centro de Integração Empresa-Escola (Ciee). Segundo ele, também é comum que mulheres acima de 40 anos que interromperam a carreira para cuidar dos filhos ou não tiveram tempo nem renda para estudar antes busquem uma graduação tardia e ingressem em programas de estágio na expectativa de conseguir depois um emprego na nova área. “O perfil do estagiário acima de 40 anos é de quem quer uma segunda carreira. Ou descobre que tem um dom, mas por força da necessidade fez outro curso. É uma oportunidade que a pessoa se dá pra fazer uma nova faculdade”, diz. "O perfil não é de quem estava parado e voltou para o mercado na mesma ocupação." No caso de Fabíola, a crise foi o empurrãozinho para que ela buscasse a tão sonhada realização profissional, adiada porque a carreira acabou tomando outra direção. “A vida dá voltas. Tive que ficar desempregada para descobrir que minha vida é o magistério. Eu nasci para isso, é o que eu quero de agora em diante”, diz. Estágio 30 anos depois Fabíola conta que fez estágio no magistério, quando tinha 17 anos, mas é difícil comparar a experiência anterior com a atual. “O olhar que eu tenho agora é com muito mais maturidade, com mais objetivo, sabendo que é aquilo mesmo que eu quero”, afirma. A estudante de pedagogia é a mais velha entre os estagiários da escola e, por isso, sua postura é diferente dos demais. “É um pouco desgastante porque os mais jovens não sabem bem o que querem e levam mais na brincadeira. Quando se é mais velha leva-se as coisas com mais seriedade, mas de um modo geral é interessante porque um aprende com o outro”, explica. Seu trabalho é auxiliar as professoras, distribuindo as atividades e acompanhando o trabalho dos alunos. Para ela, sua experiência ajuda muito para lidar com as crianças a partir de 5 anos de idade. “É preciso paciência, saber lidar, ser muito ponderada”. A futura pedagoga considera a bolsa-auxílio que recebe mensalmente muito baixa por trabalhar como auxiliar de classe. "Poderiam rever isso, mas encaro como uma fase para adquirir experiência", afirma. Fabíola se forma em julho e tem o desejo de ser efetivada na escola. “A educação é minha paixão, era uma coisa que eu deveria ter feito aos meus 19 anos. Às vezes a gente tem que dar uma volta para depois voltar ao princípio. Mas tudo que eu aprendi antes só soma hoje”, conclui. Fabíola fez magistério e pretende seguir nova carreira na área de educação; ela termina o curso de pedagogia em julho Fábio Tito/G1 Volta ao mercado após 4 anos Laurinda Mendes em seu estágio numa faculdade em São Paulo; mesmo aos 55 anos, ela diz que tem muito a aprender Marcelo Brandt/G1 Para Laurinda Mendes da Costa Hora, de 55 anos, o primeiro estágio significa o retorno ao mercado de trabalho após uma pausa de quase 4 anos. Formada em administração de empresas há 27 anos, ela foi demitida em 2013, depois de trabalhar por 23 anos na área corporativa de uma grande varejista. Naquele ano, ela se aposentou. Aproveitou a calmaria para cuidar de sua vida pessoal e dos filhos. Mas a necessidade de voltar a estudar e se atualizar falou mais alto e ingressou no curso técnico em administração no ano passado. Alguns meses depois, começou a fazer estágio em uma faculdade de São Paulo. Ambos terminam em julho. Segundo ela, a graduação lhe deu a visão do todo, mas o curso técnico traz um nível de detalhamento maior de cada segmento, como recursos humanos, logística, finanças e contabilidade. Laurinda conta que no começo ficou receosa de ser a estagiária mais velha, mas a acolhida foi ótima. “Me sinto como uma mãe, dou conselho, é uma troca de carinho”, diz. No processo seletivo ela teve de concorrer com jovens de 17 e 20 anos. E “tirou a ferrugem” depois de anos sem fazer uma entrevista de emprego. “Meu currículo foi elogiado pela experiência e graduação. No dia seguinte me ligaram para começar na mesma semana”, diz. Seu trabalho atual é no departamento de finanças, atendendo alunos presencialmente e por telefone, cuidando das matrículas e dos pagamentos. “Está sendo muito bom para o meu currículo. Mesmo aos 55 anos a gente tem muito o que aprender. Estou com muita disposição para trabalhar”, diz. Laurinda reconhece que ser remunerada com bolsa-auxílio - pouco menos que um salário mínimo, que atualmente é de R$ 954 - na sua idade é um desafio e, no seu caso, só é possível porque ela tem uma aposentadoria. Seu benefício é cerca de 3,5 salários mínimos (ao redor de R$ 3,3 mil). Em comparação com o antigo emprego, pelos seus cálculos, o valor da bolsa-auxílio é cinco vezes menor. “Acho pouco, só consigo encarar esse valor porque tenho minha aposentadoria. Mas vejo o estágio como oportunidade e aprendizado, que servirá para a minha volta ao mercado de trabalho, na área financeira, em um departamento que para mim é novidade”, diz. Segundo ela, a faculdade acenou com a possibilidade de efetivá-la, pois estão precisando de funcionários. Laurinda pretende ainda fazer pós-graduação em contabilidade ou finanças. Laurinda Mendes trabalha no departamento de finanças atendendo estudantes, fazendo matrículas e recebendo pagamentos Marcelo Brandt/G1 Vagas e perfil Em janeiro, o Centro de Integração Empresa-Escola (Ciee) contabilizava 6,2 mil estagiários com idades acima de 40 anos, 3,5% do total de 179 mil. Segundo levantamento feito pela recrutadora de estagiários, essa proporção tem se mantido desde 2013 – veja na tabela abaixo: Número de estagiários e proporção da faixa etária acima dos 40 entre o total Já no Núcleo Brasileiro de Estágios (Nube), o número de vagas para essa faixa etária tem se mantido perto de 200 ao ano desde 2012 – veja na tabela abaixo: Número de estagiários acima dos 40 anos no Nube No Ciee, os cursos mais procurados pelos estagiários com mais de 40 anos são pedagogia, direito, psicologia e enfermagem. No Nube são pedagogia, administração e direito. Segundo o superintendente do Ciee, a instituição identifica o candidato que seja mais próximo do perfil da vaga, e isso independe da idade. “Em alguns casos, os mais velhos levam vantagem por serem mais experientes nas situações de trabalho e acabam se tornando mentores dos mais novos”, afirma Coppola. Ele aponta que a rotatividade nos estágios é menor entre os mais velhos. “O estagiário de mais idade está mais decidido com o que quer, ele vai em busca do que o realiza. Normalmente ficam até o final do contrato até serem efetivados. Já o jovem ainda está experimentando, se percebe que não é o que quer, ele vai buscar uma outra oportunidade. Para Yolanda Brandão, gerente de treinamento do Nube, os estagiários mais velhos buscam a faculdade que não puderam fazer para ter a carreira que os realize ou fazem a segunda graduação para ter outras opções de inserção no mercado. Segundo ela, esses profissionais preferem cursos tradicionais e valorizados, como pedagogia e direito, ou que tenham um leque grande de empregabilidade, como administração. Menos chances que os jovens Yolanda reconhece que os estagiários acima dos 40 anos têm um pouco mais de dificuldade de conseguir um estágio do que aquele que tem 20. Porém, ela afirma que esse preconceito está diminuindo porque as empresas estão percebendo que as equipes heterogêneas trazem melhores resultados. “Os estagiários mais velhos têm experiência, maturidade, comprometimento, bagagem, experiência de vida, além de estrutura emocional para uma negociação difícil”, aponta. Dicas para quem busca estágio Para quem tem mais de 40 e vai se candidatar a estágio, Yolanda dá algumas dicas. “As empresas vão questionar por que vocês estão fazendo aquela escolha, as suas pretensões, os seus projetos futuros. Isso vale tanto para quem está na primeira faculdade quanto para quem está fazendo uma nova graduação para mudar de área”, afirma. Segundo ela, o profissional que vai buscar a oportunidade tem que ter clareza do que o estágio significa para o seu projeto de carreira. Yolanda salienta que o estagiário tem contrato com tempo determinado, ganha menos que um funcionário e não há certeza de efetivação. “Pode ser que ele não tenha essa noção. Uma transição de carreira é muito complicada, então tem que estar com isso resolvido quando for falar com o entrevistador”, aconselha.


Horário de verão termina em 10 estados e no DF; relógio deve ser atrasado em 1 hora
Domingo, 18 Fevereiro 2018 02:00:16 -0000

Ajuste deve ser feito por moradores das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. O horário de verão, em vigor desde outubro do ano passado, terminou na virada deste sábado (17) para domingo (18). Desse modo, os moradores de 10 estados e do Distrito Federal terão que atrasar os relógios em uma hora. O ajuste vale para as regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste (São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal). Com isso, o horário no leste do Amazonas e nos estados de Roraima e Rondônia fica 1 hora "atrasado" em relação a Brasília, enquanto oeste do Amazonas e Acre ficam 2 horas atrás. Fim do horário de verão Infografia: Alexandre Mauro/G1 Economia de energia O horário de verão foi instituído com o objetivo de economizar energia no país em função do maior aproveitamento do período de luz solar. A medida foi usada pela primeira vez em 1931 e depois em outros anos, sem regularidade. Em 2008, ganhou caráter permanente e passou a vigorar do terceiro domingo de outubro até o terceiro domingo de fevereiro do ano seguinte. O governo federal chegou a avaliar o fim do horário de verão neste ano, depois que um estudo do Ministério de Minas e Energia indicou que o programa vem perdendo efetividade. A análise mostrou que a intensidade de consumo de energia elétrica estava mais ligada à temperatura do que ao horário, com picos nas horas mais quentes do dia. Porém, o Brasil enfrenta um período de estiagem, com hidrelétricas com níveis de água reduzidos, o que vem obrigando o governo a ligar as termelétricas (de operação mais cara) e até mesmo a importar energia de outros países. Começa mais tarde O presidente Michel Temer acabou editando um decreto que reduz a duração do horário de verão, e não o elimina. Assim, neste ano, ele começará em 4 de novembro, um fim de semana após o segundo turno das eleições, marcado para 28 de outubro. A mudança foi um pedido do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Gilmar Mendes, para evitar atrasos na apuração dos votos e na divulgação dos resultados do pleito. Um dos exemplos citados pelo tribunal foi o Acre, onde as urnas são fechadas três horas depois de a contagem de votos já ter sido iniciada nas regiões Sul, Sudeste e parte do Centro-Oeste.


Fonte:  G1 > Economia